Não há nada mais contraditório que o termo "talibã", que em pachto significa "estudante". Não que o termo tenha qualquer relação com pessoas que realmente estudem algo diferente do que os mulás mandam, mas que soa esquisito, soa. Esta corjazinha ignara é contra tudo, só faltando ser contra o ato de ser contra algo, mas eles gostam de ser a favor de serem do contra. Conseguiram entender? Beleza, eu também não.
O Afeganistão não é bem um país, na mesma medida que o Morro da Providência e o Capão Redondo não são o sonho de bairro que alguém queira morar (se bem que há gosto pra tudo). Aquela pocilga de lugar consegue ser mais atrasado que o Brasil (dizem que a telefonia consegue ser pior que a daqui) e deu origem àquele bando de psicopatas de turbante. A novidade desta semana? Pouca coisa: eles resolveram que festa é coisa de Shaitan e só porque tinha um pessoal dançando, eles decaptaram todos.
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QI, no caso, não é a abreviatura de Quociente de Inteligência. QI é a abreviação do programa
Não, não estou xingando seu filho. A pergunta acima é baseada no mais puro espírito científico. Corvos, longe de sua má fama como companheiros de bruxos e serem espiões de Sarumã, o Branco, são espertos e sabem resolver problemas. Num estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge, comparando a capacidade de resolver problemas de corvos e crianças, vemos que há pouca diferença no modo de pensar de ambos. E isso com o auxílio de um fabulista do século VI antes da Era Comum.
Nem sempre fomos todos idiotas. Nós tínhamos mais habilidades, o conhecimento global era facilmente compreendido por todos e tudo o que podemos entender por Ciência e Tecnologia da época era de fácil assimilação por toda a população. Isso até merece um "U-AU!", mas isso só dura até quando sabemos que a população humana era medida em ordens de milhar e não em bilhões de pessoas.
O problema com o mundo é… nenhum. Nenhunzinho sequer; ou, segundo as sábias palavras do profeta George Carlin, o planeta vai muito bem, obrigado. As pessoas é que estão ferradas. Caminhando pro próximo bilhão de habitantes, arrumar comida para esse pessoal todo é um desafio. E não é só isso! Temos o problema de transporte, já que o artista pode ir até onde o público está, mas comida não tem essa autonomia.
Uma das piores formas de exigir certo comportamento de alguém é quando você não segue o modelo, na base do "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". É difícil esperar que um filho aja de forma responsável quando seus pais estão com uma vida desregrada. Da mesma forma, é fácil querer um comportamento exemplar de um cidadão respeitador de leis, quando o próprio Estado não só não respeita como estupra suas próprias leis.
Nada é mais bizarro que criaBURRIcionista tosco. Se já não bastavam argumentos idiotas para tentar "provar" que a Evolução é mito., uma escola gerida por idiotas fundamentalistas (desculpem o pleonasmo) estão ensinando que a Evolução não existe porque o monstro do Lago Ness é tão real quanto Jesus.
Um dos principais axiomas que existe é o que explica em como as pessoas podem ter certas atitudes. É a Lâmina de Hanlon, que muitos atribuem ter origem no escritor Robert Heinlein, em cujo conto Logic of Empire, de 1941 é dito “Você assumiu como vilania o que é simplesmente resultado de estupidez”. Ou, mais simplesmente, “nunca atribua à malícia o que pode ser explicado pela estupidez”.
Mais que um grande físico, cientista e laureado com prêmio Nobel, Richard Feynman tornou-se uma lenda. Se ele tivesse escolhido ser químico, teria alcançado a perfeição absoluta que só os grandes possuímos. Infelizmente, o modo jocoso lhe trouxe alguns probleminhas, onde o próprio Niels Bohr só faltou colocar um chapéu colorido e perguntar-lhe se Feynman não ia com a cara dele. Outro que muito provavelmente não via Feynman com bons olhos era J. Edgar Hoover, mas isso não era novidade, já que ele não ia com a cara de ninguém, a não ser Walt Disney, que era muito legal com as crianças, mas dedurou tudo que foi artista de Hollywood.
Para finalizar o caso dos neutrinos ligeirinhos, temos a pá de cal no sepulto das medições efetuadas pelo Opera. Se você não faz a menor ideia do que estou falando e ainda acha que Plutão é planeta, sugiro acompanhar os artigos que escrevi