Cores são muito mais que beleza. O conceito de "beleza" é puramente subjetivo. No mundo natural, as coisas são o que são e se for em termos de biologia, não foi pra ser bonitinho, mas alguma utilidade tem. Camaleões não mudam de cores porque é fashion, assim como zebras não estão de pijama, e se você pensa que isso é de agora, está totalmente enganado.
Pesquisadores suecos estudam fósseis de animais marinhos e determinam quais as cores que eles tinham e, melhor ainda, por que eles tinham.

Para qualquer um que estudou num colégio decente, a ligação entre dinossauros e aves é mais que clara. Várias são as evidências que suportam a isso, como ossos ocos, bolsas aéreas etc. Agora, evidências arqueológicas trazem mais uma ligação entre dinos e galos. E esta é uma… crista!
A diabetes mellitus tipo 2 também é chamada diabetes tardia. Ela diferencia-se da tipo 1 pois esta última é devida da total ausência de insulina no corpo e, caso você tenha frequentado um colégio, sabe-se muito bem que para a tipo 1 é preciso injeções de insulina. A tipo 2 não é mais tranquilinha. Para entendermos como o inimigo se comporta, é preciso saber de onde ele veio, como apareceu e como ataca. Se não temos todas as respostas sobre como essa doença surgiu, pelo menos sabemos como ela apareceu em latinos. É o que a pesquisa sobre as mutações genéticas ocorridas em indivíduos que dariam origem a povos latinos.
O homem de cabelos brancos sobe a montanha. Chegando no topo, ele olha em volta e se maravilha. Mas, mais do que isso, ele maravilha a todos os que o observam naquele instante. O ar frio lhe enche os pulmões, ele olha de volta ao milhões que o seguem e começa a descrever tudo aquilo.
A criancinha estava serelepe. Ela estava confiante que seria grande e forte como papai. Mas o destino não dá bola para esses desejos infantis, e a fatalidade chegou! Não era um bebê humano, mas sim um dinossaurinho feliz, que como eu amava besouros e pedras que rolavam. O que poderia ter dado fim à sua pobre vida?
O vilão está à espreita. Não precisaram fazer a pergunta tola "o que faremos esta noite?". Um vilão que se preza não gargalha e conta todo o seu plano. Ele age. Silenciosa e cruelmente, ele dá o golpe de misericórdia, fazendo com que futuramente todos falem dele com um medo contido à força, pois sabemos que mais dia, menos dia, ele poderá reaparecer, e isso poderá ser o fim.
O Archaeopteryx é o mais famoso dos ancestrais das aves, apesar de não ser "O" ancestral definitivo, já que não existe "O" ancestral, e sim vários, a não ser que tenhamos que reconhecer que "O" ancestral é a estrela que explodiu de forma catastroficamente magnífica, de forma a espalhar todos os elementos pelo Espaço. Se bvem que eu poderia considerar como o Big Bang ou as partículas subatômicas originais. Como isso não é tão importante agora, deixemos de lado. O importante é um novo capítulo na história evolutiva da Terra e isso por causa de mais um ancestral dos pássaros, descoberto por uma equipe belga.
Já tive muito desgosto na vida. Uma delas foi uma pedarretardada que dá aula de Ciências dizer que ela não é um primata. Eu particularmente acho que é um Tapiridae. Ainda insistem que Evolução não tem nenhuma prova e continuará assim, mesmo que eu mostre uma pelve de macaco recém-descoberta, cujo dono provavelmente viveu lá pelos idos do início da grande evolução dos macacos.
Fósseis são muito importantes. Eles nos ensinam mais sobre o passado da Terra e sobre os seres que viveram. A saber, todas as espécies fossilizadas que foram descobertas até hoje é uma ridícula fração de tudo o que já viveu. O processo de fossilização é demorado e difícil, e muitas das espécies do passado não tiveram a sorte de serem fossilizadas para que cientistas pudessem estudar. Por isso, cada fóssil é tratado como o tesouro que ele realmente é, e muitas vezes não se pode nem movê-lo para não destruí-lo.
Olhamos para o passado mediante pistas que existem hoje, no presente. Sabemos de seres vivos que já não existem mais mediante seu registro fóssil, que pode ser desde um dente até uma pegada. Sabemos de como era a superfície do planeta mediante rochas e como era a atmosfera com a análise de amostras de gelo retiradas da Antártida. Agora, sabemos mais ainda sobre como era a atmosfera em tempos há muito esquecidos por meio de uma coisa tão simples que mal nos damos conta quando cai, a não ser se seu maravilhoso penteado foi feito à base de chapinha: a chuva.