Como nós desenvolvemos nossas características emocionais? De onde essas emoções vêm? Bem, claro que é do coração, pois nós pensamos com ele, enquanto o cérebro só serve para refrigerar o sangue. Ainda bem que desenvolvemos Ciência, ou você estaria acreditando nesta bobagem até hoje, já que o grande gênio científico do Aristóteles falou essa e muitas outras idiotices, como mulheres tendo menos dentes que homens, mesmo tendo sido casado duas vezes. O amigo da sabedoria não gostava tanto assim de sequer olhar pro que tinha na sua frente.
Uma pesquisa estudou 35 famílias ´para saber como (e se) as emoções são características que passam de pais para filhos. Bem, o que foi descoberto não é uma regra dessa forma, mas que podem ser transmitidas de mãe para filhas, mas não tão comumente no caso de mães para filhos (homens). Pais não entraram na história, como sempre. Mas como isso acontece?
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A Peste Negra é uma demonstração do que Evolução Biológica associada à falta de saneamento básico e estupidez humana acarreta em uma perda considerável de vidas. Foi assim no caso da
Eu adoro certas pesquisas. Apesar de serem feitas por pesquisadores sérios, suas pesquisas acabam sendo… como direi? uma piada! Óbvias, até. Dignas do IgNobel. Um exemplo é a pesquisa que estuda a ocorrência peculiar de virar a noite mandando SMS, mensagens de texto, WhatsApp, Facebook Messenger entre outros tipos de mensagem de texto durante a noite faz com que o desempenho dos adolescentes durante o dia seja péssimo, já que eles ficam sonolentos e bocejando muito.
Hábito é uma coisa boa… ou ruim, dependendo se o hábito for bom ou ruim, como você deve imaginar. O problema é que tanto um como outro tipo de hábito é um tanto difícil de largar, mesmo querendo. Muios acham que é fraqueza, falta de caráter ou de força de vontade, mas nada relacionado ao cérebro é tão simples assim.
Câncer não é algo legal. Apesar de 80% dos casos de câncer serem curáveis se descobertos a tempo, o problema é descobri-los a tempo. Ainda mais no caso do de próstata, em que homem retardado fica com vergonhinha de ser examinado. Até parece que médicos fazem bolão pra saber quem fez mais exames, com a descrição de cada examinado. Exame por imageamento seria mais eficiente e menos invasivo, mas temos que meter o dedo na ferida. O problema é que análises por imageamento não são lá muito sensíveis para a detecção de câncer de próstata metastático. Será que podemos mudar isso?
Isso pode parecer título do livro do Oliver Sachs, mas não. Se bem que tem (quase) tudo a ver. Estamos falando que um determinado senhor que teve sua virada virada por uma zica no cérebro. Esta zica (não confunda com o Zyka Vírus) fez com que este senhor não reconhecesse mais o seu gato como o seu gato. Era um intruso, um farsante, um espião illuminati, era um gato gatuno.
Você pensou que o caso da fosfoetanolamina tinha acabado? Nah, nah, está só no início! Os testes oficiais começaram. Então, é sinal que está pronta para distribuição, certo? Sim, se você for um completo energúmeno e totalmente ignorante em Ciência. O que aconteceu já acabaram os testes primários, nem mesmo os testes pré-clínicos começaram.
Se você estudou num colégio que presta, você sabe o que é pH, certo? Bem, muito provavelmente, você decorou que pH mede acidez, mas não é bem assim. O pH mede o potencial hidrogeniônico, a concentração de íons H+ numa determinada solução. Claro, a quantidade de hidrogênios ionizáveis nos informa o quanto uma solução é mais ácida que outra, se formos pegar a definição de Arrhenius. Quando mais hidrogênios ionizáveis, maior o caráter ácido. Ou seja, se eu pegar um copo de água (pH = 7) e ir adicionando gotas de ácido clorídrico, por exemplo, mais ácida essa solução acabará ficando.
A França não é um país tão tosco quanto o Brasil. Não que não seja tosco; é, mas por outros motivos. Diferente daqui, a França leva a sério o conceito de pesquisas clínicas, ao invés de distribuir qualquer bosta para a população porque algum imbecil no Facebook disse que cura. E mesmo fazendo testes clínicos, às vezes, dá caca, como é o caso de seis pessoas que foram hospitalizadas no Hospital Universitário de Rennes depois de testar um analgésico como parte de um ensaio clínico. Uma está declarada com morte cerebral.