O caos abraçou a frente da Catedral. O homem armado com um revólver mantinha uma mulher como refém nas escadarias. Outro homem chegou, um morador de rua. Ele queria salvá-la. O samaritano empurrou o meliante, este caiu, mas conseguiu usar a arma para acertar o samaritano, que caiu, tombou. 2 tiros tiraram-lhe a vida. A mulher escapou, mas a policia chegou, ciosa dos seus compromissos em proteger a população, e encheu o sequestrador de tiros.
Isso não é roteiro de um filme. Não é uma novela. É a vida real, e aconteceu hoje, em frente à Catedral da Sé, em São Paulo. Duas pessoas morreram. Um criminoso e um cidadão comum. Mais um dia violento, mais um início de final de semana problemático. Mais uma SEXTA INSANA!
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A Síria já anda em clima de terror que nem Stephen King seria capaz de descrever. Isso não começou agora, mas está tomando dimensões cada vez piores, embora não tão alarmantes para alguém tomar uma atitude. A não ser que as ações da ONU e suas cartas bem sérias seja fazer algo. Na quarta-feira, as Interwebs ficou em polvorosa por causa da foto de um menino morto, junto com tantos outros refugiados que tentavam sair daquele Inferno na Terra chamado Síria. Uma imagem chocante, horrível, triste, desesperançada e impactante. Todos rangendo em lágrimas, rasgando a roupa e criticando a imprensa ou dando parabéns pela coragem.
Dizem os sábios que de boas intenções, a faculdade de Pedagogia está cheia. Aliando isso a burocratas, temos risada garantida da parte de qualquer um que veja o futuro ou que simplesmente tenha conhecimento daquela chatice chamada "mundo real".
O problema nem é chegar na idade adulta. É quando adquirirmos a maestria do cinismo. Eu, de minha parte, já desencanei desse negócio de respeitar as pessoas, principalmente o amor próprio e a dignidade delas. Respeitar necessidades básicas é algo que não existe mais no vocabulário das instituições e colégios não estão excluídos, muitíssimo pelo contrário.
Soldados! Aqui, 4000 anos de história vos contemplam. Aqui, tesouros vos aguardam! Não o tolo ouro, cujo valor varia de sociedade para sociedade. O principal tesouro é a cultura, a Ciência, os segredos escondidos aqui, mas conservados nelas, nas múmias.
"Floquinhos de neve" é um termo surgido nos tempos ainda do Orkut (que Deus o tenha. Sabendo em qual comunidade entrar, aprendia-se e ensinava-se muita coisa). "Floquinho de neve" porque qualquer coisinha os deixava magoadinhos, e eles se derretiam. Outro termo surgiu para isso: "geração leite-com-pêra", pois vovó já traz tudinho pronto pra eles, essas fofuras. Esses anjinhos caídos do Céu (dica: Lúcifer foi o primeiro).
Convenhamos, Robocop é legal, mas ainda falta umas coisinhas básicas. Como aparecer numa explosão de chamas dizendo "Behold, you filthy mortals!". Se fizesse isso, a criminalidade acabaria mais rapidamente. Mas não! Tinham que colocar um ser humano zoado numa máquina mais zoada ainda!
Existem regas que, se forem seguidas, evitam muitos embaraços. A principal delas é "Everybody knows you never go full retard". Só que o pessoal filhote de Lênin esquece disso (ou nunca se lembraram). Tudo bem que eles não têm uma boa relação dom o Cristianismo, mas ter um pouco de noção seria legal, não é mesmo, Evo?
Existem dois mundos no cenário educacional. Aquele incrível que foi criado pelos teóricos da Educação (os que nunca colocaram os pés num colégio para ensinar, e possivelmente nunca para aprender), cheios de experimentos, testes, análises e ideias mirabolantes. E tem o mundo real.