São Paulo continua com falta de água nos mananciais e de vergonha na cara dos políticos. Nosso governador Big Foot também já mandou uma letra dizendo que se o Rio de Janeiro não economizar, poderemos ter racionamento, também (quero nem saber. Continuarei desperdiçando água!).
Mas o bom, justo e misericordioso deus Jeová contornou os problemas de seus filhos. Fez aparecer água em rios caudalosos? Não. Encheu até em cima a Cantareira? Também não. Baixou o preço da garrafinha da água-água-água-água mineral, para você ficar legal? Nem pensar! Ele fez uma tiazinha sonhar e a mesma foi convencer todo mundo a cavar um poço.
Cavando aqui para encontrar algum cérebro pensante, esta é a segunda edição da sua SEXTA INSANA!
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A
São Paulo anda com sérios problemas. Além de terem a mania de colocar purê em cachorro quente e quase lhe bater por colocar o delicioso catchup nas pizzas, como Jesus quer que se faça, contam com a falta de água, de preparo e de vergonha na cara de alguns políticos e muito mais de quem os elege. E sim, isso inclui VOCÊ, seu vagabundo, que gasta água em demasia!
Eu adoro a China. Amo de paixão os seus produtos, seja aquelas bugigangas da Deal Extreme quanto meu iPad. Um lugar tão maneiro que os
Eu não quero, você não quer, ninguém quer morrer. Bem, tem o caso dos suicidas, mas isso é outra história. Quase a totalidade das pessoas não fica feliz com a ideia de morrer agora, CABLOFT! O que diferencia é que algumas pessoas não conseguem lidar direito com os fatos da vida (dica: eu vou morrer, mas você também vai. Get Over It!). Então, mitos, histórias e religiões surgiram para dar a esperança que há algum outro lugar depois que se vai. Vida após a morte, reencarnação etc.
Eu vi a postagem do Cardoso no
Por anos eu não entendi a minha condição. Eu olhava as pessoas ao meu redor e percebi que era diferente delas. Eu não via o mundo como elas. Elas não aceitavam como eu era. Eu não podia fazer muitas coisas que os outros meninos faziam, dado a um problema que eu tenho, que eu nasci. Descobri logo cedo quem e o que eu era. Isso me deprimia. Eu queria ser igual aos outros, mas não era. Eu queria ser reconhecido como um igual, mas eu não era igual. As outras crianças perceberam e riam de mim. Estava na minha cara, não tinha como negar. Meninos e meninas apontavam para mim e riam "Lá vem ele", gracejavam. Mil e um apelidos me colocaram. Fui agredido verbal e fisicamente. E isso porque eu era diferente.
Ser professor não é fácil. Quando não tem gente tentando te bater, matar, esfolar ou xingar – não necessariamente nessa ordem ou pode ser tudo ao mesmo tempo –, ainda tem que lidar com coordenadores insanos, diretores psicóticos e mães de alunos totalmente sem noção.
Com certeza, vocês viram aquele vídeo idiota em que o cara demonstra como Jesus salva, restaura MBR e faz backup. O caboclo mistura uns frascos, fazendo liquidozinho mudar de cor e – OHHHHHHHHH, QUE LEGAAAAAAAALLLLL – isso prova que Jesus veio corrigir o mundo.
Estou em dúvida. Eu não sei se fico triste ou alegre. Nossos hermanos (seus! Eu moro em Tuvalu e como o Eduardo Jorge, não tenho nada a ver com isso) resolveram melhorar a Educação fazendo algo primoroso! Pagar melhores salários para professores, exigindo excelência em troca? Não! Ensino em modernas tecnologias e programação? Não! Atualização do currículo? ÓBVIO QUE NÃO, NÉ? A solução foi: acabar com todas as notas baixas. EEEEEEEEEE!!!!!!!!!!