Nikolaus Kopernikus ou, aportuguesadamente, Nicolau Copérnico era – apesar do que dizem – um cônego alemão. Na época, a cidade-natal dele, Toru?, pertencia ao reino da Polônia, mas localizava-se na Prússia Real. Ele foi um dos impulsionadores do avanço do conhecimento cosmológico da renascença, tendo como obra máxima De revolutionibus orbium coelestium (“Da revolução de esferas celestes”), publicada postumamente a pedido dele, por temer problemas com a Igreja. Andreas Osiander, como bom espírito de porco que era, incluiu um prefácio dando a pensar que fora escrita pelo próprio Copérnico, e que dizia que o que o livro continha era apenas um atalho para se fazer cálculos. Talvez, por isso, tal coisa escapou de entrar no Index, o índice de livros proibidos pelo Vaticano. Sem falar que ainda não começara a guerra dos 30 anos, o que mudaria muita coisa no pensamento científico e não foi pra melhor. Galileu que o diga.
Por muito tempo, ficou-se em dúvida sobre o paradeiro de seus restos mortais, mas ao que parece, a espera chega ao fim e Copérnico finalmente pode descansar em paz, com toda honra que seu intelecto merecia.
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Entra semana, sai semana. Começamos mais uma sessão, onde o reino de Mordor abre seus portões maléficos e uma turba de orcs acéfalos conseguem escapar, cavalgando em trolls sem-noção. Wargs desistiram de passar por aqui e, por isso, os elfos estão entediados. Entretanto, ainda aparece uma ou outra sandice que merece ser postada, e hoje, nós temos duas pelo preço de uma. Enjoy yourselves!
Um rapaz de 17 anos começou a mudar de comportamento, julgava a família, protestava contra a mãe e os irmãos e as pessoas próximas. Junto a isso começaram a desaparecer as coisas que a família tinha em casa como eletrodomésticos e dinheiro.
Sinceramente, eu não sei qual é a ligação freudiana que os fundamentalistas cristãos t~em com a Arca de Noé, um dos maiores mitos bíblicos. Podem ver que o artigo sobre o Dilúvio é bem mais concorrido do que s que falam de Jesus. Deve ser porque eles estão prestes a mudar de deus, não se importando se o Jóquei de Jegue tenha existido ou não. Bem, os céticos já sabiam a resposta há muito tempo, da mesma forma como sabem a resposta sobre a Arca: besteira!
Além de ir para o Inferno quando morrerem os Ateus podem se preocupar ainda mais com a ira divina enquanto ainda estiverem vivos, pois uma pesquisa feita durante 30 anos concluiu que os religiosos podem ser bem menos propensos a doenças cardiovasculares.
Dale McAlpine é um daqueles crentes retardados que acham que não fazem nada de mais se tratarem seus semelhantes de forma imbecil, usando pretextos bíblicos para vociferar sua homofobia idiota, só por não ter tido o direito de usar um vestido na festa de formatura. Ok, a parte do vestido é uma especulação, mas não deve ser muito diferente da verdade.
Se tem uma coisa que eu não tolero é gente imbecil. Se há algo que consegue competir com crente fanático é ateu fanático, como estes imbecis que se chamam “ateus militantes”. Os caras se acham os arautos da liberdade, bem ao estilo norte-americano de invadir a terra alheia à guiza de “libertar”. No caso dos ateus militantes – que conseguem ser tão irritantes quanto Testemunhas de Jeová -, há a ideia que eles devem livrar o mundo da religião, invadindo locais de culto e fazendo comícios
O artigo que se segue faz parte de um projeto de texto maior que abandonei há algum tempo. Abandonei e cheguei à iminência de excluí-lo de meu PC. Só não excluí por causa do presente texto. Nele, há alguns excertos retirados de apostilas de teologia de institutos de ensino evangélicos que são reveladores. E é este o objetivo deste texto, que por isso foi salvo da exclusão: mostrar um pouco do que está a ser ensinado sobre a Evolução no recôndito das igrejas. Vamos a ele.
Mesmo depois da chuva torrencial da semana passada e do caos generalizado, eu pensei que esta bobagem de 2012 é palhaçada. Hoje, ao ver uma noticia, eu liguei pro meu banco pedindo um empréstimo de 2 bilhões de euros (o gerente quase teve uma síncope de tanto rir). Não, não estou exagerando. O padre espanhol Joan Enric Reverté, mais conhecido como Padre Jony, desbundou, deixou os cabelos crescerem, meteu a mão na guitarra e resolveu rezar a missa na base do punk rock. O rito de entrada é um blues e o ofertório chega com uma versão rap do Pai Nosso. Só não foi dito se ele usou o Bonde das Cachorras na hora da Ave Maria, apresentando a Veronica Costa como Nossa (de vocês apenas) Senhora.
No dia 4, noticiamos a