No Brasil da pseudociência, conforme já demonstrei, universidades sustentadas com dinheiro público são um imenso repositório de bobagens pseudocientíficas da Nova Era ou espiritualistas ou alguma merda neste sentido. Isso refletiu até no SUS oferecendo bobagens à guisa de tratamento de saúde, já que sai mais barato colocar estes inúteis do que equipar hospitais com equipamentos, profissionais, medicamentos e leitos. Coloca uma tia rezadeira e tá sussa. Próximo!
Agora, vem outra maravilha: Uma universidade federal usa verba vinda de dinheiro público para fazer uma pesquisa que vai coletar depoimentos de pessoas relatando lembranças que seriam de uma outra vida.
Tendo certeza que minha sorte de aranha me fez ser um escravo hebreu que chutou o gato do Faraó e hoje está amaldiçoado aturando gente louca, esta é a sua SEXTA INSANA!

A BÍBLIA é um livro importante na História humana. Assim como muitos eventos e personalidade, a BÍBLIA realmente mudou o mundo, assim como Alexandre da Macedônia, Gengis Khan, Napoleão, Stalin, Hitler, Pol Pot, Pinochet, Hugo Chaves, Noriega, Muamar Gadaffi, Osama Bin Laden, Slobodan Milosevic entre outros. Não somente isso, outros livros ajudaram a mudar o mundo, como a Torah, ou a BÍBLIA hebraica e o Alcorão, a BÍBLIA muçulmana. Tendo esta importância histórica, a BÍBLIA acabou virando uma referência de tudo que é livro com conteúdo extenso, ainda mais que BÍBLIA, em grego, significa “livros”, em que esses livros não passavam de um compêndio de textos que acabavam guardados juntos. Assim, temos A BÍBLIA do C, a BÍBLIA do HTML etc. Só que um deputado achou que um termo genérico iria ofender a BÍBLIA dele; então, decidiu que assim não pode, assim não dá. Não pode ter BÍBLIA em publicação nenhuma, seja impressa ou online.
Está começando mais um festival de idiotice generalizada. Mais uma vez, youtubeiros estão com ataque de pelanca que o mundo ia acabar, que a Internet como conhecemos não ia mais existir, o leitinho com pêra foi cancelado pela vovó que resolveu sair de casa e puxar ferro na academia etc etc e, claro, etc. O motivo é as normas que a União Europeia meteu e resolveu catar no embalo redes sociais e o YouTube. Ninguém por lá gosta do Google, principalmente em questões envolvendo direitos autorais e violação de privacidade. Os pontos mais polêmicos são os artigos 11 e 13 que, segundo o pessoal chiliquento, vai destruir a Internet. Pessoal deu atenção quando um youtubeiro hipster de Portugal teve ataque de pelanca sem apresentar nenhum argumento e, claro, os indefectíveis palavrões (aqueles que o Google disse que não seriam permitidos no Tubo).
Quem tem filhos pequenos sabe que aquelas criaturinhas são minúsculos avestruzes que engolem de tudo. Não podem ver nada que colocam na boca. Se bem que certas moças que eu conheço também, mas deixemos isso de lado. Assim, criança não pode ver nenhum brinquedinho que – GLUP! – coloca na boca e engole. E quem é campeão nisso? Legos, obviamente!
Você sabe o que é Síndrome de Down, uma anomalia genética causada por uma divisão celular anormal resultando num cromossomo 21 extra. Esta síndrome provoca atrasos no desenvolvimento físico e cognitivo, vindo de brinde doenças cardíacas ou da tireoide. Como é algo que pode ser rastreado por mapeamento genético, pais e mães podem testar o embrião ainda no útero para saber se ele vai ter a trissomia do 21 ou uma outra doença genética. Em caso positivo, as pessoas estão optando pelo aborto, com a França tendo o índice e 77% dos fetos com síndrome de Down sendo abortados, enquanto na Dinamarca esse número é de 98%. Alguns estão chamando isso de genocídio.
Tanzânia é um lugar para lá de esquisito. Lá parece o mundo de Qward, do Universo de antimatéria.já começa que naquele recanto esquisito,
Muitas pessoas são notadamente ruins. Outras são loucas, mesmo. De minha parte, poderia arrastar ambos pro mesmo lugar, escuro, úmido e fétido, de preferência jogando a chave fora. Um bom exemplo disso foi o que aconteceu na Flórida, ou melhor, o que ia acontecer se não tivessem descobertos a tempo: duas garotas (loucas ou psicopatas) resolveram que seria uma boa ideia atrair colegas de colégio no banheiro e matar geral, para depois beber o sangue deles.
Não, ainda não chegou 2019 e não é dia primeiro de abril e eu não estou bêbado. Meus artigos desta data não fazem jus à realidade, que não precisa fazer sentido. Só a ficção precisa, como diria Tom Clancy.