Já faz longos 10 anos que publicamos A nova Internet brasileira: Um guia ilustrado!, uma sátira às leis idealizadas pelo Eduardo Azeredo. Todo mundo achou engraçado na época, mas o tempo passa e as “boas” ideias sempre votam à baila. Assim, temos vindo aí o projeto de lei 2.390/2015 (viram a data? Pois é). Este projeto de lei altera a Lei nº 8.069, de 12 de julho de 1990, criando o Cadastro Nacional de Acesso à Internet, com a finalidade de proibir o acesso de crianças e adolescentes a sítios eletrônicos com conteúdo inadequado.
O que é considerado inadequado? Calma que tenho que perguntar ao Grande Irmão!
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Temos uma nova Reforma Educacional. Menos disciplinas obrigatória, maior tempo na escola, horário integral, desobrigatoriedade de aulas de Educação Artística, Filosofia, Sociologia e Educação Física. Alunos podendo escolher as disciplinas, pessoal reclamando.
Facebook tem uma política muito rígida no tocante a nudez, peladices e periquitas coaxando, pererecas piando e pintinhos voando (ou algo assim). Teve o caso de uma dona que tomou flag porque apareciam os seus
E quando Thor, filho de Odin e Deus do Trovão, encontrou sua adversária, o céu tremeu. Ela era Iansã, Senhora da Tempestade. Ventos começaram a soprar, com o rosto sacana e Eolos mostrando que ele estava ali para zuar com a bagaça. Raios cruzaram o céu, obra de Lord Raiden. Os mares revoltos de Ulmo, Senhor das Águas, lavaram a costa. O mundo ia encontrar o seu fim. Então, chega ele, grande, poderoso, de salto alto, lantejoulas e longos cílios postiços. Ele ajeita a peruca roxa, contrastando com o batom verde limão cheio de glitter, e mete as mãos nas cadeiras. E assim, o Cacique Cobra Coral, Senhor do Tempo, manda parar ou ia dar uma navalhada na cara de todo mundo.
Eu acho que cada um tem o direito de ter a religião que quiser. Entretanto, devemos lembrar que religião é igual pênis: tenha a sua, sinta orgulho, mas ficar enfiando em qualquer um indiscriminadamente não é legal, e tanto pior se for em crianças. A religião vegan não é diferente. E sim, é uma religião, pelo modo fanático e sem nenhum fundamento que seus seguidores defendem essa sandice. Mas beleza, quer ser vegan, seja, desde que não me encha o saco. O problema são os casos em que naturebas acabam causando a morte de seus filhos, como já noticiei antes.
As pessoas, de uma maneira geral, têm dificuldades de entender muitas coisas. Isso até não é problema nenhum, posto que eu mesmo não entendo de várias coisas. A diferença é que eu sempre que tenho dúvidas, procuro por um especialista da área para elucidar as minha dúvidas. Se eu tenho dúvidas sobre as vicissitudes da prática médica, eu pergunto a um médico. Se eu quero saber mais sobre o ofício de arquitetos, procuro um profissional da área e por aí vai. Mas o brasileiro médio tem a mania que querer dar palpite em tudo, querer saber mais que os profissionais, os quais são taxados de arrogantes e de querem se posarem como autoridade no assunto. Bem, se são formados na área e atuam na profissão, sim, eles são autoridades no assunto. A falácia de apelo à autoridade é quando se evoca uma personalidade para sustentar o seu ponto, independente se esse ponto é área de expertise da figura mencionada ou não.
A Psicohistória, de acordo com a magnífica obra Fundação, de Isaac Asimov, é o ápice de todas as ciências sociais levada ao máximo da matematização. Longe da desculpas tipo “Não sei, sou de Humanas”, a Psicohistória, através de inúmeras equações matemáticas seria capaz de prever o desenrolar de eventos futuros, tomados em grande escala. Ou seja, ela não pode prever o que um indivíduo fará, mas pode descrever como uma sociedade reagirá mediante certos eventos.
É injusto dizer que o Brasil tem muitos problemas. Não tem! O único problema do Brasil é ser o Brasil. Aqui, tudo é empurrado com a barriga, de preferência ladeira abaixo, ou pelo poço adentro, tentando encontrar o fundo. Bem, o Brasil já passou pela Samara chegou no fundo do poço, e tá cavando com a dívida da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro.
Olhos horrorizados viram com um esgar de reprovação o que se descortinava. Cantos da boca retorcidos, mas não tão retorcidos como pulmões sendo dilacerados por uma ameaça gasosa. Os olhos suplicam para que a loucura pare, mas ela não pare, e o pensamento “não foi para isso que eu estudei” cruzou com um ribombar de trovões pela mente brilhante. Críticas e desconfiança. Mãos suadas se esfregam no vestido impecável e pés giram nos tacões recusando que a Ciência pudesse ter um destino de causar dor, morte e desespero.
Não é que ser gay seja ruim. Eu nem sei se é ruim ou não, já que não sei. Quem é garante que é muito legal, e eu não tenho motivos para duvidar, O problema é ser gay em países toscos, governados por idiotas, cujos magistrados não passam de energúmenos. Não, por incrivel que pareça, não estou falando do Brasil (dessa vez), mas sim do Quênia, lugarzinho mui legal em que um juiz determinou que é perfeitamente constitucional que se examine a cavidade retal das pessoas para se saber se são gays ou não.