Há muitos artigos sobre cães e sua relação com o Homem, como este e este. Mas e os gatos? Tidos como arrogantes, preguiçosos e pouco afeitos aos humanos, gatos chegaram a ser considerados animais demoníacos e, por isso, foram quase totalmente aniquilados na Idade Média. Ok, disso resultou numa enorme proliferação de ratos e, de reboque, a peste negra. Parabéns, pessoal.
Uma nova pesquisa visa datar melhor a data quando gatos e homens começaram a co-existir e se você está com pressa, adianto: foi há cerca de 5300 anos. Mas você vai querer saber mais, não é?
Continuar lendo “Quando os gatos se tornaram nossos amigos?”

Olá, pessoal! Aqui vamos para maiores informações da sonda espacial que o Brasil, O BRASIL!!!!, está prestes a lançar. Daremos informações com exclusividade, entenderemos os detalhes, as minúcias e conversaremos com técnicos ligados diretamente ao projeto.
O Senhor dos Céus contempla o infinito e além. Ainda que não seja tão poderoso quando o mais poderoso dos Deus, Saturno está tranquilo em seu leito etéreo, nas vastidões do Sistema Solar. Em volta dele, seus fiéis vassalos aguardam seu comando e o mais poderoso desses vassalos é o maior satélite de Saturno, mas ainda inferior a Ganimedes, o maior satélite do Sistema Solar, vassalo de Júpiter.
Eu não canso de pedir "Sociologia, sua vez!", "Filosofia, sua vez!" cada vez que eu posto algum advento tecnológico que venha minimizar problemas de saúde. Claro, se eu for fazer isso para cada nova descoberta, pesquisa ou estudos inciais da CIência, seria cansativo A realidade é que filosofi e sociologia só existe para termos gentinha chata que vai dar aula de sociologia e filosofia, alegando que estas duas porcarias servem para algo.
Nossos olhos captam muitas coisas e mandam tudo pro cérebro, aquele incompetente. Ele, que deveria analisar e entender todas as informações de maneira separada, junta todos os gatos num só balaio e dá uma confusão dos diabos. Disso surge as fantásticas ilusões de óptica, como esta que você verá a seguir.
A hora que eu mais gosto do dia é a manhã. Acordar e olhar pela janela e ver o mundo abrindo-se para mais um momento. Diferente das pessoas que acham que aquilo lá fora precisa ter sido criada por alguma entidade mágica, eu me contento com a magia metafórica da maravilha que a Natureza pode nos trazer. É uma beleza enganadora, já que ainda temos desastres, vulcões, terremotos u tempestades. Mas um simples raiar do sol nos da esperança, nos inspira.
Já me perguntaram por que eu não me dediquei à Ciência, se gosto tanto dela. A resposta é simples e emocionante: não sou uma pessoa pura, boa e paciente. Eu vi de perto como funciona o meio acadêmico no Brasil e concluí que era preferível trabalhar em loja de presentes no meio da 25 de março em pleno Natal. Quando se trabalha num lugar como o Museu Nacional e vê o pessoal quase saindo na porrada por causa de um litro de álcool, você vê que há algo de errado (na verdade, quem estava brigando eram os estagiários, pois os senhores, professores, doutores do cacete a quatro não iam trabalhar. Só apareciam no fim do mês para assinar o ponto).
Eu acredito na liberdade das pessoas de acreditarem ou desacreditarem no que quiserem. Não quer acreditar na indústria farmacêutica? Por mim, está ótimo. Não tome remédios, mas deixem seus filhos fora disso. Muitos sites de ateus-de-fim-de-semana ficam fazendo balbúrdia que todo mundo deve deixar de ter religião ou acreditar em deu(es). Por mim, o cara pode acreditar em Javé, fadas, gnomos ou que existem políticos honestos. Agora, alguns idiotas forçam a barra com esse lance de acreditar.
No planeta Aurora, Jander Panell é assassinado. Para investigar o caso, o detetive Elijah Baley precisa entender todo os fatos e o principal é: Quem iria querer matar um robô? Aí começa a trama do livro Robôs do Amanhecer, de Isaac Asimov, no qual discute-se, mais uma vez, o papel dos robôs em meio aos humanos. Mas, acima de tudo, o problema é "por que não matar um robô?" Qual a diferença entre puxar a tomada de um robozinho (ou robozão) e desligar os equipamentos de suporte de vida de um paciente terminal?
A Química é muito divertida e podemos ver coisas muito legais, aprender coisas muito legais e fazer coisas muito legais, nem sempre nesta mesma ordem. Ah, sim! Ainda dá pra explodir coisas e produzir substâncias fedorentas.