O MEC é uma das mais fantásticas áreas do Governo, onde o absurdo é algo comum e a bizarrice é a ordem do dia. Antes, eles queriam acabar com o problema da repetência com o sistema de aprovação automática, a secretária do MEC acha que escolas não servem pra nada e o PNAD mostrou o lixo como as coisas andam. Mas você achou que nada de pior podia acontecer, mas aconteceu: O MEC acha que Monteiro Lobato era um escritor racista e resolveu banir os seus livros das escolas públicas, pois eles incitam preconceito, chauvinismo, maus tratos com animais e até pedofilia… Ok, a parte da pedofilia é um tanto de exagero, mas convenhamos que falta pouco.
Defrontando-se com a ignorância e o analfabetismo governamental, esta é a sua SEXTA INSANA!
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Antes de nossos pais, avós, bisavós e do seu antepassado mais antigo do qual você se lembra, a ciência islâmica já dominava o mundo, da Ásia Central à Europa ocidental. Aqui contaremos um pouco sobre como os desbravadores do pensamento científico moldaram nosso mundo e como sua influência não é apenas a pedra basilar de tudo o que sabemos hoje. É simplesmente MUITO MAIS!
Como todas as doenças, o autismo é algo que as pessoas esperam encontrar nos filhos dos outros. Nunca nos próprios. É uma desordem neurológica, quando os neurônios-espelho surtam e o resultado nunca é o mesmo. Sim, há diversos níveis de autistas e nem sempre é como o Rain Man. Nos EUA, a prevalência do autismo se dá em
Hoje é quarta-feira. Está se tornando comum eu postar a sua coluna favorita neste dia. Bem, tentarei manter o dia. Esta semana está concorrida com o bando de eleitores do Tiririca que vieram aqui estrebuchar seus dejetos mentais. Outros resolvem que as pesquisas da NASA e do NOAA não servem, mas fulaninho sei-lá-das-quantas “prova” (sem prova, é claro) que o aquecimento global não existe. Deve ser porque a Globo investiu em aparelhos de ar-condicionado. Declaro aberta mais uma sessão da Voz dos Alienados!
E na República de Bananas chamada Brasil – onde os líderes companheiros defendem a democracia cubana, ordenando fechamento de blogs, só porque eles cometeram o crime de fazer uso do direito constitucional de emitir opiniões – temos a pérola de nossa classe política, onde um deputado resolveu acabar com a farra de nós, blogueiros, malditos terroristas das palavras, e instituiu um projeto de lei que obrigará, em princípio, que blogs coloquem na página da frente o nome de cada um dos administradores, bem como seus respectivos endereços residenciais. Este deputado é um gêneo!
E assim, depois de mais 365 dias, chegamos a mais um 15 de outubro, Dia dos Professores. Eu não ficarei falando a mesma coisa, dizendo como somos uma classe aguerrida, lutadora, oprimida e totalmente ojerizada. Isso, todos sabem e não se precisa reforçar, já que quem sabe ou se importa ou não dá a menor bola. Em um caso como em outro, repetir que nem papagaio é totalmente desnecessário.
Eu poderia começar a escrever contando uma pequena e brevíssima história sobre a Política. Isso demandaria meses ou anos e não estou com saco para tal. Platão, Aristóteles, Epicuro, Cícero, Tácito e tantos outros
A essa altura do campeonato, vocês já sabem que os mineiros chilenos cansaram de ficar comendo em silêncio e conseguiram sair do buraco (algo no Chile conseguiu sair do buraco. Impressionante!), após ficarem 2 meses brincando de reality show nas profundas da Terra, onde dormia todo mundo junto (no edredom?), mostrando ideais socialistas, enquanto que a imprensa golpista, motivada pelos porcos burgueses, queria acabar com isso, tirando-os de dentro do paraíso proletário. Temos que nos revoltar contra isso, companheiro! A Veja não pode mais continuar mandando nas nações latino-americanas. Chamem o Chê! Fidel! O Plínio! A luta continua!
É como eu falo, há loucuras diversas sobre muitas coisas. Não só sobre religião, mas de tudo. Eu, por exemplo, conheci um que acreditava em sacis. Não, é sério! O miserável quando ia fazer trilha, levava consigo um pouco de fumo; se bem que não vejo diferença entre acreditar em sacis e num zumbi pregado num pau-de-arara. A semelhança é que, em ambos os casos, o “fiel” sempre acaba levando fumo*.