Há 200 milhões de anos, deu muito ruim no planeta Terra (não que isso seja novidade ou exclusividade. Houve outras extinções em massa. Essa foi apenas mais uma num mundo perfeito, projetado por um desenhista inteligente). A Extinção do Triássico-Jurássico foi uma extinção das mais severas, intensas e das que abalaram geral, quase limando toda a vida na Terra.
Ainda não se tem certeza de como isso aconteceu. Das várias hipóteses, a que mais se aproxima do que ocorreu é a que defende que houve um festival de erupções vulcânicas em escala colossal, já que elas teriam liberado quantidades godzilianas de dióxido de carbono e dióxido de enxofre que teriam feito o favor de causar um aquecimento global sem precedentes. Só que novos dados fornecidos por esporos de samambaia sugerem que pode não ter sido só isso.
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Tio Trump já abriu os cofres e já mandou o recado que é pra mandar americanos de volta à Lua. O prazo é 2024 e o nome do projeto é Ártemis,a irmã de Apollo, a Deusa Caçadora que contemplava a Lua. O objetivo primário é voltar lá, mas se pensa em muito mais, como fincar uma residência lá em que cientistas passarão mais tempo na Lua para estudar e descobrir tudo o que tiver lá para ser descoberto. Uma missão como essa é audaciosa, mas audácia é algo que nossos antepassados já tinham desde que o primeiro hominídeo resolveu o que tinha além da soleira de sua “casa”.
Eu não nutro nenhum amor pela religião enquanto manipuladora de pessoas e políticas. Não tenho nenhum problema com a religiosidade das pessoas. Também sei em que mundo vivemos. quando um bando de imbecis joga esses conceitos pela janela só pra fazer mimimi e se acharem relevantes, sai coisa como a ATEA. A ATEA é a Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, tendo sido fundada por Daniel Sottomaior (já andamos discutindo no passado. Ele não gostou de ter sido chamado de “fanático religioso do ateísmo”. Bem, quem se importa?). Este grupo diz que prega pela laicidade do Estado, o que eu concordo, mas não concordo com o modo retardado que estes idiotas fazem para “defender” o que seguem.
Eu vi duas coisas legais. Fiquei pensando que poderia ser duas postagens diferentes, mas nah! Acho que cabem muito bem em uma simples postagem. São duas coisinhas que eu vi e achei legal, e queria compartilhar. Eu coloco coisas no Twitter, mas – que Diabo! – de vez em quanto precisamos rechear o site (Wink! Wink!)
Na quinta noticiamos que margarinas serão proibidas no Rio de Janeiro. Na sexta noticiamos que o prefeitosco Marcelo Crivela vai instituir atendimento médico usando um palantìr ou coisa que o valha. Aí você se senta para apreciar o sábado, achando que já chega de loucura esta semana.
Todo mundo sabe que Rio de Janeiro não é pra fracos. Eu rio muito quando paranaenses falam que moram na Rússia Brasileira, quando não aguentariam 20 minutos aqui. Ciente de como a vida nas favelas é complicada por causa da ação de criminosos – e montar postos de saúde lá acarreta em gastos com o posto, profissionais, segurança e cimento para tampar os buracos de bala –, o prefeitosco do Rio, Marcelo Crivella teve uma brilhante ideia, enquanto escapa pelos pingos de chuva de seu impeachment: Que tal médico a distância? Sim, claro. Coo ir até a favela é perigoso, o lance é fazer atendimento não-presencial. O que poderia dar errado?
Você está aí comendo sua saladinha feita com produtos orgânicos que comprou no Carrefour. Já começa que muitas vezes eles não são orgânicos, só são vendidos assim para cobrarem mais caro. Mas, claro, você não sabe disso. Você só quer uma alimentação mais saudável, pensando no meio ambiente, pois a produção orgânica é mais ecológica, certo?
Eu me lembro de ter chegado no trabalho uma vez e a mulherada comentando animada sobre algo incrível que ajudava no controle de peso blábláblá… vocês sabem. Eu perguntei o que era, e me responderam que eram incríveis pílulas de gelatina. Não eram lá baratas (cerca de 30 reais), mas eram eficientes, pois as proteínas contidas nas pílulas saciavam a vontade de comer (o que é verdade, proteínas fazem isso). Eu perguntei por que compravam algo custando 30 reais quando uma caixa de gelatina custava um real e fazia o mesmo efeito, tendo até sabor, e quem não quisesse, tinha gelatina sem sabor.