O Brasil é um país tão tosco de ridículo que aceita cartas que alegam serem psicografadas como evidência em tribunais. Funciona assim: você precisa tirar o vagabundo assassino que é seu cliente de detrás das grades. Você aparece com uma carta tirada do reto alegando que foi psicografada por um médium com pão e manteiga, no qual o defunto relata que o seu cliente é inocente e quem o matou foi outra pessoa. Todo mundo saca que é falso, exceto o júri, que é composto pelo populacho que acredita que um biscoito de farinha sem graça vira Jesus e um prato de barro com pipoca tem poderes mágicos. Há grande chance do seu cliente se safar.
MAS CALMA! Se isso já é imbecilidade demais para você, que tal saber que estão falsificando carta psicografada (recursivo, eu sei) para usar como arma na sucessão eleitoral do SerBMW, digo, Sergipe.
Flutuando ao lado dos fantasminhas à solta por aí, esta é a sua SEXTA INSANA!

Eu tenho pra mim que os problemas de São Paulo começaram quando eles começaram a enfiar purê de batata em tudo. Pizza, cachorro quente, churrasco. Capaz até de usarem purê no lugar de KY. Isso fez com que São Paulo tivesse a mania de proibir tudo. O que São Paulo não proíbe são ideias retardadas, oriundas da imbecilidade religiosa de seus deputados toscos (desculpem a sucessão de pleonasmos). Uma delas é que o preso pode ter vários dias descontados de suas penas se simplesmente lerem a Bíblia.
Eu, como servo de Nosso Senhor, fico regozijado na paz de Cristo Jesus ao presenciar milagres. Quando almas perdidas se encontram e vão para o seio do Senhor Deus, Nosso Pai. Quando vidas se transformam, decisões são tomadas e aqueles que antes seguiam por um caminho, mudam radicalmente, apenas pelo que lhes toca o coração, amém, irmãos, graças a Deus.
Enquanto as pessoas estão tendo arroubos homéricos porque a Meghan, que não é princesa, mas duquesa (o que dá na mesma), entrou sozinha na igreja (só que não) por ser feminista (o pai está doente e não pôde viajar) e usa o seu vestido para ressaltar o BREXIT (é a bosta de um vestido branco!), autoridades sauditas mandaram sete defensoras dos direitos das mulheres ver Maomé nascer quadrado pela séria acusação de “tentar minar a segurança e estabilidade do reino… e erodir a unidade nacional”.
Políticos têm alta tendência a agir como idiotas. Vide o Lindbergh Farias mudando seu nome parlamentar para Lindbergh Lula Farias. Gleisi Hoffman, também. Sim, eles representam bem parte de uma população retardada e ignorante. Mas bom mesmo é a doce hipocrisia dos chamados “pro-life” (pró-vida), como é o caso do ilustre senador Robert Nonini (ou Bob Nonini), candidato a vice-governo do estado de Idaho, EUA. Segundo ele, um republicano católico pró-vida rígido, mulheres que sejam acusadas de aborto, deveriam ser condenadas à pena de morte.
Você está acompanhando as notícias da prisão do Lula. Ou você está concordando com isso ou está diametralmente contra. Não sou um blog político, não tenho partido e acho que todos eles são errados, mas não tão errados assim por motivos que você lerá adiante. Todo o problema reside num grande problema que começou com boas intenções (e sabemos aonde vão parar as boas intenções): o Foro Privilegiado.
Já fez 20 dias desde que Marielle, a famosa vereadora que ninguém conhecia até seu fatídico dia, foi assassinada junto com seu motorista. Todo mundo rasgou as roupas de consternação, prantou-lhe o seu ocaso, choraram e exigiram Justiça. Artistas internacionais como Viola Davis,
Uma das coisas que as pessoas pouco sabem (mas se perguntar sobre BBB, estão antenadíssimas) é que o Brasil tem uma das melhores leis de vigilância sanitária do mundo. A ANVISA, na medida do possível de um órgão do governo, bate em cima de tudo, desde frigorífico vagabundo até a situação de medicamentos. Se você acreditou naqueles manés da fosfoetanolamina, saiba que a ANVISA não cai nessa de liberar remédio a torto e a direito, como foi o caso da suspensão da importação do remédio Cassodex, já que sua linha de produção não é exclusiva. Imaginem com a Big Pharma controlando pesadamente a ANVISA, o que ela não faria se tivesse livre dos capitalistas opressores.