Artigos da semana 44

Já de volta aos trabalhos, vamos  começar a postar com maior regularidade. Meio que comecei esta semana, mas como eu sei que alguns de vocês também estavam de férias, podem não ter visto o que rolou de segunda a sábado. Como é de praxe, vou postar o listão do que foi publicado durante a semana.

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Melhores artigos de 2020 parte 3

Pelo amor de Deus, André, parte 3?

É, e isso por dois motivos. Primeiro, porque eu gostei desses artigos na minha volta à blogagem marota e eu realmente adorei tê-los escrito. A segunda é porque eu quis. Estou de férias, ora bolas! Ademais, larga maioria de vocês não leu todos estes artigos. Bora l~e lá, pombas! Até voltei com os textos sobre religião!

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Melhores artigos de 2020 parte 2

Esta é a parte 2 dos melhores artigos de 2020. Teve de tudo, eu falando sobre a explosão no porto de Beirute, com as minhas primeiras impressões baseado no que eu sabia algumas horas do ocorrido. Algumas coisas acertei, outras eu errei. Não tenho nem quero ter bola de cristal. Falei do primeiro ebook do Ceticismo.net e até sobre como eu me ferrei e tive que dar um jeito na hospedagem, voltando pro WordPress.com e pra blogagem-raiz.

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Feliz 2021!

Este é o fim do ano. Não é o fim de tudo de ruim que aconteceu este ano. Só que este ano não terá mais nada de ruim… nem de bom. Estamos no limiar de um novo ano, com desafios, males e conquistas, mas isso é em todo ano, não é mesmo? Continuar lendo “Feliz 2021!”

Cadê os blogrolls?

Eu não tenho blogrolls. Onde estão meus blogrolls? Se você lê blog há um tempinho já sabe do que estou falando. Se não sabe, eu explico: Todos os blogs (descansem em paz) costumavam ter uma listinha de blogs que recomendavam, normalmente, com temas afins ao seu próprio blog. Os blogs morreram embora alguns tenham resistido. Continuar lendo “Cadê os blogrolls?”

O caçador africano que humilhou o filósofo grego


Soninho…

As migrações dos pássaros provavelmente foram um dos primeiros fenômenos naturais a atrair a atenção e despertar a imaginação do homem. As observações registradas sobre o assunto datam de quase 3.000 anos, indo lá para os tempos de Hesíodo, Homero, Heródoto, Aristóteles e outros. Aristóteles foi um dos primeiros a discutir o assunto da migração de pássaros. Ele notou que grous (pássaros que abrangem catorze espécies distribuídas pela América do Norte, Europa e Ásia, África e o norte da Austrália) viajavam das estepes da Cítia aos pântanos nas cabeceiras do Nilo, bem como pelicanos, gansos, cisnes, trilhos, pombas e muitos outros pássaros também passavam para regiões mais quentes para passar o inverno. Continuar lendo “O caçador africano que humilhou o filósofo grego”

Uma história de amor entre desconhecidos

Os piores momentos revelam os melhores amigos, ainda que nunca se conheçam pessoalmente. Algumas dessas histórias começam com uma ajuda, acabam enfrentando uma ingratidão, observam a fome, contribuem com amizade,  evoluem até um gesto de amor, para depois ser retribuído com o calor do coração e uma coroa.

Tudo começa quando os primeiros peregrinos fugiram da Europa.

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Artigos da semana 36

A semana está com novidade. Saiu um parasita no comando dos EUA e entrou outro parasita. mas como é o parasita que adoram, todos estão ovacionando, apesar do primeiro parasita ter perdido por pouco. Toda eleição é a mesma coisa, como se isso fosse mudar a vida de alguém aqui no Brasil. Provavelmente, não vai mudar nem lá, mas quem se importa?

Para vocês que acompanham meu site, mesmo estando nos EUA, aqui vai o listão de artigos publicados durante a semana. Continuar lendo “Artigos da semana 36”

A mais importante pergunta

No conto A Última Pergunta, Isaac Asimov trabalha com o conceito de fatalismo. Não de uma forma filosófica, mas científica. A Última Pergunta seria “como seria possível reverter a Entropia?”. A resposta é fascinante, mas esquecemos há muito tempo uma coisa primordial: qual foi a primeira pergunta?

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Maria, A virgem que não era

Os cristãos têm vários dogmas. Alguns são mais fortes que outros. Alguns deles são tão fortes que as principais vertentes cristãs, apesar de divergirem em quase tudo, aceitam de comum acordo, como o nascimento milagroso de Jesus de uma mãe virgem. Isso vale para católicos romanos e ortodoxos, e protestantes (não todos). Maria é cognominada “A Virgem” (ou Virgem Maria, o Virgi, ou Vixi, ou só Ixi), pois Jesus foi gerado sem que sua mãe tivesse feito sexo com alguém, muito menos José. Assim, o nascimento milagroso de Jesus o livra do Pecado Original, o que já o deixa mais santo que todos os mortais que nasceram e morreram. Claro, as coisas não são tão simples assim, e o problema é que, ao entendermos tudo o que estava por detrás disso, vemos que foi apenas fruto de uma briga política pelo poder, sustentada debilmente por uma confusão por parte dos redatores da Bíblia.

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