A cada dia, nós temos mais e mais fome de energia elétrica. Nossas cidades crescem, a população depende cada vez mais de smartphones, GPS, tablets, notebooks, PC do tipo desktop etc. Temos televisões, geladeiras, freezers, micro-ondas, lâmpadas, chuveiros e até o seu fogão convencional tem um plugzinho para ser ligado na tomada para que o acendedor automático funcione. Tudo isso alimentado por eletricidade (curiosamente, antigamente os acendimentos automáticos dos fornos eram por meio de cristais piezelétricos, sem precisam ligar na tomada. Nossos avós eram mais espertos). Quando carros elétricos se tornarem populares, este consumo será maior. Quem vai gerar tudo isso?
Continuar lendo “Europa caminhando para geração de eletricidade por meios renováveis”

O primeiro ponto de virada na História da Terra… ok, não foi o primeiro, e nem pode ser considerado “de virada”. História é o que é. Mas um diferencial imenso foi o oxigênio. Sem ele, vida complexa não existiria, até que provem o contrário. Curiosamente, este gás disgramado é altamente oxidante (mesmo porque, o nome “oxidação” veio dele, apesar de ele não ser o único agente oxidante) e destrói tudo. Com falei tantas vezes, foi o responsável pela primeira grande extinção. Mas fica a pergunta: seres fotossintetizantes foram os responsáveis pelo oxigênio aparecer. mas qual seria a probabilidade?
Nosso cérebro é zuado. Os longos bilhões de anos de evolução biológica fez seres vivos com problemas, e o processo que criou o nosso cérebro nesse ínterim lhe deu capacidades de fabricar informação. Tomando por base a notícia do filhotinho da cabra com ser humano, desmentida pelo E-Farsas, nos perguntamos: Como as pessoas podem ter essas associações.
Há o brocardo que ainda há juízes em Berlim. Bem, em Berlim, eu não ei. Pelo menos, o Supremo Tribunal Federal mostrou, ainda que por votação quase empatada, ao menos eles têm um mínimo de bom senso, ao mandar aquela lei vagabunda que liberava a venda e distribuição de fosfoetanolamina, sem sequer passar pelo mínimo de testes científicos e muito menos liberação junto à ANVISA.
Alimentar milhões e milhões de pessoas não é fácil. Claro, vocês pensam que é um caso simplesmente de plantar mais umas alface, umas couve, uns tomatinhos na faixa. É compreensível, ainda mais vindo de gente que mora em apartamentinho e nunca plantou um feijãozinho no algodão molhado. Agricultura é bem mais complicado que isso, ainda mais levando em conta que qualquer atividade humana gera impacto ambiental.
O problema dos heterótrofos (você teve aula de Ciências no Fundamental. Te vira) é, que ele precisa caçar e/ou coletar seu próprio alimento. Assim, desenvolvemos a capacidade de armazenar alimento em nosso organismo sob a forma de açúcares e gordura. Mesmo porque, andar com um mochilão cheio de gulodices era meio que inviável no início. Mas como nós desenvolvemos esta capacidade?
Os anasázis era um grupo de nativos-americanos, que viviam na região sudoeste do atual Estados Unidos da América. os primeiros assentamentos datam de cerca do ano 100 AEC e seu florescimento durou até o início do século XIV, em que eles sumiram misteriosamente. PUF! Ninguém sabe quem eram, não se sabe nem como eles mesmos se chamavam. Os navajos os chamam de Anaasází (“ancestrais de nossos inimigos”), mas outros os chamam de Povos Antigos e, mais tarde, de Pueblos (“aldeia” ou “vila”).

Qualquer um que seja a) saiba minimamente ciência; b) capaz de ver fotos de satélites sabe que a geleira da Antártida está reduzindo, diferente do Molion e do Felício (que disse que camada de ozônio não existe), duas criaturinhas que negam o óbvio, cujas “pesquisas” se baseiam apenas em ad verecundiam ao invés de dados trazidos por institutos de pesquisas.
Dizem que somos o que comemos. Não é bem assim. É mais como “ficamos da maneira como comemos”. Nossos alimentos deixam marcas, algumas visíveis outras nem tanto. Como dentes, por exemplo. Isso pode ser evidenciado em nossos tatatatataravós, sejam Homo sapiens, sejam neandertais. Se bem que nenhum de nós tem ancestral entre os neandertais, mas isso ainda não é totalmente consenso.