
Fim do ano tá chegando aí. E quase é o fim do meu computador, já que eu tive uma trabalheira com o maldito hoje. Claro, isso não ia me impedir de colocar o que foi postado na semana.

Fim do ano tá chegando aí. E quase é o fim do meu computador, já que eu tive uma trabalheira com o maldito hoje. Claro, isso não ia me impedir de colocar o que foi postado na semana.

Estava conversando outro dia e relembrei como era a Internet nos tempos d’antanho. Uma época tão longe que só velho que escreve “d’antanho” teria vivenciado. Imaginem que houve uma era imaginada depois que as águas abraçaram Atlântida e o Google subisse ao poder. Uma época que tinha o Altavista e o Yahoo! Mas o mais legal era saber que as pessoas faziam busca na internet por meio de… revistas. Continuar lendo “Quando comprava-se revistas para procurar sites”

Você tem muito a dizer, certo? E como um bom usuário do Twitter, você acha que deve fazer uma thread (as postagens ligadas umas às outras) para encadear as ideias. Taqui uma série de dicas em como fazer threads no Twitter quando você estiver com muita vontade de fazer uma.

Uma das coisas que eu acho fascinante é como os termos mudam de significado com o passar do tempo. Às vezes, nem mudam, principalmente quando fica restrito ao mundinho ilhado da Internet. Sim, a Internet é uma ilha, um nicho; é tipo Las Vegas. O que acontece na Internet fica na Internet. Do lado de fora os “levou os internautas à loucura” não significam nada. Ainda assim, tentam mudar o significado das coisas. Continuar lendo “Os rótulos nossos de cada dia”

Sério, eu me cansei disso. Não tenho mais nada pra ler na Internet. Os blogs morreram graças à sua usura de só quererem ganhar, ganhar e ganhar. Nada de errado com isso, mas o resultado foi a preocupação com o ad-sense e não conteúdo. O que vai ofender o google? O que não vai ofender? Ain, não posso perder a monetização. Socorro, perdi a monetização.
Desistiram dos blogs, mas quem desistiu foram os blogueiros, não os leitores.

Alguns vídeos são fenomenais. Não porque tenham alguma moral intrínseca ou significado obscuro para traçarmos um paralelo com nossas vias. Ele é simplesmente… legal. Um exemplo são as bolhas que se juntam e se afastam no vídeo a seguir.

Meu PC deu pau e tive que reinstalar tudo. Ou quase tudo. Por isso eu estive ausente ontem. De qualquer forma, eu não postei na semana passada o que eu tinha escrito naquela semana, então, estou postando duplamente. Meu PC está funcionando, os programas estão reinstalados. Tudo uma maravilha. Estou aproveitando para fazer uma faxina, já que eu tinha muito lixo, coisas que estava testando e parei e outras que fui testar e nem comecei. Hora da limpeza. Tem horas que recomeçar é o melhor e mesmo um pé na bunda faz você andar pra frente.
Vamos aos artigos, agora?

Por algum motivo que eu não sei, meu windows entrou e deu pau na memória e morreu. Puta que me pariu, será que ficou corongado? Tentei restaurar o maldito, e nada. Ele não passava da ferramenta de diagnóstico, a qual eu tentei todas as macumbarias para burlar, aquele maldito. Graças ao Nosso Senhor SSD, reinstalei tudo e entrou em atividade rápido, ainda mais que os discos de dados, MESMO estão em dois HD no gabinete.

Dar aula em tempos de coronga está uma aventura, ainda mais se for no brasil, com as escolas voltando a funcionar e teremos lindas criancinhas corongadas compartilhando o melhor de si. Alguns lugares acharam que não valia o risco, mas também pensaram que seria de boa medida que o professor gravasse as suas aulas nas salas, propriamente ditas. Obviamente, nem todo lugar é retardado como o Brasil, então, procuraram uma solução pro professor estar na sala de aula sem realmente estar na sala de aula.

Eu estava procurando uma informação ontem que eu sabia estar num texto antigo. Acabei esbarrando num outro texto nada a ver, o que me chamou a atenção e eu fiquei lendo, acabando por pular de link em link. Antigamente, chamávamos isso de “navegar pela internet”, começando a ler sobre a Guerra na Bósnia e indo parar em receita de salada de feijão fradinho. Atualmente, na era dos apps, você entra no que quer e não vai pra mais lugar nenhum. O que prometia ser dinâmico virou apenas um lugar-comum com viés de confirmação. Quando não se gosta de um conteúdo, para por ali, ao invés de saber mais. Vídeos no YouTube e podcasts cimentaram isso, já que ninguém lê as descrições, o que por sinal são difíceis de serem vistas se for consumir o conteúdo pelo celular, mas o que eu quero abordar não é isso.
Continuar lendo “Reflexões sabadinas sobre os ex-filósofos da Rede”