Eu estava pensando em colocar uma atualização no artigo sobre as aves de rapina do Haiti. Mas não. Isso é tão… sei lá, escapam palavras. Então, vamos partir pra voadora mesmo: o cônsul do Haiti no Brasil achou que o terremoto foi um excelente negócio pra eles, já que isso serve de divulgação. Não satisfeito, o tosco – sem saber que estava sendo filmado pela reportagem do SBT – soltou a pérola da semana ao afirmar que isso é culpa da macumbada que o pessoal faz lá, e ainda completou que africano é um bando de fodidos.
Abalando as estruturas de crentes toscos, esta é sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Cônsul do Haiti no Brasil coloca a culpa do terremoto em macumba”

Esta notícia pode ser de incrível inutilidade, mas é legal mesmo assim. :D
Então, chegamos a mais um fim-de-ano. Aquela época maravilhosa, com show do Roberto Carlos, retrospectivas sobre coisas que acontecem todo ano, falsidades, shows pirotécnicos e um monte de doces criaturas do sexo feminino ligeiramente embriagadas, a ponto de toparem qualquer enlace mais íntimo, mesmo que seja com você, meu caro loser.
Eu sei que vai parecer estranho o que eu vou dizer, mas algum tempo atrás, as TVs tinham antenas telescópicas. Varetas de metal que esticavam e encolhiam, parecendo um besouro de metal. E isso eram as antenas internas, pois havia as antenas externas, onde nossos pais ficavam no telhado mexendo para lá e pra cá, enquanto nossas mães ficavam “orientando” para obter uma imagem melhor (não, não havia Sky, Net e nem o Skynet). Me lembro que um dia minha mãe fez meu pai subir no telhado e ficou dando ordens a ele pra ele colocar a antena numa posição adequada. Ele sentou-se e ficou dizendo “tá melhor agora? E então?”. O detalhe é que ele não fazia nada, sequer tocou na antena. Quando minha mãe deu-se por satisfeita, ele desceu e pronto! Problema resolvido.
Atenção povo carioca! Por um acaso vocês ficam em dúvida para onde vai o dinheiro dos seus impostos? Ficam encafifados por não verem melhoria na cidade, com ruas esburacadas, uma quantidade de mendigo que compete com a quantidade de ladrões e sujeira espalhada por todo lado? Por um acaso vocês se perguntam o que diabos o prefeito está fazendo que não resolve isso, ainda mais quando chove e a cidade alaga toda, como no caso da Praça da Bandeira, onde basta jogar um caneco d’água para tudo ficar parado? Não fiquem mais em dúvida, já sabemos a resposta! Os retardados do poder público, eleitos por uma massa mais retardada ainda, temem pelo Reveillon ser debaixo de chuva e, por isso, chamaram quem? Quem? Quem? 
O NORAD é um importantíssimo centro de defesa estratégica aero-espacial mantido pelos EUA e o Canadá. Sua sigla significa North American Aerospace Defense Command. Ele foi criado com a sigla CONAD (Continental Air Defense Command) e sua missão era estar a postos para impedir um ataque aéreo por parte da extinta União Soviética; hoje, eles cuidam para que nenhum ataque hostil à América do Norte (o México não conta, como sempre). Sua base, na montanha Cheyenne, fica de guarda 24 horas por dia, 7 dias por semana e qualquer ameaça vinda do céu ou do Espaço diz respeito a eles (mas só à América do Norte, os “favelados” que se virem).
Algumas pessoas não têm o menor pingo de simancol, e nem param mais do que 3 segundos para pensar sobre o que estão falando em determinado momento. Um bom exemplo disso é o de um padre anglicano que, no meio de um ofício religioso, recomenda que pobres roubem em caso de necessidade. Mas só no caso de roubarem o que realmente precisam e de grandes cadeias de supermercado. Um primor de conselho, como podem ver.
Estou perdendo a fé nos seres humanos. Quer dizer, eu perderia se eu tivesse algum tipo de fé, é claro. Eu já vi muita coisa doida por aí, mas sempre me surpreendo; ainda mais quando é algo relacionado com sentimentos.
O mundo antigamente era menos complicado. Acordava-se de manhã cedinho, ia pra labuta (eu disse “labuta”), parava-se um pouco para comer, voltava-se ao batente e ia pra casa de noite, onde uma refeição quentinha (ou não) estava esperando, junto com uma esposa quentinha (ou não). Pelo visto, não se mudou muita coisa ao longo da história.