Carregador de celular a água faz sucesso… entre desinformados

Hoje é dia 31 de março e estamos prontos para mais uma besteira anual chamada "Hora do Planeta", onde um bando de toscos farão o máximo que suas inaptidões conseguem produzir: nada. A não ser que você considere que desligar a luz do banheiro enquanto estiver fazendo o nº 2 seja algo. Nisso, empresas aproveitam a onda ecologicamente retardada, digo, ecologicamente correta e promovem ações para proteger o meio ambiente, nem que seja para fazer panfletos com mimeógrafos.

Então, me chega aos ouvidos que resolveu-se parte dos problemas energéticos, já que desenvolveram um carregador de celular que funciona à base de água. E vocês podem imaginar a minha cara quando ouvi esta atrocidade.

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Querem uma hospedagem decente, confiável e que respeita o cliente? FUJA DA UOL HOST!

Ah, que maravilha é o mundo moderno. Podemos postar informações incríveis e compartilhar conhecimento. Com isso surgiram os blogs e sempre fica legal quando temos domínio próprio, ainda mais que temos facilidades com isso, como personalizar totalmente o site, ainda mais se se usa plataforma WordPress, como é o caso do Cet.net. Com isso, temos que contratar um sistema de hospedagem, ou Host, como é dito no português informático brasileiro.

Você está pensando em montar um site próprio? Escolha com cuidado o host e o do UOL é um perfeito exemplo… de hospedagem que você não vai querer.

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O mundo pelos olhos de um bambolê

Algumas coisas são complicadas demais em sua simplicidade. Bom, praticamente tudo é complicado mesmo que não seja complicado. Por isso, eu gosto de brinquedos simples, como um bambolê. Ele não passa de um anel de plástico que não faz nada, não acende luzinhas, não tem som (salvo em movimento), não se move sozinho e nem é preciso energia maior que energia cinética, produzida por organismos biológicos. Como bambolês são diretamente dependentes de seus donos, sem precisar baixar aplicativos (ou, em português retardado, apps), muitas crianças não sabem nem pra que serve. Mas, darei-lhes uma dica: bambolês não servem pra praticamente nada. Só serve mesmo para você se divertir.

Bambolês. Me lembro de vocês nos distantes idos de minha infância. Queria saber mais o que se passava com vocês, como vocês viam o meu mundo, mas nunca pude saber. Sorte que outras pessoas não são preguiçosas como eu, como uma mulher que adaptou uma microcâmera num bambolê e… bem, vejam o vídeo.

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Obrigado, Google. Você está nos emburrecendo

Eu me lembro quando a Internet começou a expandir-se de forma que todos os mortais pudessem ter em casa. Diziam que as pessoas teriam mais informação, aprenderiam mais etc. Ledo engano. Houve foi uma disseminação de gente burra e preguiçosa (ou preguiçoso e burro. Não sei o que veio antes). Por um lado, o Google facilitou as nossas vidas, garimpando as informações e servindo de aliado no nosso dia-a-dia. Pelo outro, ele ajuda a atrofiar o cérebro, onde as pessoas não usam o órgão (o cérebro! O cérebro!) como deveria. Pelo menos, é o que sugere uma pesquisa feita por várias universidades. Estamos ficando burros mesmo, ou isso só ficou mais facilmente constatado?

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Quando a Apple inventa algo melhor que livros

Eu sou um apaixonado por livros. Olho para a minha direita e vejo livros sobre a história de Roma, Química Orgânica, Mitologia Comparada, manuais de reagentes, os romances de Tom Clancy e Frederick Forsyth, dicionários, teologia do Novo Testamento, algumas apostilas (escritas por mim ou nem tanto), papéis avulsos e outras histórias. Às vezes, quando estou fora de casa, me pego numa questão que não tenho como responder na hora. Seja durante a aula, seja conversando com pessoas ou até mesmo respondendo a um comentário. Posso aprovar os comentários daqui quando estou no almoço, direto do celular. Sempre pensei em ter este acervo em ebook (que eu também possuo aos montes, a ponto de nem saber direito o que tenho no HD). A pesquisa online nem sempre me retorna o que eu quero, acabando por olhar nos meus livros.

