Igreja salva família com serviço religioso ininterrupto. Autoridades irritadas. Eu rindo

Tem muita coisa que eu critico nas religiões, principalmente quando usam seu poder e influência para conseguir fechar com suas agendinhas. Entretanto, religiosos podem, sim, fazer coisas boas, como reunir sua congregação para ajudar a refazer o templo religioso de uma outra religião que, a priori, não teria nada a ver com ela, mas um serviço pastoral é mais que rezar missas ou serviços religiosos. Bem, a não ser quando o serviço religioso é por uma boa causa, como uma igreja protestante mostrou ao conduzir por quase um mês um serviço religioso sem parar de forma a proteger uma família das autoridades.

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Missionário foi importunar índios e acabou encontrando Jesus da forma que não queria

Existe burrice, existe estupidez, existe boçalidade, existe gente que vai pro Maraca ver final de Brasileirão com Vasco e Flamengo e aparece no lado da torcida do Flamengo com a camisa do time cruzmaltino. Tem gente que resolve ser terrorista. Tem gente que acha que ser professor é uma boa ideia e tem gente que acha maneiríssimo ir filmar traficantes numa festa de rua achando que não vai pegar nada. Agora, ninguém chegou ao nível hard de burrice do nível de um camarada chamado John Allen Chau. Ele era (notem o tempo verbal) um missionário cristão, o que já mostra que ele tem (na verdade, tinha) probleminhas. Ele achou que era uma EXCELENTE ideia ir catequizar uns índios no meio do mato numa ilha esquecida por Deus e nem o Diabo queria chegar perto.

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Como NÃO ameaçar um descrente

Religiosos fanáticos têm um sério problema. Acham que só porque eles são surtados, covardes e medrosos, todo mundo é como eles. Daí, fazem ameaças vazias das que ELES têm medo, mas não os que não creem em suas baboseiras.

Me ameaçar com Inferno, ira divina ou que Jesus vem aqui me pegar de porrada não surte efeito nenhum, lamento. No máximo, serve de escárnio. Então, sigam estas dicas. Continuar lendo “Como NÃO ameaçar um descrente”

Almas puras acham que podem convencer o Governo que pseudociências são feias e não devem estar no SUS

Eu gosto de ver certas almas puras. Elas acham que podem dar as mãos, cantar musiquinha lindinha e <PLINK> tudo fica maravilhoso. Ai-Ai! Aí, o que faz o André? Vem com aquela coisa chata chamada REALIDADE e a esfrega na cara de todo mundo. Imaginem que montaram um Instituto visando combater a pseudociência e fazer com que o SUS pare de ofertar tratamentos “alternativos”, como Toque Terapêutico, dança holística, homeopatia e outras bobagens. É um motivo nobre, uma causa justa e um glorioso tempo perdido. Mas quem sou eu para acabar com o sonho fofo das pessoas?

Eu sou André e estou aqui para fazer você tomar vergonha na puta da cara e ver o mundo como ele é, seu imbecil!

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Pesquisadoras concordam com suas tias e mostram que maternidade é mais importante que produção científica

O mundo acadêmico não é essa lindeza que vocês pensam, com um monte de pesquisadores de mãozinhas dadas cantando música da Noviça Rebelde enquanto saltita por estradas de tijolos amarelos. A realidade é demonstrada pelo maravilhoso PhDComics, em que o professor-doutor das histórias é a cara do meu orientador (sério! E tão sádico quanto). Você tem que estar com tudo andando, com trocentos relatórios e orientadores, e comitês e banca e o seu colega que não tem nada a ver com seu trabalho, mas quer lhe detonar porque você ganhou aquela verba mixuruca e ele não. Sua autoestima é praticamente inexistente, o amor próprio fugiu com o entregador de pizza, sua vida está no mesmo modo que aquelas senhoras que recebem encanadores e não têm dinheiro pra pagar e sua família lhe lembrando que seu primo prestou concurso pra ser auxiliar administrativo no fórum e ganha mais que você, o que é corroborado pela faxineira dos seus pais, que também ganha mais que você!

Algumas pessoas entendem como o mundo funciona e as regras que criaram para poderem se safar lindamente, jogando uma bela carga de culpa nas pessoas que se posicionarem contra. É o caso das pesquisadoras que resolveram colocar em seus currículos licença maternidade e se são mães e o cacete a quatro, porque elas se sentiram inferiorizadas perante o mundo masculino malvadão.

