O Ministério da Verdade paulistano é cioso de suas obrigações. Essa onda de cultura e informação não é algo para se deixar solta. Vai que alguém, sei lá, comece a questionar o mundo? Daqui a pouco teremos o quê? Apelo à Liberdade? Nós, betas, não queremos pensar nisso. Acabei de tomar meu soma e estou aqui na minha, deixando que as grandes decisões sejam tomadas pelas suas fordezas que enviaram a Polícia do Pensamento para conter os vazamentos e se o senhor Guy Montag não nos trair, teremos êxito!
Isso porquê? Por causa de uns baderneiros que – Ford nos Livre! – estavam distribuindo livros gratuitamente no Viaduto do Chá (em Novilíngua, "Chá" significa "Camelô"). Graças ao Napoleão, o traidor Bola de Neve foi contido, embora o farsante tenha fugido para Eurásia.
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Não há nada mais contraditório que o termo "talibã", que em pachto significa "estudante". Não que o termo tenha qualquer relação com pessoas que realmente estudem algo diferente do que os mulás mandam, mas que soa esquisito, soa. Esta corjazinha ignara é contra tudo, só faltando ser contra o ato de ser contra algo, mas eles gostam de ser a favor de serem do contra. Conseguiram entender? Beleza, eu também não.
Eu sempre me admirei com o MEC… No mau sentido. Que é público e notório que os epsilons que trabalham lá entendem tanto de Educação quanto meu hamster com Síndrome de Down, todo mundo sabe; mas eu já estou pensando cá comigo se é realmente vantagem ser um beta.
Longe de ser alguma espécie de roteiro turístico em países comunistas (ainda existe algum?) ou algum sistema de acompanhantes de nome Stalin Scorts, todo mundo está com curiosidade sobre a
Mais uma vez, estamos na maravilhosa situação que é sempre “mais do mesmo”. Já estamos com os resultados do IDEB, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, referente ao ano de 2011. Ele mostra como “melhoramos” na área educacional, o que pode ser visto diariamente e todas as escolas. Sério, alguém aí só pode estar de sacanagem.
Um projeto de lei que acabaria com a experimentação invasiva em grandes macacos nos Estados Unidos deu mais um passo para se tornar lei. É o The Great Ape Protection and Cost Savings Act de 2011, e prevê o fim de experimentações invasivas em chimpanzés, bonobos, gorilas, orangotangos e gibões. É grande, se pendurou na árvore e gosta de bananas, está protegido, apesar de eu saber que gorilas não se penduram em árvores e que demais símios gostam de muitas coisas além de frutos de duplo sentido.
Quando o próprio Batman para e faz um facepalm, nada pode ser pior (sim, sempre pode ser pior, mas deixe-me ficar me enganando-me a mim próprio). Se antes eu tinha que tomar como juramento que a Ignorância era Força, órgãos ligada à Secretaria Estadual da Educação de São Paulo ajudam nesse quesito, como é o caso da Fundação para o Desenvolvimento da Educação que contribuiu para o desenvolvimento educacional cortando, picotando e destruindo livros e apostilas.
Ah, sério que algum de vocês achou que seria diferente? Para Dom Sánchez Sorondo, chanceler da Pontifícia Academia das Ciências, alguma criatura bondosa pôs o Bóson de Higgs lá e isso prova que Deus existe, levando a níveis inimagináveis a tosqueira que é o Argumento (para mim, falácia) de Kalam, também conhecido como Argumento Cosmológico de Kalam. E isso já era idiota quando foi proposto, ainda mais agora com versão 2.0.
O problema com o mundo é… nenhum. Nenhunzinho sequer; ou, segundo as sábias palavras do profeta George Carlin, o planeta vai muito bem, obrigado. As pessoas é que estão ferradas. Caminhando pro próximo bilhão de habitantes, arrumar comida para esse pessoal todo é um desafio. E não é só isso! Temos o problema de transporte, já que o artista pode ir até onde o público está, mas comida não tem essa autonomia.
Uma das piores formas de exigir certo comportamento de alguém é quando você não segue o modelo, na base do "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". É difícil esperar que um filho aja de forma responsável quando seus pais estão com uma vida desregrada. Da mesma forma, é fácil querer um comportamento exemplar de um cidadão respeitador de leis, quando o próprio Estado não só não respeita como estupra suas próprias leis.