Giárdias, como todo bom parasita, é um bicho sacana. E sim, mulinhas, eu sei que ele não é um animal, mas um protozoário fidamãe que fica no intestino dos mamíferos, inclusive de seres humanos e cães, podendo levar estes últimos à morte; em que nos seres humanos, as giárdias do inferno preferem se alojar no intestino delgado. Esta cria de Satã flagelada vive tranquilamente sem necessitar de hospedeiro, dando um rolé por riachos e lagos, podendo ficar lá por bastante tempo, até achar algum bicho idiota para poderem viver felizes da vida parasitando o sistema digestivo desse bicho. Eu sugiro que vocês fervam as águas que coletarem em rios e lagos antes de beber.
O problema é que os cientistas não estavam bem certos do por que a giárdia do inferno conseguia ser tão bem sucedida, já que o sistema imunológico não manda pra vala de uma vez e continuar infectando as pessoas sem dó. E isso porque esta fidamãe conseguiu a incrível façanha de mimetizar células humanas.

Eu adoro a África (mentira. Eu não quero ir pra lá, e você também não. Você quer é ir pra Nova York que eu sei!). A África é um continente todo zuado; uma espécie de Brasil em níveis continentais (até o formatinho é parecido!). Lá ainda temos tribos vivendo como no tempo das cavernas (não muito diferente de nossos índios daqui), em que alguns chefes governam com mão de ferro e bem gostam das maravilhas e tecnologia ocidentais (como nossos índios daqui), vivendo muito bem, obrigado, e a grande maioria da população tribal ainda vive como seus antepassados viviam há milênios (como nossos índios daqui), ainda mantendo crenças tolas e rudes, como… adivinhe!
As pessoas escolhem bandeiras. Normalmente, elas dependem da área de conforto, acreditando em qualquer bobagem que lhe colocam no colo, principalmente por um fenômeno muito presente: pensar cansa e muitas vezes dói. Isso aliado à brutal ignorância em Matemática além de um desconhecimento de uma coisa chamada “Realidade” faz com que muitas bobagens sejam repassadas. Uma delas é a que diz que super-ricos pagam menos impostos que os mais pobres. Você concorda com isso?
República da Gâmbia é um pseudopaís localizado na região leste da África. Esta tristeza tem pouco mais de 2 milhões de habitantes, mais ou menos a população do bairro de Jacarepaguá no Rio de Janeiro, com uma densidade populacional de 140 hab/km² o que não é tão ruim assim, pois o pessoal meio que fica longe de você. Seu PIB é de ridículos 1,3 bilhão de dólares e lá na rabeira do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Aquela porqueira não produz nada que preste a não ser ditadores, como acontece em 99% da África e se você nem tem o direito de achar ruim, pois sequer sabe localizar num mapa mudo e muito menos o nome da capital (é Banjul, mas eu tive que consultar).
Eu achava que, independente do gênero, raça, cor e credo, pessoas são capazes de alcançar maravilhas (foi o Jor-El quem me ensinou). A História está cheia de mulheres matemáticas brilhantes, como
Com os altos índices de febre amarela e o número absurdo de mortes (uma já é algo inaceitável em pleno século XXI!), volta à cena dois tipos de imbecis: anti-vaxxers e gente que acha anti-vaxxers engraçados. Isso vem de uma compreensão errônea dos dois lados, posto que são duas classes de imbecis que sucumbiram à Teoria da Ferradura ao não saber como vacinas funcionam.
E saiu o que todos estávamos esperando: os resultados do ENEM. Aquela maravilha que mostra a quantas andam a nossa Educação de forma mascarada (mas ainda caótica), pois na real mesmo vem o PISA e mostra que é bem pior do que estávamos pensando. Ainda assim, vale sempre dar uma olhadinha nas insânias do ENEM. 
Afinal de contas, Nelson Mandela morreu na prisão? Algumas pessoas acham que sim. Outras têm absoluta certeza. Mas, não. Ele saiu da prisão para se tornar presidente da República Sul Africana, falecendo em 5 de dezembro de 2013. Por que as pessoas acham que ele morreu? Isso é um fenômeno chamado Falsa Memória, e é um problema quando você precisa entrevistar testemunhas.
O dependente químico chega no Hospital. Ele precisa da substância. Ele está em crise e é questão de tempo; médicos e enfermeiras precisam agir rápido. Primeiro, avaliam se basta dar um pouco da droga da qual o paciente depende, seguido de hidratação. Mas o paciente parece estar em estado mais grave: metabolismo anaeróbio, aumento de cetoácicos, queda de pH, alteração de eletrólitos como sódio e potássio… é preciso agir mais rápido ainda! Correção das alterações dos eletrólitos, reestabelecimento do pH, verificar se tem alguma infecção associada… isso tudo entre outros procedimentos, para, no fim, administrar mais um tanto da substância química da qual aquele paciente diabético tanto necessita: insulina.