Pesquisa aponta que astronautas também sofrem com sérios problemas de coluna

O Espaço Sideral é maravilhoso. Ou seria, se não fosse a falta de oxigênio e pressão atmosférica, microgravidade, temperaturas próximas ao zero absoluto ou muito quentes, dependendo se você está virado pro Sol ou não, raios cósmicos que farão muita coisa com o seu DNA, menos lhe dar poderes fantásticos, meteoritos do tamanho de um grão de areia “voando” a 30 mil km/h… enfim, o Espaço te odeia e fará tudo para acabar com o seu dia. Podiam chamar de “Sogra Sideral” que seria a mesma coisa.

Se desgraça pouca é bobagem e queijo, em francês, é fromage, pesquisadores mostram como astronautas são extremamente sujeitos a terem problemas de coluna. Show, né?

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5 Mitos da Ciência

Por mais que avança o nosso conhecimento, ainda ficamos presos a ideias tortas sobre pesquisa científica, Algumas acabam criando proposições totalmente infundadas, e alguns mitos, seja lá de onde vieram, acabam se perpetuando, por mais que informemos que aquilo não existe. Ideias como só usamos 10% do cérebro, a regra dos 5 segundos, lemingues se suicidam, vacinas causam autismo e que a água muda de estrutura mediante o estado emocional de quem estiver por perto ainda são contados e replicados, mesmo quando falamos que não há nenhum embasamento.

Aqui veremos esses 5 mitos e explicaremos porque estas idiotices não passam disso: idiotices.

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Pesquisa liga doença hepática gordurosa ao diabetes tipo 2

A diabetes mellitus tipo 2 já ganhou status de “uma das grandes epidemias mundiais do século XXI”. Os crescentes índices de incidência e prevalência fazem dela um problema de saúde pública; não só em países desenvolvidos, como nos pobrinhos, muito pobrinhos, totalmente miseráveis e em países que odeiam ciência, como é o caso do Brasil.

O estilo de vida atual, sedentarismo, hábitos alimentares e acúmulo de gordura corporal contribuem para o agravamento da diabetes tipo 2; mas calma que piora! Uma pesquisa mostra que a resistência à insulina no fígado é um fator importante no desenvolvimento da diabetes tipo 2 mas, além disso, casos de doença hepática gordurosa não alcoólica também ajudam a agravar mais ainda o quadro. Show, né?

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Placebo funciona mesmo quando o paciente sabe que é placebo

Placebo é uma das ocorrências mais fascinantes na medicina. Desde ajudar animais [1] [2] até “curar” câncer o placebo é a salvação da lavoura em muitos casos. Seu mecanismo ainda não é bem compreendido. Ele funciona, mas ainda não se sabe como nem por que, mas é algo mais do que evidenciado.

Muitos já sabiam que o placebo é tão bizarro que funciona até quando o paciente sabe que é placebo. Mas ciência é feito com pesquisa, e não um tio sintetizando pilulinha mágica em laboratório imundo, parecendo laboratório clandestino de crack.

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Implante cerebral da sensação de tato a tetraplégico

Deficientes não querem ser tratados como deficientes. Pessoas acidentadas não querem ser tratadas como pessoas acidentadas. Elas estão pouco se lixando sobre a eugenia do japa filosófico. Elas querem voltar a ser pessoas como todas as outras. Elas querem ao menos passar a ser uma pessoa como todas as outras… normais? Sim, normais. Lamento, mas se você acha lindo uma pessoa ser cadeirante, seu lugar é no Asilo Arkham.

Senhores, nós teríamos a tecnologia para colocar uma pessoa de pé e, não só isso, dar-lhes resposta tátil? Sim, senhores, nós temos a tecnologia.

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Por que eu fiz Química?

Sim, eu fiz Química. Todo mundo me pergunta o por quê. Eu não teria grandes motivos para explicar uma coisa que nem eu sei ao certo. Entretanto, há alguns fatos a serem considerados e analisar como eu acabei nessa profissão.

Além disso, é bom saber por que você deveria fazer Química ou seguir uma outra profissão. Sim, é mais um vídeo.
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Maconha deixa seu cérebro com funcionamento anormal e QI Baixo

Em setembro deste ano aconteceu o festival de humor negro da Internet brasileira (não que isso não aconteça todos os dias). Uma distinta senhorita que assina como Cah Nabis postou no Twitter dando boa noite a todos depois de ter perdido uma perna, pois estava lindamente com a cabeça voada no jererê, fazia surf ferroviário, e quando foi pular do trem, fez alguma caca tão grande que teve que amputar a perna.

O presente artigo não tem nada a ver diretamente com a Cah, mas uma explicação do que aconteceu: Uma pesquisa mostra que o uso da maconha cada vez mais precoce resulta em função anormal do cérebro, baixo QI e, segundo informações paralelas não confirmadas, uma louca vontade de comentar em portais de notícia.

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Idade acaba com a gente e faz nos confundir com gente falando

Vamos ser honestos: não éramos para, naturalmente, vivermos tanto assim. Graças à Ciência, conseguimos uma bela longevidade, mesmo entre camadas mais pobres. O problema é que morrendo cedo não percebíamos o declínio da qualidade de vida e saúde., viver mais tempo é correr mais riscos de demência e Alzheimer, por exemplo.

Com o tempo, nosso cérebro já não é mais o mesmo. Nossa capacidade de acompanhar e entender a fala em ambientes ruidosos vai se deteriorando, com o mesencéfalo dando tilt e…

Mas que diabos é um mesencéfalo?

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Mesmo baixo consumo de álcool pode acarretar fibrilação e um AVC de brinde

Você curte um vinhozinho nas refeições, né? Ouviu aquela história do seu tatatatataravô que sempre tomou uns vinhos e por isso viveu até os 166 anos, certo? Daí você mete a cara na manguaça e ainda tem a páchorra de dizer “é pra fins medicinais”. Pois bem, você se ferrou!

Uma nova pesquisa mostra que mesmo o consumo moderado de álcool ainda pode ferrar com a estrutura do coração, aumentando o risco de fibrilação atrial. Parabéns!

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As estratégias de ataque de bactérias que usam armas químicas

Bactérias são um sucesso evolutivo. Demandam poucos recursos, alta taxa de reprodução e mutação e são capazes de resistir às provas determinadas por Darwin. Se uma cai, sempre sobra uma mais forte, que se multiplicará rapidamente, formando novas colônias e prontas para lhe ajudar ou ferrar seu dia de vez.

O que pouca gente sabe é que bactérias, assim como o Império, contra-ataca. Para tanto, ela faz uso de “arpões moleculares”, uma secreção que age contra aqueles que a virem como banquete. Mas como é isso?

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