A missão Juno começou quando ela subiu ao Espaço em 5 de agosto de 2011, chegando lá em 30 de abril de 2016. Ela está em órbita polar desde então e sua missão é descortinar os segredos de Júpiter, o Senhor dos Planetas, perscrutando o que tem embaixo de suas grossas nuvens e pesquisar a origem e evolução de Júpiter.
Poucos dias depois de comemorar seu primeiro aniversário na órbita de Júpiter, a Juno vai logo para a Grande Mancha Vermelha de Júpiter, aquela imensa tempestade que dura séculos, com mais de 15 mil quilômetros de largura.
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O Sol não fica paradinho. Sabe-se que ele tem altíssima atividade, com suas explosões solares e ejeção de massa coronal. Mas não é só isso! Milhões de jatos de material solar explodem da superfície do Sol a cada momento, chegando a ter quase 10 mil quilômetros de altura a uma velocidade absurda de milhares de quilômetros por segundo. Só agora, mediante simulações computacionais, estamos começando a entender esta dinâmica e sua natureza.
Eu gosto de lâmpadas incandescentes. Que se dane se gastam muita eletricidade, desperdiçando 95% da energia consumida sob a forma de calor. Tanto que agora temos até lâmpadas retrô de LED sendo vendidas no Mercado Livre imitando antigas lâmpadas incandescentes, que eu sempre achei um charme, principalmente as que imitam o design de lâmpadas da década de 1930-40.
O experimento do Massaru Emoto é aquele tio japa que teceu uma teoria muito legal. Palavras têm sua força, e se colocarmos etiquetinhas com frases tipo “Eu te amo”, “obrigado”, “amor” etc, mudará a rede cristalina da água e ela ficará… bonita. Fofo, não? Entretanto, se você colocar palavras feias, como “você é um idiota”, “imbecil” ou qualquer xingamento, isso poderia mudar toda a disposição dos átomos da água, deixando-a feia e disforme. Sim, isso mesmo! Só uma etiqueta era o suficiente, independente da intenção, caso contrário, a própria intenção do Emoto anularia seu experimento, de acordo com a proposição.
O Parker Solar Probe da NASA será a primeira missão a “tocar” o Sol (preste atenção nas aspas, pombas!!). A nave espacial, do tamanho de um carro pequeno, viajará diretamente para a atmosfera do Sol a mais de 6,4 milhões de quilômetros da superfície da nossa estrela. O lançamento está programado para o verão de 2018.
Saiu uma notícia que uma
Pode ser possível perturbar os coágulos sanguíneos prejudiciais em pessoas com risco de ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral sem aumentar o risco de sangramento, de acordo com um novo estudo publicado na Nature Communications .
O CO2 é um gás que afeta absurdamente o clima global. Assim, é muito importante monitorá-lo, e mapear os dados de forma a termos uma visão tridimensional de alta resolução das concentrações globais deste gás.
O Atmospheric Infrared Sounder (AIRS) é um dos seis instrumentos a bordo do satélite Aqua da NASA, lançado em 4 de maio de 2002. O instrumento é projetado para apoiar a pesquisa climática e melhorar a previsão do tempo, observando os ciclos globais de água e energia, variações e tendências climáticas e a resposta do sistema climático ao aumento dos gases de efeito estufa.