Ai, Hades, quosque tandem? Bem, pelo visto tais insanidades continuarão aparecendo por aqui. Não que isso seja de todo o mal, mas o sentimento pio da moral e candura cristã não deixam de darem o ar de suas graças, a ponto da bizarra sanha da tosqueira humana não parar com suas toscas loucuras. Quanto a mim? Eu quero mais que eles continuem escrevendo este monte de besteiras, pois isso ajuda a trazer deleite aos meus leitores quando bebem leite em seus leitos.
Avisem seus vizinhos, chamem as crianças, ajeitem seus velhos. Está na hora da sua, VOZ DOS ALIENADOS!


Conformismo é, talvez, a pior das situações. As pessoas sentam e lamentam as vicissitudes, sem fazer nada para tentar corrigir ou mesmo minimizar um problema. Sorte da humanidade que muitos não se dispõem a aceitar as coisas e lamentar-se nos cantos com frases vazias como "coisa do destino", "Deus quis assim", "não posso fazer nada" etc. Muitas vezes, realmente, não se pode fazer nada, mas isso não implica que devamos parar de lutar. Quando podemos, aí é que devemos encarar o problema e tentar solucioná-lo da melhor forma possível.
Eu sempre admirei a história do império romano, na mesma medida que gosto da história egípcia. Creio que quase todos nós sonhamos, quando crianças, ver as maravilhas que eram as pirâmides (não que maravilhas tenham deixado de ser), visitar o Circo Romano e presenciar os triunfos. A civilização romana moldou o que os pedantes chamam de "cultura ocidental", ainda mais se levarmos em conta que o sistema jurídico do Brasil segue os preceitos do Direito Romano. Mesmo com tanta importância que teve a civilização romana, pouco sabemos sobre as pessoas comuns. Não os patrícios, mas povo comum, mesmo. Agora, pesquisadores analisam o povão e estas pessoas simples têm muita história pra contar.
Até mesmo o cérebro dos normais é meio louco (ou será que o cérebro dos loucos é que são normais?). Uma coisa das mais interessantes são as chamadas "Ilusões de Óptica". Eu, volta e meia, sempre posto algumas aqui. Nossos olhos se desenvolveram meio que de qualquer jeito,
Mimimi, mas hoje nem é mais Dia das Bruxas, é dia de venerar os mortos, pois Dia das Bruxas é coisa dos imperialistas americanos com pacto com o diabo e a imprensa golpista. Temos que respeitar as tradições brasileiras e… e…
Sim, eu sei que Halloween foi ontem. Mas vamos manter o clima até onde der. Por causa disso, nem tirei a imagem de fundo comemorativa do Cet.net (se você não consegue ver, dá Ctrl+F5 e saia correndo dos zumbis). Voltando ao assunto, digo, COMEÇANDO o assunto, sabemos que normalmente atacamos infecções bacterianas com antibióticos, de forma a mandar as malditas servas do Lado Negro pros quintos, sextos e sétimos do inferno. nenhuma novidade, desde Fleming. Agora, a chave está em usar "fogo amigo", fazendo-se uso de bactérias vampiras, prontas para chupar, digo, atacar outras pequenas safadas.
Eu me lembro (mais ou menos) de quando o mundo estava na casa dos 5 bilhões e tanto. Depois, chegamos aos 6 bilhões e, agora, estamos no raiar do dia em que o sétimo bilionésimo ser humano nascerá. O mundo está apertado, mal podemos andar na rua, nos sentimos sufocados com tanta gente, praticamente tem um bando de visitantes inesperados querendo morar no meu apartamento. O mundo tem capacidade de segurar este número todo? O que temos, afinal?