Desde os primórdios, o Homo sapiens tem que lutar pela a sobrevivência, como qualquer ser vivo. Não somos predadores, somos macacos pelados com pouco mais de 20 mil anos. Não temos garras, não temos presas, não temos dentes afiados, não temos força muscular, não temos nada. Ursos, lobos, pumas, cobras… nós estamos à mercê da Natureza e só conseguimos dominá-la (muito mal) graças ao nosso intelecto, desenvolvendo tecnologia, como um machadão do mal feito de pedra.
Como bullies de colégio, resolvemos mostrar que somos malvadões com outras espécies e nos tornamos a besta-fera, os arautos do Apocalipse, nos dispondo a aterrorizar criaturas bem ao nosso estilo. Recebemos a alcunha de “super predador”, o terror de incríveis seres poderosos como os…

Todo mundo dá muito valor à privacidade. Talvez até demais. Não queremos ninguém fuçando nas nossas cartas nem nos nossos celulares, odiamos câmeras de vigilância, abominamos o vizinho que dá “bom dia” pra gente. E isso para chegarmos em casa e fazermos compras pela internet, fazer buscas de conteúdo que sua avozinha jamais pode saber, postar besteiras no Facebook, nudes no whatsapp, palavrório racista e e preconceituoso no twitter etc.
O ano é 2023. Wikileaks vazou uma série de comunicações obtidas por meio de uma intensa investigação. Zé Pé-de-Cotia, responsável por descarregar o caminhão da COMLURB, tinha encontrado uns formulários esquisitos embrulhando peixe estragado e mandou para o Assange só de zoeira, enviando foto da façanha pro grupo da família no uatizápi. Apurando as informações nesses documentos (uma zona federal, estadual e municipal), ficou-se sabendo de uma tentativa do Estado Islâmico, o ISIS, em deflagrar um imenso ato terrorista na cidade do Rio de Janeiro na abertura os jogos olímpicos de 2016, já que vários chefes de Estado estariam presentes, menos o Putin que acha que o Brasil é hardcore demais até pra Rússia. Ao tentar remontar o caso, ficamos sabendo dos detalhes.
Tuberculose sempre foi um problema sério e responsável pela morte de milhões de pessoas. Contraiu tuberculose, podia encomendar o caixão. Era um destino inexorável, definitivo, usado em várias obras literárias para determinar que aquele personagem ia morrer de qualquer jeito, e a história teria que se dar naquele ponto até seu fim último. Desde Floradas na Serra até o filme do Moulin Rouge (que nada mais é que uma versão da Dama das Camélias).
Há algo tão velho na história do Homem quando o próprio Homem: o preconceito. A tendência de desprezarmos, temermos e odiarmos qualquer coisa que saia um pouco dos padrões que nós mesmos criamos é inerente a qualquer espécie viva, não necessariamente de seres humanos. Alguns mais, outros menos, embora humanos façam isso com maior eficiência, pensando 24h/dia em pessoas que ele abomina. Mas por que isso ocorre? Burrice? Ignorância? Não é o que pesquisas recentes apontam.
O mundo é esquisito e cheio de segredos. Nada é o que nós pensamos. Extra-terrestres, elites globais, UFOs, Viagem à Lua, domínio de sociedades secretas etc. Tudo isso acobertado dos seus olhos. Você está sendo vigiado. Nada está seguro. O Governo mente, seu vizinho mente, sua namorada mente, a justa mente, a Clara mente, a Globo mente, a mente mente, todo mundo mente. Se proteja, você não está seguro.
Eu rio muito quando o pessoal fala que “adora tecnologia”, só porque comprou um celular novo. Nós já tínhamos tecnologia quando quebramos um pedaço de pedra para servir de arma ou utensílio para esmagar grãos (e a cabeça dos adversários). Por isso eu gosto muito do canal
Todos nós sabemos que Evolução é mito, e seleção natural é algo inventado pelo Capeta para nos desviar da pureza da Criação Divina. O problema da Natureza é que ela é demoníaca e insiste em nos mostrar evidências (falsas, claro) do processo evolutivo. A verdade é que nada disso existe. Porque, sei lá, se existisse poderíamos até criar remédios.
A Psicohistória, de acordo com a magnífica obra Fundação, de Isaac Asimov, é o ápice de todas as ciências sociais levada ao máximo da matematização. Longe da desculpas tipo “Não sei, sou de Humanas”, a Psicohistória, através de inúmeras equações matemáticas seria capaz de prever o desenrolar de eventos futuros, tomados em grande escala. Ou seja, ela não pode prever o que um indivíduo fará, mas pode descrever como uma sociedade reagirá mediante certos eventos.