A sanidade parece algo que está se tornando raro por aí. Isso se nunca foi. Um simples giro pelo mundo e vemos as maiores loucuras, bizarrices, imbecilidades e tosqueiras que o ser humano consegue cometer. Que o diga a polícia do estado norte-americano do Texas, onde uma mãe pra lá de louca achou que estava em algum filme do Shyamalan, começou a ouvir “vozes” e, por uma ordem que a estúpida achou vir do Diabo, matou o próprio bebê, decapitando-o.
Se eu tive alguma fé na vida, foi no ser humano. Fé esta que está indo embora rapidinho. Continuar lendo “Mãe decapita bebê de 3 semanas e alega “ordem do diabo””

Eu estava feliz ontem. Não havia nenhuma loucura que merecesse o título de Sexta Insana. Eu até pensei, com isso, que o mundo estava caminhando para a normalidade. Pelo viso, me enganei.
As pessoas continuam se relacionando bem nas outras partes do mundo. Principalmente na Cisjordância, onde judeus e palestinos convivem harmoniosamente. Pelo menos, é assim que a Cellcom, a maior empresa israelense de telefonia celular, vê a situação. Ou pelo menos, seus marketeiros, o tipo de raça que pode ser muito perigosa.
Mais de 40 rabinos, prefeitos e políticos ganharam um lindo presente nesta quinta-feira (23/07). Os distintos ganharam o fabuloso prêmio de ir passar uns dias na cadeia,no cafofo, no xilindró; entraram em cana, verão o Sol nascer quadrado e ganharão pijaminha de zebra. Lugar? Óbvio que não é aqui e sim nos EUA.
Trabalhando com simulações em modelos matemáticos, um grupo de pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos acaba de propor um mecanismo de formação de novas espécies biológicas que não envolve barreiras físicas ou isolamento geográfico. O estudo foi publicado na revista
Olá, senhoras e senhores. É uma satisfação tê-los aqui novamente. Eu sou André, seu anfitrião (não, não sou aquele
Mesmo depois de 40 anos, ainda existem malucos, burros, desinformados, tolos, ignorantes e, em boa parte, fanáticos religiosos, que se recusam a acreditar que o homem realmente pisou na Lua. Como em qualquer caso onde prefere-se a ficção à realidade, malucos diversos pensam que ainda vivem num mundo pós 2ª Guerra e início da Guerra fria, onde os governos faziam tramóias, criavam ilusões, escodiam a verdade do público entre outras sandices, como o caso Roswell (em que acham que tem uma espaçonave lá escondida). Da mesma fora que querem acreditar em qualquer besteira, se recusam a acreditar na Ciência e as evidências que são mostradas. As pessoas são muito estranhas… Mas, será que o homem foi à Lua mesmo? Copmo podemos ter certeza? Quais as principais alegações dos teóricos em conspiração?
The Inner Life of a Cell (A vida interior de uma célula) é uma animação de três minutos criada pelos estudantes de biologia da Universidade Harvard, usando os softwares Newtek Lightwave 3D e o Adobe After Effects. Não é o que se pode chamar de uma obra capaz de concorrer a um Oscar com filmes de animação como os que são produzidos pela Pixar ou a Dreamworks, se bem que, ao meu ver, ganha em disparado deles. Vejam o filme e depois me digam se eu não tenho razão.
Imaginem a seguinte cena: num dia ensolarado e de temperatura elevada, dois dinossauros famintos e com um calor tremendo ouvem um urro longínquo. Há dias sem comer, os répteis, à beira da fadiga, caminham apressadamente para o local. Lá chegando, se enchem de esperança: um terceiro dinossauro agoniza na lama. O infortunado estava com sede e não resistiu a avançar para a pequena poça de água no centro de um grande lamaçal, mesmo quando suas patas afundavam perigosamente. Acabou preso, sem poder sair. Mais que depressa, os dois novos visitantes avançam sobre o animal, que julgam ferido, na ânsia de saciar a sua fome. Outros que se enganaram e também não conseguiram mais sair do lamaçal! Mesmo fracos, se debatiam bastante, mas acabaram por perecer no local.
Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.