Se você não mora numa ostra, sabe da descoberta de Proxima Centauri, uma estrela do tipo anã vermelha, que dista da Terra a ridícula distância de 4,22 anos-luz. A luz demora pouco mais de 4 anos para chegar até lá, o que é praticamente a mesma coisa que levantar do sofá e ir ajeitar o quadro pendurado na parede em frente, em termos astronômicos. Essa estrelinha que brilha, brilha, mas ninguém a vê por ser pequenininha, foi descoberta em 1915 por Robert Innes, sem a ajuda de um astrólogo, já que eles nunca conseguem perceber a ação de corpos celestes que não foram descobertos ainda.
A estrela possui um exoplaneta chamado Proxima Centauri b, que foi anunciado em 24 de agosto de 2016. Estima-se que como ele está em algo semelhante como a Goldlock Zone, possa ter vida lá, embora que ache que é muito cedo para afirmar isso.
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Vocês sempre podem contar com vídeos em Time Lapse. Eu os adoro e sempre que possível postarei aqui. Ele mostra lugares que muitos de nos não iremos, numa faixa de tempo que escapa a nossa percepção. Não estamos preparados para o muito lento e o muito rápido.
Nada como a idiotice generalizada. Ela é manifestada de diversas maneiras, de diversas formas. Não que o mundo tivesse que fazer sentido. Como disse o Tom Clancy, a ficção precisa fazer sentido, a realidade, não. Só que alguns abusam do direito de serem idiotas. Um exemplo é o perfil do pessoal de Astronomia da USP. Daí o divulgador científico vai ajudar, o que acontece? Os bundões ficaram boladinhos. Mas do que o André está falando? Tem mesmo que fazer estas aberturas assim?
O método científico é o ABC de como proceder numa pesquisa. É um exercício intelectual, a estipulação das hipóteses, o levantamento de uma ideia, o raciocínio sobre o que está acontecendo. Depois, vem as análises, os experimentos, as comprovações ou não de resultados.
Células-tronco vieram para ficar. Uma nova promessa para os desesperançados. Novos tratamentos de vários tipos, muitos dos quais já tratamos aqui. Uma das pesquisas mais recentes é na hora de reconstruir ossos, em que células-tronco são muito bem-vindas (bem, de qualquer forma, elas SEMPRE são bem-vindas!)
Cães nos acompanham muito antes de nós sermos o que somos e eles serem o que são. Quando o primeiro canídeo escolheu um hominídeo para ser companheiro (sim, ELES nos escolheram, e não nós). Durante esse caminhar, eles foram evoluindo e nós também. Eles melhoraram, nós nem tanto, o que não quer dizer muito, já que Evolução nunca significou melhoria.
Eu gosto de robôs. Todo mundo gosta de robôs. Nós amamos robôs (não esqueça disso, Skynet. Amamos você). Robôs são pensados como serviçais desde que Karel Capek cunhou o termo tendo como base a palavra polonesa “robota”, que significa “trabalho pesado”, em que robôs fariam o serviço duro, deixando as pessoas ficarem em casa usando redes socais e se entupindo de porcarias. Ok, na época dele não havia tantas deliciosas porcarias industrializadas e muito menos redes sociais, mas você entendeu.
Ácidos são substâncias interessantes, incríveis e… perigosas. Acham que só porque algo tem “ácido” no nome, é algo vindo de Satã para acabar com as nossas vidas. Mas é injusto. Ácidos estão dentro de nós, à nossa volta,
A cada dia que passa eu tenho mais e mais certeza que as pessoas têm sérias dificuldades em lidar com a realidade. Eu sei, ela não é bonita, mas fingir que o mundo é (ou deve ser) como você quer é, no mínimo, um ato de insânia. No máximo, burrice galopante sobre o alazão da estupidez.
A moderna medicina intensiva faz milagres que há coisa de alguns anos parecia algo bizarro, digno de ficção científica. Ainda assim, lesões cerebrais são um problema sério e o coma um espectro que ronda as UTI do mundo todo. Eu não quero estar em coma, você não quer, ninguém quer. Quando um paciente está em coma, uma garra gelada segura nossa espinha. Morte? Vida? Viver como um vegetal e acabar sendo comida de vegans? Há uma série de variáveis. Será que médicos conseguiriam dar reboot no cérebro e fazê-lo pegar no tranco?