O Experimento Olhos Azuis

Qual é a raiz do preconceito? Como ele ocorre? Quais são os seus efeitos. Martin Luther King foi um importante ativista pelos direitos civis dos negros. Seu assassínio chocou muitas pessoas e uma professora chamada Jane Elliot resolve fazer um experimento com seus alunos, separando-os em grupos com olhos castanhos e com olhos azuis, em que o segundo era tratado muito melhor que o primeiro.

Os resultados mostram a como o racismo podem ser danoso às pessoas.

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Grandes Nomes da Ciência: Kathleen Drew-Baker

O casal está em casa. É sábado e a noite está convidativa para ficar em casa. Obviamente, não tem nada na TV que preste, mas com serviços de streaming e a Locadora do Paulo Coelho, basta escolher um filme qualquer para passar. Seria legal pedir alguma coisa, né? Claro! Comida japonesa? Pode ser. A encomenda é feita e algum tempo depois chegam os sushis, os temakis e outras iguarias. Algo trivial e comum, mas pratos como sushis e temakis só são possíveis de fazer graças a um tipo particular de alga. E essa alga só é possível graças a uma mãe zelosa.

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Pesquisa visa entender porque negros são mais suscetíveis ao câncer de próstata

Muito por causa da frescura de um monte de homens idiotas, o câncer de próstata é o tipo de câncer que apresenta a maior incidência entre homens de 18 anos ou mais que descobriram a doença no primeiro diagnóstico. Quanto? 36%. Altíssimo. E não, não é coisa de velho. Releia: 18 anos ou mais! Esse número sobe para assustadores 65% de ocorrência de câncer de próstata em homens acima de 60 anos. Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2015, 14.484 homens morreram em decorrência da doença no Brasil. Dados estatísticos em vários países concordam em um ponto: negros são os mais propensos a sofrerem de câncer de próstata do que brancos. Quando levamos em conta o Brasil, com sua população altamente miscigenada, chegamos em mais de um terço dos homens propensos a ter câncer de próstata, sendo que o miserável deveria parar com a frescura reinante na população e ir no médico quando percebe que tem algo errado. E eu nem estou falando de urologistas. O brasileiro médio prefere pegar receitinha com o vizinho do que ir a médico, e quando se fala em exames de próstata, o desgraçado acha que todos os urologistas são tarados, doidos para dar uma dedada nele, como se não existisse ao menos o sigilo médico-paciente.

Enquanto no Brasil se faz campanha para os retardados imundos lavarem o pênis (sério. O nome de várias campanhas é Lave o Pinto) e tem um saco peludo como mascote (não, de novo, eu não estou brincando), o Instituto Nacional de Saúde dos EUA e a Fundação do Câncer de Próstata (também de lá) estabeleceram o maior esforço coordenado de pesquisa para estudar fatores biológicos e não biológicos associados ao câncer de próstata agressivo em homens afro-americanos.

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Índios detêm 1/4 dos territórios do planeta (e é tudo bem protegidinhos, diz cientista crédulo)

De uma maneira geral, as pessoas têm uma péssima ideia quando se envolve números muito grandes. Não importa sobre o que esteja se falando. Números são muito ardilosos, e quando se entra discursos de ordem política, econômica e/ou interesseira (o último e a soma de tudo), temos um caminho lindo para ludibriar pessoas. Um exemplo disso são as terras indígenas. Você pensa que, pela forma que as reportagens falam, os pobres índios estão em algum terreno com área semelhante a um bairro de cidade pequena. Bem, não é isso. Uma recente pesquisa mostra que povos indígenas têm direitos (totais!) de propriedade, de pelo menos um quarto da superfície terrestre do mundo. Não me parece pouco, parece?

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O Incrível Caso de Phineas Gage (sim, vídeo!)

Phineas Gage era um operário braçal que trabalhava para uma ferrovia. Um dia tinha uma pedra no meio do seu caminho. No meio de seu caminho tinha uma pedra. A decisão era explodí-la e quando Gage foi socar o explosivo na pedra, o explosivo detonou e a barra de ferro entrou em seu crânio. Ele não morreu, mas virou um ícone para o estudo da Neurociência, e é citado até hoje em publicações e em universidades.

