Tuberculose sempre foi um problema sério e responsável pela morte de milhões de pessoas. Contraiu tuberculose, podia encomendar o caixão. Era um destino inexorável, definitivo, usado em várias obras literárias para determinar que aquele personagem ia morrer de qualquer jeito, e a história teria que se dar naquele ponto até seu fim último. Desde Floradas na Serra até o filme do Moulin Rouge (que nada mais é que uma versão da Dama das Camélias).
Tuberculose não é nada recente, pelo contrário, mas como esse ser do Inferno conseguiu sua letalidade? De acordo com alguns pesquisadores, o grande responsável pelo alastramento desse ser do mal é por causa dele, o fogo.
Continuar lendo “Quando o fogo ajudou a espalhar tuberculose. Ou mais ou menos isso”

Há algo tão velho na história do Homem quando o próprio Homem: o preconceito. A tendência de desprezarmos, temermos e odiarmos qualquer coisa que saia um pouco dos padrões que nós mesmos criamos é inerente a qualquer espécie viva, não necessariamente de seres humanos. Alguns mais, outros menos, embora humanos façam isso com maior eficiência, pensando 24h/dia em pessoas que ele abomina. Mas por que isso ocorre? Burrice? Ignorância? Não é o que pesquisas recentes apontam.
O mundo é esquisito e cheio de segredos. Nada é o que nós pensamos. Extra-terrestres, elites globais, UFOs, Viagem à Lua, domínio de sociedades secretas etc. Tudo isso acobertado dos seus olhos. Você está sendo vigiado. Nada está seguro. O Governo mente, seu vizinho mente, sua namorada mente, a justa mente, a Clara mente, a Globo mente, a mente mente, todo mundo mente. Se proteja, você não está seguro.
Eu rio muito quando o pessoal fala que “adora tecnologia”, só porque comprou um celular novo. Nós já tínhamos tecnologia quando quebramos um pedaço de pedra para servir de arma ou utensílio para esmagar grãos (e a cabeça dos adversários). Por isso eu gosto muito do canal
Todos nós sabemos que Evolução é mito, e seleção natural é algo inventado pelo Capeta para nos desviar da pureza da Criação Divina. O problema da Natureza é que ela é demoníaca e insiste em nos mostrar evidências (falsas, claro) do processo evolutivo. A verdade é que nada disso existe. Porque, sei lá, se existisse poderíamos até criar remédios.
A Psicohistória, de acordo com a magnífica obra Fundação, de Isaac Asimov, é o ápice de todas as ciências sociais levada ao máximo da matematização. Longe da desculpas tipo “Não sei, sou de Humanas”, a Psicohistória, através de inúmeras equações matemáticas seria capaz de prever o desenrolar de eventos futuros, tomados em grande escala. Ou seja, ela não pode prever o que um indivíduo fará, mas pode descrever como uma sociedade reagirá mediante certos eventos.
E eis que ele, Senhor da Guerra resolveu que seus inimigos jamais teriam paz. Dois de seus mais severos soldados nos observam, instilando os sentimentos inspirados em seus próprios nomes: o medo e o terror: Fobos e Deimos.
Olhos horrorizados viram com um esgar de reprovação o que se descortinava. Cantos da boca retorcidos, mas não tão retorcidos como pulmões sendo dilacerados por uma ameaça gasosa. Os olhos suplicam para que a loucura pare, mas ela não pare, e o pensamento “não foi para isso que eu estudei” cruzou com um ribombar de trovões pela mente brilhante. Críticas e desconfiança. Mãos suadas se esfregam no vestido impecável e pés giram nos tacões recusando que a Ciência pudesse ter um destino de causar dor, morte e desespero.
12 de junho de 2016. Um maluco invadiu uma boate em Orlando e matou 50 pessoas, 53 feridos, o caos reinante. A boate era voltada para o público homossexual. Seria homofobia? Ação de terrorista muçulmano? Foi devido ao porte de armas? O que aconteceu?