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A importância que não se dá a um assassinato de alguém que ninguém liga

A senhora da foto é a dona Antônia Conceição da Silva. Dona Antônia era uma boa pessoa. Ela não incomodava ninguém. Era uma pessoa pobre, mas nem por isso fazia mal às pessoas. Você não sabe nada sobre ela. Ninguém sabe. Muito mal saiu uma notícia de jornal informando que essa pobre senhora foi assassinada de forma brutal. Foi estrangulada e morta a pauladas, e isso por dinheiro. Sim, ela foi assaltada, e seu assassino levou a vultosa quantia de 30 reais. Não trinta milhões ou sequer trinta mil. Trinta reais. Uma nota de vinte e uma de dez. só isso. Mas você não sabe., ninguém mais sabe.

Dona Antônia não era ninguém e para a humanidade continua não sendo ninguém.

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Pesquisa indica que quando há maior oferta, maiores as diferenças de escolha

Você pode pensar na sua cândida burrice que homens e mulheres são iguais. Bem, não são. Aceite o fato! Nem mesmo grupos masculinos são iguais entre si e – outro fato a ser aceito – gêneros acabam sendo diferentes e essa diferença é acentuada mediante o lugar em que as pessoas moram.

Uma pesquisa mostrou que as preferências de homens e mulheres diferem mais em países mais desenvolvidos e igualitários do que aqueles poaíses em que o máximo de liberdade que você tem é meter o galho dentro e ficar na sua. Isso vai de encontro à ideia que as diferenças surgem de papéis a serem desempenhados. Morar em países mais “difíceis”, digamos assim, força os dois sexos a se concentrarem nas necessidades; a liberdade permite que as diferenças sejam mais e melhor expressas.

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A Caixa Preta dos periódicos de Humanas

Eu fiz um video em que perguntei a utilidade das chamadas “Ciências” Humanas. Bom, ninguém deu uma resposta objetiva (se bem que se fossem pessoas objetivas, teriam feito Exatas). Três pesquisadores resolveram testar esse lance que paper de Humanas aceita qualquer lixo. Daí, criaram artigos falsos e totalmente sem o menor sentido. Os resultados apenas comprovam o que todos sabíamos.

E sim, eu tinha escrito um artigo sobre isso. Mas vídeo também é legal, né?

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Partisans do Imposto de Renda caçam ostentadores “pobres”

Eu já tinha dito antes que o Big Brother são seria um mecanismo nefasto de um governo autocrático. Seria cada um de nós, tomando conta de todos os vizinhos. Ninguém estaria seguro e isso por culpa de nós mesmos, colocando toa a nossa vida online. Falam tanto de privacidade, mas colocam de um tudo nos Instagrams, Facebooks e Whatsapp da via. Acham que seu WhatsApp tem camada de criptografia? Sabe onde fica? Nos servidores do WhatsApp, não no seu celular. O celular que você dá o seu número para o contato que quer conversar pelo aplicativo acima. Quem mais quer privacidade é o que mais se expõe, facilitando quem quiser fuçar a sua vida. Sabem quem conta com isso? Dois tipos de criaturas nefastas, vindas das profundezas abissais: bandidos virtuais e agentes do Imposto de Renda.

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Mulheres são menos propensas a receber ajuda por medo de acusação de assédio

Dizem que toda boa ação será castigada. O ponto reverso é que medo de um castigo inibe uma boa ação. É que nem você vai ajudar uma velhinha a atravessar a rua e já acham que você quer sequestrar a coroa; tem vezes que nem ela mesma quer a sua ajuda. E com a atual onda de mulheres que veem machismo em tudo, o resultado acaba sendo muito sério. Sim, tem mulher que chama cavalheirismo de “sexismo benevolente”. É errado abrir a porta para uma mulher (fonte, fonte e fonte). É errado chamá-la de “dama” (lady, em inglês. Fonte). É errado, pelo visto, homens existirem. Mesmo porque tem gente louca que defende que 90% dos homens devem ser exterminados e os outros 10% só devem existir para procriação (EU NÃO ESTOU INVENTANDO!!)

Sabem qual foi o resultado disso? Homens vendo mulheres precisando de ajuda na rua e, com receio de serem processados por assédio, não as ajudam, aumentando seriamente a chance de elas morrerem por falta de assistência.

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