Eu já tinha escrito um artigo sobre ele, mas sempre tem alguém analfabeto com pouco tempo que prefere em vídeo.

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Histeria Coletiva

Distúrbio Psicogênico em Massa, ou Histeria Coletiva, é o termo usado para descrever uma situação em que várias pessoas sofrem de sintomas histéricos semelhantes. Sejam pessoas dançando sem parar ou tendo visões ou adoecendo por motivo nenhum. É o cérebro pregando pessoas e isso de forma em que várias pessoas tenham a mesma ocorrência, o que explica o fenômeno religioso, aparições, OVNIs e coisas do tipo.

Não se apavore ou perca as estribeiras. Aqui você aprenderá um pouco mais sobre isto.

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Reino Unido apresenta um caso de mutilação genital feminina a cada duas horas

A religião faz as pessoas mais éticas e mais ciosas da moralidade das ações, e bons exemplos. É o que vivem dizendo para pessoas como eu que acham que religiões são um câncer sociológico (eu diferencio religiosidade, a tendência do ser humano a se conectar com algo fora da Natureza, de religião, o sistema organizado de controle). O tempo que perdem falando isso para mim poderiam usar para explicar aos próprios religiosos.

Obviamente, não aceitam isso; daí acontece um aumento absurdo de mutilação genital na Inglaterra e em toda Grã Bretanha, devido à onda de refugiados de religião muçulmana. Mas é a religião deles, temos que respeitar.

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Mania idiota de ver gordofobia em todo lado piora os casos de obesidade

No mundinho mágico millenial, você não pode apontar nada errado, que eles acham que tudo é preconceito. Esta gentinha mimizenta, tola, superficial e fútil acha que eles estão sozinhos e que o mundo é malvado e está contra eles. Que o mundo é malvado, é fato; mas ninguém está contra eles. O mundo é contra todo mundo. Agora, a bola da vez é se acharem pobres perseguidos, principalmente os que alegam sofrerem preconceitos por gordofobia, porque o médico passou uma dieta e falou para pararem de se encher de fast food, de preferência fazendo uns exercícios junto. Olha que audácia! O problema é uma coisinha chamada “Realidade” que está pouco se lixando se você vive ótima com seus 180 quilos, se entupindo de salgadinhos e Big Mac. Uma pesquisa mostra que essa normalização de corpos “plus size” (plus size é um gordo hipster. Pobre é rolha de poço, mesmo!) pode estar levando a um número crescente de pessoas subestimando seu peso, o que futuramente irão (não tem nenhum “se” aqui) irá reverter em sérios problemas de saúde

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As fotos antes de serem fotos que estavam perdidas, agora recuperadas

De um modo geral, há uma concepção que apenas registros históricos de grandes personalidades devem ser conservados. Alguns acham que a verdadeira história é escrita por anônimos. Sendo assim, o máximo de informação e registros de todo mundo, seja um grande político ou imperador ou mesmo um zé ruela que se mantenha é não deixar que nossa memória se apague. Conservar estas informações, entretanto, é um problema. Hoje conseguimos por meio de fotos digitais (e nem isso é garantia), mas e quando do início da fotografia se tinha apenas daguerreótipos?

Muitos daguerreótipos hoje estão totalmente escuros, por causa do passar do tempo (já que eles têm mais e 100 anos). Agora, químicos conseguiram reverter este processo.

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Mui brevíssima anatomia dos livros de anatomia

Esta imagem que vocês estão vendo ao lado é um coração, com veias e artérias. É a tecnologia do século XXI em ação, ajudando profissionais e estudantes. É uma forma moderna e não-invasiva de estudar anatomia. Antes, os estudantes de Medicina, há um século, dispunham de cadáveres e livros apenas. Alguns desses livros tinham uma folha de acetato impressa que se sobrepunha a várias outras e o aluno ia “dissecando” página por página. Que maravilha, não é mesmo? Então, fica a pergunta: como os médicos da Idade Média estudavam?

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