Eu creio que vocês devem se lembrar da tosquinha que, no ano passado, perdeu a hora estando EM FRENTE ao portão de entrada da UFPR, ficando impossibilitada de prestar o vestibular. Galdalf encarnou no segurança e este disse YOU SHALL NOT PASS!
Ontem não teve vestibular, mas teve ENEM, onde nossos briosos estudantes foram colocar seus dejetos cerebrais na prova (favor NÃO perderem tempo enviando aquele e-mail fake com as "pérolas do ENEM"). Como nada é tão maluco que um bando de crente tosco não faça ficar mais insano, um bando de desocupados foram orar pelos "feras" se saírem bem na prova. Ahã. Sei.
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O mundo da imbecilidade não para de surpreender. Se bem que nem é tanta surpresa quando algum idiota posta besteiras aqui ou me envia pelo e-mail. Creio que foi a única maneira de conseguir levar suas palavras a todas as criaturas da Terra, como manda o Evangelho. Mas do jeito que estes imbecis são, eu fico pensando que o Cristianismo não teria durado 1 ano se dependesse deles nos inúmeros embates teológicos que aconteceram. Pena que isso não aconteceu e o Cristianismo está aí, dando-nos trabalho.
As pessoas têm uma ideia romanticamente errada sob a Idade Média. Não havia cavaleiros garbosos em cavalos brancos salvando belas donzelas de dragões. Os dragões só existem na Bíblia (e são mais parecidos com a sua sogra), as donzelas não eram tão donzelas assim, além de terem poucos dentes na boca, feridas, vários partos (muitos abortados) e cabelo desgrenhado, os cavaleiros normalmente era um bando de filho bastardo dos ricos senhores feudais (cujos castelos não tinham a aparência do castelo do Rei Arthur) e os cavalos não passavam de pangarés. A expectativa de vida não passava dos 30 anos (com sorte ou nem tanta assim) e o cardápio consistia no que você quis caçar (ou que estava te caçando no dia anterior). Um lugar lindo e maravilhoso, perto da Natureza e rodeado de verde.
Dois arregalados olhos castanhos circulam pelo ambiente, aterrorizados. O medo chega até a garganta, mas nenhum som sai dela. Uma cabeça gira e vasculha todos os pontos do ambiente, até que uma porta desliza suavemente para cima. Silêncio. O ser monstruoso do outro lado da porta começa a se agitar; o movimento de suas garras e ruído horrível aterroriza o dono dos doces olhos castanhos, e este correrá em busca da única coisa que sua mente acha que garantirá a segurança: sua mãe. O macaquinho corre e se agarra a uma boneca feita de arame e com "pele" felpuda e é tudo isso que o coitado precisa para se sentir seguro.
Uma das coisas mais maneiras que eu vi (e isso faz tempo) foi uma
Em
Assimilar a informação que você fez besteiras não é agradável. Ninguém gosta de estar errado. Eu mesmo não gostaria caso algum dia alguém finalmente conseguisse demonstrar que eu errei algum dia da minha vida. De qualquer forma, os antigos já diziam que é errando que a gente aprende, o tipo de coisa que pensamos quando um médico corta a sua perna direita fora quando deveria cortar a esquerda. O importante é saber como o cérebro reage frente ao erro e como se prepara para lidar com a situação.
Não adianta tentar negar: todos nós somos — em maior ou menor grau — detentores de algum tipo de preconceito. Desde coisas que chamam de música, como funk ou os baby, baby, baby da vida, até o modo como nosso vizinha anda vestido, passando por preferências sexuais, cor de pele ou times de futebol, o ser humano mostra que não está muito familiarizado com a vida em companhia de outras pessoas que julgam não fazer parte de um determinado grupo.
A dislexia é um dos maiores problemas a serem enfrentados em sala de aula. Ainda mais porque ela é mais comum do que parece e os pseudocientistas do curso de Psicologia achavam que ela era decorrente de problemas comportamentais, como coisa que eles falem algo diferente disso. Bem capaz de dizer que dengue é apenas um problema comportamental e com terapia passa.