Voz dos Alienados 44

Ai, Hades, quosque tandem? Bem, pelo visto tais insanidades continuarão aparecendo por aqui. Não que isso seja de todo o mal, mas o sentimento pio da moral e candura cristã não deixam de darem o ar de suas graças, a ponto da bizarra sanha da tosqueira humana não parar com suas toscas loucuras. Quanto a mim? Eu quero mais que eles continuem escrevendo este monte de besteiras, pois isso ajuda a trazer deleite aos meus leitores quando bebem leite em seus leitos.

Avisem seus vizinhos, chamem as crianças, ajeitem seus velhos. Está na hora da sua, VOZ DOS ALIENADOS!

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Carinho materno controla ansiedade dos filhotes, mas já se sabia disso

Harry Harlow é chamado pelo pessoalzinho da religião da Nossa Senhora da Alface e os seguidores do Brócolis Sagrado de maníaco, torturador e sádico[1] [2] [3]. Um dos melhores argumentos desse pessoal é dizer que Harlow teria afirmado que não gostava de ratos, macacos e animais em geral. Eu quero saber se aparecesse uma ratazana na casa desse pessoal, se eles chamam para jantar. De qualquer forma, Harlow estava décadas à frente e determinou a importância do cuidado materno no desenvolvimento cognitivo e emocional de suas crias. Hoje, uma pesquisa esmiuça a bioquímica cerebral deste processo.

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Mecânico desenvolve aparelho que ajuda seu filho a aprender a andar

Conformismo é, talvez, a pior das situações. As pessoas sentam e lamentam as vicissitudes, sem fazer nada para tentar corrigir ou mesmo minimizar um problema. Sorte da humanidade que muitos não se dispõem a aceitar as coisas e lamentar-se nos cantos com frases vazias como "coisa do destino", "Deus quis assim", "não posso fazer nada" etc. Muitas vezes, realmente, não se pode fazer nada, mas isso não implica que devamos parar de lutar. Quando podemos, aí é que devemos encarar o problema e tentar solucioná-lo da melhor forma possível.

Foi isso que um mecânico argentino fez quando viu que seu filho tinha problemas para andar e desenvolveu uma máquina que pudesse ajudar ao menino.

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A silenciosa história dos romanos esquecidos

Eu sempre admirei a história do império romano, na mesma medida que gosto da história egípcia. Creio que quase todos nós sonhamos, quando crianças, ver as maravilhas que eram as pirâmides (não que maravilhas tenham deixado de ser), visitar o Circo Romano e presenciar os triunfos. A civilização romana moldou o que os pedantes chamam de "cultura ocidental", ainda mais se levarmos em conta que o sistema jurídico do Brasil segue os preceitos do Direito Romano. Mesmo com tanta importância que teve a civilização romana, pouco sabemos sobre as pessoas comuns. Não os patrícios, mas povo comum, mesmo. Agora, pesquisadores analisam o povão e estas pessoas simples têm muita história pra contar.

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Voz dos Alienados 43

Já me perguntaram se eu posto Voz dos Alienados assim que aparece idiotas escrevendo besteiras. A bem da verdade, eu deixo acumular. Prefiro colocar conteúdo mais inteligente que besteiras desprovidas de bom senso de alguns comentaristas que esqueceram de tomar seu gardenal. Há dias que nem tempo (ou vontade) de postar nada e se eu tenho dias que não posto conteúdo aproveitável, que dirá de idiotices (se bem que estas idiotices são aproveitáveis para fazer as pessoas terem noção de como tem gente sem-noção).

Deixando as delongas de lado, trago-vos, pela minha real vontade, mais uma edição da Voz dos Alienados!

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O que o cérebro vê quando os olhos pararam de ver?

Até mesmo o cérebro dos normais é meio louco (ou será que o cérebro dos loucos é que são normais?). Uma coisa das mais interessantes são as chamadas "Ilusões de Óptica". Eu, volta e meia, sempre posto algumas aqui. Nossos olhos se desenvolveram meio que de qualquer jeito, onde temos, inclusive, um ponto cego, fruto de ser onde o nervo óptico se conecta com a retina. Como neste lugar não há células fotorreceptoras, não há como ser identificada nenhuma imagem lá. Cientistas agora estudam as ilusões como as que vemos uma imagem por algum tempo e, quando olhamos para uma folha em branco, vemos outras cores. E isso não acontece apenas com cores, mas com formatos também. Afinal, o que estamos vendo?

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Química das Bruxas: exploda a sua abóbora!

Mimimi, mas hoje nem é mais Dia das Bruxas, é dia de venerar os mortos, pois Dia das Bruxas é coisa dos imperialistas americanos com pacto com o diabo e a imprensa golpista. Temos que respeitar as tradições brasileiras e… e…

CHEGA! A questão é simples: o site não é SEU. Posto o que quiser, no dia que me der na telha.

Recebi um e-mail sugerindo um vídeo que eu achei muito legal (bem, eu também "leio" 9GAG nas horas vagas), mostrando poder sobrenatural da Química.

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Bactéria Vampira pode ser a chave para novos antibióticos

Sim, eu sei que Halloween foi ontem. Mas vamos manter o clima até onde der. Por causa disso, nem tirei a imagem de fundo comemorativa do Cet.net (se você não consegue ver, dá Ctrl+F5 e saia correndo dos zumbis). Voltando ao assunto, digo, COMEÇANDO o assunto, sabemos que normalmente atacamos infecções bacterianas com antibióticos, de forma a mandar as malditas servas do Lado Negro pros quintos, sextos e sétimos do inferno. nenhuma novidade, desde Fleming. Agora, a chave está em usar "fogo amigo", fazendo-se uso de bactérias vampiras, prontas para chupar, digo, atacar outras pequenas safadas.

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7 bilhões em ação. Pra frente, mundo!

Eu me lembro (mais ou menos) de quando o mundo estava na casa dos 5 bilhões e tanto. Depois, chegamos aos 6 bilhões e, agora, estamos no raiar do dia em que o sétimo bilionésimo ser humano nascerá. O mundo está apertado, mal podemos andar na rua, nos sentimos sufocados com tanta gente, praticamente tem um bando de visitantes inesperados querendo morar no meu apartamento. O mundo tem capacidade de segurar este número todo? O que temos, afinal?

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Como o comportamento materno é influenciado por alterações no cérebro

Mexer com coisas fundamentais de nossa psique pode ser sinal de problemas à vista. Lidar com nossas emoções é sempre complicado e quando temos a mais profunda dessas emoções analisadas pelas lentes frias da pesquisa científica, acabamos sendo acusados de desumanizar nossos comportamentos. O amor materno é, como todos os nossos sentimentos, reflexo de bilhões de anos de evolução biológica. De uma maneira seca, nos limitamos a dizer que não passam de descargas elétricas causadas por reações químicas no cérebro. Uma recente pesquisa estabelece, contudo, novas variáveis no jogo: o odor.

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