A chegada da Fórmula Perfeita

Sim, eu fiz um novo canal. Ele se chama Fórmula Perfeita. Motivo? Foi o que mais gostei. Sei lá. Não tem um motivo particular, apenas gostei do nome. Nem tudo tem um porquê complexo ou uma mini-história por detrás. Eu vi que não era bom manter os vídeos de Ciências no canal do Ceticismo.net (já se inscreveu?). Fiz este canal por alguns motivos.

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A Biblioteca do Ceticismo.net

Volta e meia me pedem uma relação de livros para ler. Livros que eu tenho e que uso nos meus estudos sobre a Bíblia, Cristianismo Primitivo e religião em geral. Tem até chato que pede foto da minha estante (não perguntem).

Bem, eu gravei um vídeo sobre isso, citando apenas alguns livros e autores. Tem muito mais, mas já dá para vocês começarem. Como fica difícil tomar nota vendo o vídeo, coloquei uma lista aqui no final, com a relação dos autores e seus livros (não todos, mas mais títulos do que eu menciono no vídeo, ou eu teria que gravar um vídeo com uma hora, e eu detesto vídeo com mais de 15 minutos. sendo 10 o ideal).

Divirtam-se:

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Grandes Nomes da Ciência: Maria Mitchell

Sons de passos. Um farfalhar de tecido. A senhora entra empertigada, com o torso bem moldado pelo espartilho, com uma blusa branca com babados descendo pela gola, abotoada de acordo comas normas de decoro e um vestido que assentava bem em sua cintura, como era costume de sua época. A audiência em silêncio, o movimento da cabeça faz ondular os cachos brancos que emolduram algo prodigioso. Não a beleza, que outrora tivera, mas o mais importante era o que tinha naquela cabeça.

Amigos, que cabeça essa senhora tem! Os olhos afiados, a fala calma e pausada, com a segurança de quem sabe o que está a falar. Por mais que a sociedade de sua época propusesse coisas absurdas como a incapacidade de mulheres terem em termos intelectuais frente aos homens, todos os homens em sua audiência, e algumas mulheres ficam em silêncio quando esta senhora começa a falar de planetas, órbitas, cometas e toda a sorte de corpos astronômicos.

Esta é a aula da senhora… correção, da doutora Maria Mitchell, a primeira astrônoma profissional dos EUA.

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As geniais perguntas burras para quem se acha esperto

Normalmente, aparece, vez por outra, alguma imagem com um desafio. Não-raro, vem com a cara do Albert Einstein e começa com “Só gênios acertam essa”. Isso deve calar fundo na alma das pessoas, pois correm para responder. Afinal, como assim eles vão deixar de se considerar gênios? Nisso, apareceu mais uma. A imagem a seguir:

Só sendo um gênio vai saber qual tanque enche primeiro, certo? Pois preste bastante atenção.

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O que significa ser cientista? Como ser cientista?

Me perguntaram o que significava ser cientista. Não só isso! Perguntaram como ser cientista. O que é preciso. Muitas vezes os pais nem são muito ligados em ciência, mas veem o interesse dos filhos. Assim, pais até querem saber mais, até para orientar melhor suas crias. Isso é muito legal!

Bem, aqui vai a minha opinião sobre o que é ser cientista. Uma visão particular, claro, mas espero ter traduzido o que me fascina e, quem sabe, fascine você também.

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Nyos, o Lago Assassino

A Morte, em seu manto negro, vagou pela África. Não que isso seja algo inusitado, mas a Asrail, o Anjo do Destino Final encontra meios para selar os destinos de muita gente. Há muito anos, ela consultou sua ampulheta e viu que estava atrasada com muitas almas a serem entregues de volta a Obatalá, o Criador de Tudo.

Em 21 de agosto de 1986, mais de 1.700 pessoas e mais de 3.500 cabeças de gado morreram em poucos minutos, envoltos numa mortalha assassina, invisível e inodora. Foi o bizarro caso do lago Nyos.

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Páscoa da Apropriação Cultural

Lembram daquela palhaçada sobre a qual eu falei a respeito de apropriação cultural, com turbantes sendo o alvo do pessoal chiliquento? Esse mesmo pessoal adora se apropriar da cultura alheia quando convém, e um desses exemplos é a Páscoa, uma festividade judaica que foi pega pelo cristianismo que misturou ritos pagãos, e que hoje tem tanta mescla de culturas alheias que nem mais se reconhece perante a festividade original.

Peguem seus chocolates e coelhinhos de pelúcia. Está na hora de malhar o Judas da imbecilidade alheia.

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Vlog #01: A benção, tio!

Divulgação científica é legal, mas o conselheiro come. São dez anos trazendo informação em forma de artigos e, agora, vídeos. Vídeos são legais pois muita gente ainda não me conhecia e tomou um pouco de conhecimento pelo YouTube.

Se você acha que o trabalho é legal e está em perfeitas condições monetárias, que tal dar uma ajudinha?

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Grandes Nomes da Ciência: Emmy Noether

Assim, senhora. Muito, muito bom. Um pouco mais pro lado. Pode olhar um pouco pro lado? Sim, assim. Olhe, senhora, acho que se colocar a mão no encosto dessa cadeira ficará melhor. Sim, tá lindo. Não respira.

Emmy está ali, imponente, reta, com um olhar calmo, a boca entreaberta, mas é a resolução em pessoa. Lhe disseram que ela não poderia fazer coisas. Ela não deu bola, fez o que não poderia ser feito. Lhe disseram que não alcançaria nada de muito relevante. Hoje seu nome é pronunciado com respeito e admiração. No tempo que mulheres eram parte do adereço de casa, ela mostrou seu lugar no vasto mundo dos números. Infinitos, racionais, belos e fascinante.

Hoje é dia 23 de março e é dia de Emmy Nother.

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Poloneses são tão sádicos quanto qualquer um, segundo pesquisa

Stanley Milgram demonstrou de maneira científica que somos um bando de psicopatas. Seu experimento mostra o quanto nós podemos fazer besteira, quando temos alguma figura de autoridade nos induzindo – ou nem tanto – a fazer algo que de outra forma acharíamos reprovável. Seu experimento media a disposição de pessoas em aplicar choques elétricos a outra pessoa, que na verdade era um ator. Nem os gritos (fictícios, mas o examinado não sabia) dissuadiam as pessoas, e elas progrediam. Pior que isso, mulheres se mostraram com maior tendência a aplicar tortura. Clica lá no link acima e leia sobre isso. Eu espero.

Foi? Bem, isso não era para se repetir, não é mesmo? Qualquer um informado sabe desse experimento (0,0000001% da população) e já poderia antecipá-lo e não sucumbir à tendência de agir feito um sádico, certo? Bem, os poloneses não pensam assim.

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