Pretória é um lugar legal… tá, não é. Não tenho nenhuma intenção em visitar Pretória, nem a África do Sul e nem a sua casa, então, nem é coisa de racismo; mas, convenhamos, o que, diabos, eu iria fazer em Pretória? (este artigo não fará nenhuma piadinha trocadilho-racista com o nome, vocês que inventem as suas).
Eu só tenho um motivo para ir visistar Pretória: o templo cristão do distinto pastor Penuel Mnguni, o líder do Ministério dos Discípulos do Fim dos Tempos. Aliás, eu falei pastor? Não, senhor! Profeta! Sim,isso mesmo! Profeta. E o que ele tem mais? (fora isso!). Ele faz as pessoas engolirem cobras, dizendo que elas se transformaram em chocolate na pança.
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O debate é uma das maiores conquistas dos seres humanos. Nós aprendemos a dialogar, aprendemos a expor ideias e compartilhá-las. É dessa troca, dessa interação que descobrimos muitas coisas. O problema é que isso é lindo no papel (ou numa postagem de blog), mas as pessoas tendem a ser tirânicas com relação à opinião alheia.
Jim Carey já teve seus momentos de fazer as pessoas rirem. Normalmente em seus filmes. Pena que Hollywood esqueceu dele, dando chance a outros atores sem graça, de preferência que não copiem Jerry Lewis. Só que Jim quer contar suas insânias para fazer as pessoas rirem de novo. Pelo menos, é assim que eu interpreto, pois ele não pode ser tão estúpido em voltar com aquele lenga-lenga que vacinas têm mercúrio.
Sim, eu sei que vai ter mimimi porque não farei vídeos de novo. Como coisa que eu tenha todo o tempo do mundo. Não importa. Eu poderia dizer que o conteúdo é melhor que a forma, mas serei honesto e darei o verdadeiro motivo: Esta porcaria de site é meu e faço o que eu quiser.
Na sexta-feira, os juízes da Suprema Côrte dos Estados Unidos determinaram que, sim, a Constituição garante direitos civis a todas as pessoas, independente quem sejam essas pessoas. Partindo disso, o pessoal reclamou, chilicou, se rasgou todo; mas o que significa isso? Qual o paralelo que podemos traçar com Martin Luther King e a luta pelos direitos civis dos negros? É o que você vai assistir em mais um vídeo.
O mundo anda chato. E isso é devido a pais retardados que dão ouvidos a pedagogas alucinadas. Nada pode. Chamar atenção da criança magoa, falar bravo magoa, colocar de castigo magoa, até a mágoa magoa. Os educadores-que-nunca –lecionaram não entendem que o objetivo é magoar, mesmo; de forma que a criança tenha um vislumbre que fez caca, ou uma punição deixa de ter sentido.
Hoje está uma maravilha. 18º no Rio de Janeiro, com sensação térmica de 16º, mais frio que o interior do meu freezer. Thor chegou por aqui se perguntando se era o Ragnarok que tinha começado antecipadamente. Tenho duas faturas de cartão de crédito, conta do telefone e um boleto que estou esperando explicações da Srª Ceticismo.
No tosco mundo de Hades, politicamente correto, nada agrada à grande massa da população, criados a leite-com-pêra e ovomaltine. Todo dia alguém reclama de livro, novela, filme, série e do seu Lourival, porque ele varreu a rua com vassoura de cerdas sintéticas e isso ofende o planeta. No mundo governado por pedagogas, as produções televisivas e cinematográficas, obras literárias e peças teatrais não podem mostrar violência. É feio.
Não, não é ela.