O mundo governado por Hades tem das suas insanidades insanas. Mas, vez por outra, coisas escapam do controle, que até mesmo Cérbero, o cão tricabeçudo, não consegue conter. O problema de hoje — ou melhor, ontem, foi de um cara que estava na santa paz da santa protetora dos casais endiabrados, Maria Madalena (sim, eu sei), estava recebendo, digamos, um presentinho de sua namorada. O problema é que com grandes poderes vem grandes responsabilidades e no caso a "responsabilidade" veio sob a forma líquida. Como a dona não era daquelas que engolir era uma opção, ela – NHAC! – decepou o sujeito. E quando eu falo "sujeito", eu estou me referindo ao principal sujeito da ação.
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Disse Oscar Wilde que ele resistia a tudo, menos às tentações. O que a bee inglesa não sabia direito era o que acontecia no cérebro, aquela coisa que todos têm e 90% não sabe pra que serve. Agora, cientistas se voltam para estudar o que acontece no interior do cérebro quando duas informações contrárias se encontram, jogando na mesa a mais vil de todas as armas: as doces tentações.
Normalmente, quando falamos em "múmias" logo lembramos do Egito e seu querido
Existem muitos conceitos por aí. No mais das vezes, não passam de conceitos, sem aplicação real de uma forma ou de outra. Um exemplo disso é a "liberdade de expressão", onde você, em tese, teria salvaguardado seu direito de se exprimir, nas conformidades da Lei, claro. Claro que isso não implica em ofender a honra de alguém ou uma categoria, como dizer que a diferença entre polícia e bandido é a farda. Eu jamais ofenderia a classe policial, mesmo tendo tido voz de prisão certa vez por ter socorrido uma pessoa que foi surrada. Na mente do seu puliça, se eu estava socorrendo é porque EU tinha sido o perpetrador da surra.
Papiros e textos do início da Era Comum não são novidade nenhuma, vamos ser sinceros. Tivemos tantos documentos aparecendo ao longo do tempo, que muita coisa de nossa sociedade fica mais fácil de ser entendida
Desde pequenos somos instados a crer em alguma coisa. Não importa o quê. Um dos maiores choques que se pode receber de um adulto é o famoso "Não sei!". Pensamos que nossos pais sabem tudo, que têm explicação para tudo. Alguns pais acreditam firmemente nisso também, o que não é muito legal.
Algumas pessoas me repassaram a notícia de um marginalzinho que teve ataque de pelanca porque tirou nota baixa num trabalho de Inglês e até chegou a bater na professora. Infelizmente, isso passou da fase de eu me irritar, já que é mais comum do que vocês imaginam. E isso é ruim, muito ruim. Obviamente, o caso teve lugar num colejão de periferia, frequentado por pivetes e filhos de bandidos, certo?
Esse é o uádafûque da semana. Algum tempo atrás, sacerdotes poloneses ficavam perscrutando os céus. Um padre polonês pimpão fazer uma festinha, ritual de admissão ou alguma merda nesse sentido para os alunos recém chegados. O trote, se é que podemos chamar assim, era fazer os alunos caminharem de quadro e lamber chantily do joelhão do padreco. Afinal, WHAT THE PORRA IS THIS?
Duas coisas que nós, fãs de ficção científica, amamos é a chamada Velocidade Warp (ou Velocidade de Dobra, Dobra Espacial, Hiperespaço etc), onde podemos cruzar distâncias enormemente gigantescas num piscar de olhos.
Moto perpétuo já era algo tão idiota no tempo de Isaac Newton que o mesmo disse com sarcasmo over 9000 que era o mesmo que tirar algo de coisa alguma. Estes projetos mirabolantes são fantásticos de tão criativos, mas a realidade fala mais alto. A maldita realidade… Eu mesmo, do alto de meus 15 anos, criei uma bicicleta que tinha um motor elétrico acoplado a um dínamo, que gerava energia pro próprio motor. O chato do meu pai me explicou sobre as Leis da Termodinâmica e fez meu sonho de ficar milionário ir pro esgoto.