Com toda a onda de maníacos saindo em passeada divulgando ideias neo-nazistas pelas ruas de Charlottesville, cantando hinos, tremulando bandeiras e fazendo Sieg Heil, questionou-se por que permitiram fazer isso. A questão é que a Primeira Emenda da Constituição dos EUA permite qualquer manifestação de pensamento, resguardada pela lei dos Direitos Civis, que não tem nenhuma ressalva sobre o que você pode exprimir, diferente do Brasil, que tem lei federal que proíbe expressamente divulgação de ideologia nazista.
Daí, alguns espertões de Wikipédia resgataram um trecho de um livro do filósofo Karl Popper, o qual estabelecia um argumento do porque não tolerarmos a intolerância alheia, e a isso ficou conhecido como Paradoxo da Intolerância, que como toda proposição filosófica tem probleminhas se você não pesquisa nem pára para pensar (*construção frasal ruim, mas estou com preguiça).
Continuar lendo “Devemos ser intolerantes com a intolerância? (LEIA ANTES DE COMENTAR)”

Que o ser humano não aprende, é público e notório. As pessoas se mostraram chateadas com os acontecimentos de Charlestonville, mas é uma falsa indignação em muitos dos casos. A raiva é seletiva, os protestos têm vilão próprio. Ainda mais quando brasileiro se mete na situação, em que qualquer coisa acaba caindo para PT x PSDB.
O século XXI é maravilhoso e nos trouxe muitas coisas legais. Tudo bem que nos anos 80 achávamos que íamos ter carros voadores e hoje nós temos gente tomando banho de Nutella. poderia ser pior? Sempre pode e ficou pior. Agora, trem um desafio imbecil, idiota e retardado, consistindo em jogar água fervendo nos amiguinhos for the lulz. Qualquer um que tenha um mínimo de bom senso sabe no que isso vai dar e deu no que deu. Há um crescente número de vítimas desta brincadeira imbecil, que não afeta só adultos (eles que se danem), mas até crianças!
No artigo que eu falei sobre como o Google age fazendo do YouTube uma terrinha em que ele dita as regras, faz você concordar, muda quando você não sabe, muda de novo e todas as desventuras que isso causa. Mencionei meio de passagem como as pessoas começaram a ver o YouTube de uma forma um tanto anárquica e, hoje, transformaram o YT num canal de TV a mais, mas não me aprofundei nisso.
O artigo está longo. Está enorme. Leia por sua conta e risco. Mimimi no comentário sequer será aprovado e comentarista espertão será banido. Este é meu espaço e escrevo o que eu quiser.
Era uma vez dois manés. Eles queriam gravar vídeos e compartilhar com os amigos. Assim, criaram um site que você poderia subir vídeos em uma resolução que seria risível hoje, mas na época 480p era excelente para qualquer monitor da época, e mandar isso pela Internet dessa mesma época era ótimo, cala a boca. O serviço era gratuito e muito legal. O ano era 2005 e foi assim que foi criado o YouTube, Broadcast Yourself. Eu adorava o YouTube nessa época. A sua página principal era uma rede social, que você via o RSS dos vídeos que você curtia/assinava, via os seus comentários, as pessoas entravam diretamente em contato com você. Um sonho! 
Jesus disse: “Eu sou a luz que está acima deles todos. Eu sou o todo: o todo saiu de mim e o todo se reuniu a mim. Rachai uma madeira: eu estou ali. Levantai uma pedra e me achareis”.
A China não tem lá muito amor por religiões, dada a sua vocação comunista de não ter ninguém competindo com o Deus-Estado. Não porque sejam contra cristãos, eles são contra todo mundo mesmo, de do jeito que temos visto religiosos fazendo merda, fico em dúvida se eles não têm um bom motivo… ok, não têm, mas não que os religiosos não insistam em dar boas razões para serem mal vistos.