Um dos problemas da Seleção Natural é que ela não existe. Se existisse, não teríamos como ter seres vivos estáticos. O problema é que ninguém avisou a esses seres vivos, porque eles insistem em continuar se reproduzindo, sofrendo mutações e sendo selecionados pelo ambiente. São seres vivos ateístas, que parecem não ter fé em Nosso Senhor.
Aí acontece que quando um desses desgracentos microorganismos invadem um corpo qualquer, eles começam a selecionar as melhores células que garantirá a sua perpetuação. Nisso, o corpo produz pequenos exércitos de anticorpos para "anticorpar" os lazarentos. O MST microbiológico é selecionado e os que tiverem melhores condições de sobreviver… bem, sobrevivem. Aí os anticorpos não têm como anticorpar os malucos do pedaço, e tratam de ajustar suas proteínas para que deem cabo. A questão principal nesse processo é: Como eles fazem isso?
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Desde detergentes até máscaras contra gases, os fenômenos de superfície são responsáveis por muito de nossa vida moderna. Mas não só ela. Insetos fazem uso dela, mesmo sem sequer saber disso. Qual a semelhança entre maionese e o que faz um inseto jesus-like caminhando sobre a água? Por que certas crendices da sua avó não são tão crendices assim?
Imaginem se pudéssemos controlar os seus genes com luz. Apenas luz. Tá, ok, não é apenas luz, mas seria legal mesmo assim. Isso pode beirar a ficção científica, mas tem sólida base científica. Isso é chamado "optogenética", em que podemos usar canais ativados pela luz, com comprimento de onda bem definido, de forma a a conseguirmos uma expressão de alguns genes. Com isso, podemos usar a optogenética para analisar neurônios de alguns animais, controlando os seus eventos elétricos e bioquímicos, modulando comportamentos. Mas antes que pergunte, não. Usar ligar uma lanterna na cara do seu cunhado não o fará ir buscar cerveja. Tente ameaçá-lo com violência física apelando para uma lanterna pesadona.
Demorou um tempo para entender por que brasileiros costumam chamar técnicos de futebol de "professor" Como temos quase 200 milhões de técnicos de futebol, temos 200milhões de especialistas em Educação e Ensino. Todo mundo sabe como o professor deve trabalhar. Ou, não mínimo, sabe quando o professor NÃO SABE trabalhar, mas não consegue apontar o que ele deve fazer.
Não há nada pior que espécies invasoras. Não, nem mesmo o ser humano, apesar que este é enxerido mesmo e se mete em tudo. Uma espécie invasora é um ser biológico que acaba indo parar num nicho ecológico. Sem ter predadores naturais, o ser dos infernos acaba se espalhando desarvoradamente, causando desequilíbrio e mandando outras espécies pro saco (sou ótimo em explicações simples). Um desses casos é o mexilhão dourado, pesquisado pela
Adoro a Austrália. Tudo lá tem uma espécie de toque de Sadim (o Midas ao contrário). Enquanto Midas transformava qualquer coisa que tocasse em ouro, o Sadim australiano transforma numa coisa monstruosamente venenosa com um só toque.
CLARO, criacionistas malucos (tem outro tipo) dirão que isso é "prova" que dinossauros não são tão velhos assim, que a Terra tem milhares de anos de idade e Darwin é feio e tem cara de mamão.
Anestesia é bom e eu adoro se tiver que passar por qualquer intervenção mais dolorosa que cortar unhas. Eu não sou mártir para sentir dor e você pode me chamar de "banana" o quanto quiser. O problema é que novas pesquisas mostram que anestesias podem deixar efeitos colaterais, principalmente em crianças pequenas, cujo cérebro ainda está em desenvolvimento.
A nicotina é uma das mais poderosas drogas que temos em termos de poder viciante. É mais forte que a cocaína, o álcool e a maconha