Os livros estão ali, quietos, prontos para entrar em ação. Desde algumas obras bem velhas, do século XIX, até edições novinhas em folha (algumas ainda nem receberam a luz dos meus olhos). Eles estão ali, imutáveis e este é um dos grandes problemas dos livros: sua imexibilidade (salve, pai Magri de Ogum!). Eles são estáticos, parados, perfeitos na perfeição em que foram planejadas, mas muitas vezes isso é pouco, como num mundo de grandes mudanças que sempre precisa estar atualizado. Como se faz?

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Por causa do SOPA, manés tirarão seus sites do ar amanhã

Cuidado com o SOPA, que o SOPA te pega. Cuidado com o SOPA que ele vem já. Te pega daqui te pega de lá. Cuidado com o SOPA que ele vem já.

Estou achando divertidíssimo os chiliques que o pessoal tá tendo por causa do SOPA, o Stop Online Piracy Act . Ele basicamente é uma lei anti-pirataria e leis contra piratas não dão muito certo desde o tempo do Errol Flynn (assistam Capitão Blood e o Gavião do Mar. Vocês vão gostar, a não ser que você prefira vampiros cintilantes). Agora, a Internet está batendo o pézinho, onde muitos sites sairão do ar, como eu vi no Gemind. Que nome podemos dar a isso? Palhaçada, como sempre.

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Time Tree: Descubra a diferença evolutiva entre você e seu vizinho

Muitas vezes, quando se escreve sobre elos entre as espécies e ancestrais comuns, acabamos dando informações que parece mágica, já que pela Lei de Clarke, qualquer tecnologia avançada é indistinguível de magia.Quando me fazem uma pergunta do tipo "Alguém consegue me dizer se o DNA humano tem alguma semelhança com o DNA de uma planta? E de quanto é essa semelhança?", basta saber quando o ancestral se dividiu (já que ninguém seria tão idiota em querer saber o percentual de diferença exato entre um ser humano e uma planta). Para isso, faço uso do Time Tree.

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Matemática deliciosa: Sobre as formas do macarrão

Eu aprecio uma boa massa. Gosto muito de macarrão e seus variantes. Salvo miojo, pois, como sabemos, miojo não é comida. Miojo é um nojo , uma invenção japonesa que os kamikazes usaram para atacar Pearl Harbor, apesar do que a história convencional conta. Seja espagueti, ravioli ou capeleti (sim, aportuguesei como manda a norma culta), pessoas de bom gosto apreciamos uma boa massa bem temperada com um molho bem feito acompanhando, um bom vinho e uma conta absurda no restaurante.

Olhando para os diferentes tipos de massa, não nos damos conta da sua enganosa simplicidade de formas, mas esta simplicidade não engana os olhos dos matemáticos, onde alguns deles — por pura falta do que fazer, mas bom senso de observação — procuram dar nomes aos bois… ou fórmulas às massas.

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Aplicativos sobre Astronomia para tablets e smartphones

Esta eu vi no Twitter do Neil DeGrasse Tyson. Um compêndio de vários aplicativos (ou no português seboso, apps) para tablets e smartphones (ok, sejamos sebosos um pouquinho) sobre Astronomia.

Vocês poderão ver a ENORME lista de aplicativos num *.pdf disponibilizado no site da Astronomy Education Review, e vocês poderá baixá-lo AQUI. Só não coloquei a lista aqui pois são 9 (NOVE!) páginas só com aplicativos dos mais diversos tipos, desde o Google Skymap até o Stellarium, passando por imagens do Hubble, sonda Cassini entre muitas outras coisas.

Divirtam-se!

O elo perdido entre o DNA e o formato das proteínas

Estamos em dezembro e todos estão escrevendo cartinhas pro velho tarado de vermelho (me refiro ao Papai Noel, aquele pedófilo comunista). Fico imaginando as pobres criaturinhas que acreditam em cobras falantes e pedem em tudo que é site por provas (mais?) da Evolução, pedindo trocentos elos perdidos. Papai Noel ainda não voa a jato pelo céu, e precisa alegrar os amados seres que puxam sua carroça, digo, trenó. Assim, o que temos? Temos, escondido no sapatinho, que pesquisadores da Faculdade de Medicina de Harvard (ou Harvard Medical School – HMS) desenvolveram uma técnica onde podem prever a estrutura de uma determinada proteína que será codificada por um trecho do DNA. Qual o processo que usaram para isso? Adivinhe!

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