Por que gastar dinheiro com exploração espacial? Isaac Asimov responde

Eu AMO ficção científica. A boa ficção científica e não essas tristezas que saem nos cinemas de vez em quando.Isaac Asimov, sem dúvida, é meu autor favorito, embora reconheça que é difícil ter um favorito entre muitas estrelas de primeira magnitude escrevendo, como Jules Verne, Arthur Clark, Ray Bradbury, Phillip K. Dick etc. Não, Douglas Adams não chega perto deles. 3 dias depois de 2 astronautas terem cortejado pessoalmente a Lua pela primeira vez, Isaac Asimov escreveu uma pequena carta sobre o porque da importância de explorar o espaço.

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Examinando o motor Keppe

Volta e meia, mandam para o e-mail do Fale Conosco perguntas sobre o motor keppe. Esta maravilha promete ser um motor sustentável, onde a única fonte de energia seria o próprio motor, apesar de não ser isso o que dizem, a princípio, mas eu não sou bobo. Muitos estão achando O MÁXIMO este motor, já que o preço dos combustíveis estão lá na estratosfera, e um lobby das empresas de combustível está manipulando nossas mentes com o aval da Rede Globo, os Illuminatis e o seu Juca da padaria, que reitera aos 4 ventos que o homem pode sim viver de pão. Onde está a verdade? Quem poderá nos ajudar?

Spectreman O pensamento crítico..

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Uma ode ao maior explorador de todos os tempos

No fatídico dia de 25 de agosto de 2012, o Universo parou por um segundo em luto. Falecia, Neil Armstrong. Engenheiro, piloto, mestre Jedi e aquele que colocou o dedo no nariz e fez "Blé" para todos os aventureiros, pois ele chegou primeiro aonde nenhum homem jamais estivera antes. Já faz um ano de seu passamento, e ainda temos a saudade quando homens faziam acontecer e não apenas se escondiam atrás de telas brilhantes, puxando briga e xingando muito por aí.

A NASA e toda a sua equipe não poderia deixar de fazer um tributo ao maior dos viajantes. Por isso, Eric Brace nos dá de presente uma música em homenagem a Neil do Braço Forte e sorriso amigo.

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Uma história sobre nossas memórias

Eu vejo os seres humanos como o conjunto de suas memórias. De todos os animais, os humanos somos os únicos que interagem com elas, que fazem esforço para relembrá-las, para nos fazer felizes de novo, sentirmos saudade etc. Nossas memórias são aquilo que realmente nos faz humanos. Por mais que seu cão se lembre de você após muito tempo fora, apenas nós fazemos esforço para nos lembrar dos risos que demos, das lágrimas que vertemos, das conquistas que conseguimos e assim por diante. Aprendemos, portanto, a valorizar estes momentos e procuramos eternizá-los e compartilhar com outras pessoas.

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A verdade não está lá fora. Está no Word!

Eu sempre disse que as pessoas não têm medidas das besteiras que falam. Os deslumbrados se emocionam com qualquer besteirol que aparece e defendem com unhas e dentes, como se aquilo fosse alguma verdade suprema. Aliado a isso, temos o pessoal que acredita em tudo, que aceita tudo e vê tudo acontecendo, menos o que realmente acontece e não acredita numa coisa simples e que parece não tem muito valor: a verdade. Hoje, eu tive mostras de como é inglória a batalha contra o obscurantismo e isso graças a um simples editor de texto.

Esta é a sua SEXTA INSANA!

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Grandes Nomes da Ciência: Henrietta Lacks

A mulher no leito do hospital está em seus últimos momentos. Ela chega ao fim, totalmente anônima. É apenas mais uma mulher negra e ninguém dá bola para mais uma mulher negra enferma, pois estamos falando dos Estados Unidos na década de 1950. Mas aquela mulher será especial e todos os cientistas a conhecerão. Ela ajudará a milhões de pesquisas no mundo todo, terá participação ativa na descoberta de remédios, vacinas e até mesmo no programa espacial. Aquela mulher que dentro de poucos minutos encontrará os braços da morte será a responsável por muitos abraçarem a vida, pois suas células viveram por décadas e mais décadas, pois Henrietta Lacks não é nem foi um personagem de quadrinhos, mas suas células são imortais.

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As estrelas pintadas por um astro

Vincent van Gogh era um gênio, apesar das pessoas se lembrarem mais dele em seus períodos de surto, cortando nacos de sua orelha por causa de uma discussão com o neurastênico do Gauguin. Como aconteceu com a maioria dos grandes gênios, ele só foi reconhecido depois de morto. Seu irmão Théo foi quem, por pena, comprava as obras do holandês maníaco-depressivo. Van Gogh, entretanto, via o mundo à sua volta e um dos maiores nomes do impressionismo deixou sua marca através de longínquas fornalhas nucleares, cujo brilho frio chegava até aqui após de milhares de anos viajando pela frio espaço interestelar.

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Grandes Nomes da Ciência: Marcela Uliano

Este país é tão vergonhoso que pesquisa científica agora é feita literalmente com o pires na mão. Pessoas com brios e um tanto de vergonha jamais pedem dinheiro às pessoas para resolver seus problemas. Cientista quer porque quer saber das coisas e aí, amiguinho, o brio que se dane, dá essa grana aqui para que possamos trabalhar; como foi o caso de uma pesquisadora que pediu dinheiro pra galera para poder fazer sua pesquisa. O pior, digo, MELHOR é que conseguiu!

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Os caçadores da cidade maia perdida

A vida de um arqueólogo não é fácil. Longe de ser o mundo de aventuras como as do Indiana Jones, arqueologia é algo que requer disciplina, paciência e horas com a bunda pra cima escavando ou se embrenhando em alguma mata esquecida em busca de qualquer treco (neste momento, uma turba de arqueólogos com máscaras do Guy Fawkes lotam a calçada aqui em frente).

Mesmo com toda essa trabalheira, há recompensas, como encontrar uma antiga cidade maia perdida nos cafundó do Judas no México.

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… E eu levantarei o mundo!

Eu não sou um ludita. Adoro meu computador, meu smartphone, meu tablet, minha TV e até micro-ondas. Vejo o potencial de cada coisa e como elas são tolamente desperdiçadas. É chato dizer "no meu tempo", mas quando você viveu num tempo em que o auge do conhecimento era ter uma coleção da Barsa ou da Conhecer (e todos o olhavam com respeito e inveja por causa disso), há uma tendência maior a dar valor ao que não tínhamos em nossa época; e mesmo assim fazíamos nossas maravilhas.

Ainda assim não gosto do atual termo "tecnologia". Ela sempre existiu, sempre no seu tempo. O que vemos de tecnológico hoje, será brincadeirinha de bebês daqui a alguns anos. O que não muda é o fascínio em como os antigos resolveram muitos problemas. Um deles era Arquimedes, o homem que disse que se lhe dessem um ponto fixo no espaço, ele levantaria a Terra.

Levantaria mesmo? É o que o Livro dos Porquês analisará agora.

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