Saiu o filme da Mulher Maravilha. Como eu já esperava começou o festival de chorume por todos os lados. Pessoas que levam filmes muito a sério, como se fossem bandeiras, quando sabemos que filmes de heróis são apenas histórias de gente que usa a cueca por cima da calça.
Ok, não é apenas isso. Heróis de quadrinhos são nossos mitos atuais. O problema está sendo que as pessoas estão levando a sério demais certas coisas e para isso temos que dar uma sacolejada e explicar certas coisas.
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Lei anti-blasfêmia é uma das coisas mais imbecis no mundo do século XXI. Não se pode falar mal de um deusinho, pois ele tem problemas de aceitação, fica tristinho e cai na depressão. Temos que protegê-lo. A Dinamarca tinha uma lei anti-blasfêmia que já datava de uns 150 anos. Aí, para horror de muita gente, os legisladores disseram algo como “anti-blasfêmia é o cacete” e revogaram-na.
Volta e meia me criticam porque eu “persigo” os coitadinhos dos departamentos de Humanas (não, nenhuma ciência aqui. Sorry). Afinal, eles também desenvolvem conhecimento, ajudam a melhorar o mundo, faz o ser amado voltar em 3 dias, caminha sobre as águas e cura sua espinhela caída. Entretanto, quando vemos os trabalhos, dissertações e teses, vemos o lixo pseudointelectual que produzem. Não, o Tedson, que ganhou 30 mil reais para ficar fazendo sexo oral em banheirão púbico, não é algo raro.
Uma das alegações (estúpidas) que o Homem não foi à Lua é o cinturão de van Allen. Dizem as mulinhas, que reprovaram em Física mas pagam de sabedores, que esse capo de radiação é tão intenso que fritaria pessoas, sistemas eletrônicos e apetrechos de SuaMãe™. Isso claro é imbecilidade. Mas só dizer isso não basta.
A Missão Cassini-Huygens foi lançada em 15 de outubro de 1997, e agora sua missão está chegando ao fim. Enquanto a sonda Huygens beijou Saturno, a Cassini ficou lá em cima, passando por anéis e fotografando e filmando tudo o que podia. Cada imagem é uma poesia à parte. Mas tudo tem que terminar um dia.
Tem gente que acha que Aquecimento Global é uma farsa. Boa parte dos motivos é que algum professor-doutor da USP falou que não, que pelo contrário, a Antártica não está derretendo. USP parece viver mais do seu nome do que pelos profissionais que têm lá (beijo, Chierice). O problema é que a realidade… bem, a realidade é o que é.
Os dois homens descem ao interior da Terra para explorá-la e tirar suas riquezas. Ao chegar nas profundezas, os homens caminho para o trabalho. Sim, eles têm medo, mas também têm esposas e filhos. Eles precisam do dinheiro. Mais e mais eles adentram ao túnel. Há algo estranho no ar pesado. O carvão está logo ali adiante, mas tem algo errado. Nas mãos, uma lanterna com uma chama bruxuleante. Logo eles percebem o que tem de errado: gás. Uma garra gelada segura suas espinhas, já que o gás emanado é altamente inflamável e a chama da lanterna ia fazer tudo aquilo explodir. Eles param e esperam a morte em meio a chamas… mas nada acontece.
A Morte, em seu manto negro, vagou pela África. Não que isso seja algo inusitado, mas a Asrail, o Anjo do Destino Final encontra meios para selar os destinos de muita gente. Há muito anos, ela consultou sua ampulheta e viu que estava atrasada com muitas almas a serem entregues de volta a Obatalá, o Criador de Tudo.
Lembram daquela palhaçada sobre a qual