Segundo especialista em saúde, Papai Noel é um péssimo exemplo para as crianças

Papai Noel deveria ser preso pela ANVISA. Deveria amargar bons tempos num cadeião, vendo o Sol nascer quadrado, com a rapaziada coçando o cavanhaque e olhando pra ele com pensamentos pouco natalinos. Papai Noel deveria ser o inimigo público número 1 dos metidos a uma vida saudável, como os vagabundos que não trabalham o pessoal que fica direto nas academias, malhando.

Pelo menos, é mais ou menos isso o que o especialista em saúde Nathan Grinch, digo, Nathan Grills, da Universidade Monash, pensa, já que em um artigo publicado, ele defende que o Bom Velhinho é um péssimo exemplo, não só para as crianças, como para os adultos também. Já imagino que alguém vai ficar sem encontrar um presentinho em seu sapatinho. Vindo rapidamente com o Rodolfo, esta é sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Segundo especialista em saúde, Papai Noel é um péssimo exemplo para as crianças”

Flores devem ser proibidas nos hospitais?

Não é de hoje que a presença de flores em hospitais gera uma certa contovérsia. Alguns acham que a água dos vasos formam um belo resort para bactérias, enquanto outros argumentam estupidamente que as flores nas cabeceiras das camas competem com os pacientes pelo sagrado oxigên. Será mesmo que as flores são criaturinhas malévolas que representam riscos para a saúde dos pacientes?

Na Inglaterra, está havendo sérios debates sobre isso, a ponto de Giskin Dia e Naiome Carter, do Imperial College London analisarem a literatura e conversar com pacientes e funcionários no Royal Brompton Hospital e do Chelsea & Westminster Hospital sobre suas atitudes em relação a flores. Seus resultados foram publicados no British Medical Journal, com revisão por pares. Continuar lendo “Flores devem ser proibidas nos hospitais?”

Cientistas descobrem altos índices de stress em antigas populações pré-colombianas

Você é daqueles que anda estressado, principalmente quando fica preso no trânsito, com pouca gasolina, em meio a um o calor de rachar, sob o som sufocante de buzina? Acredite, seus ancestrais pré-históricos passavam por situações tão ou mais estressantes também. Quem afirma isso são pesquisadores canadenses, que analisaram restos de cabelos de pessoas que viviam no Peru pré-colombiano.

O senso comum acha que o stress começou com a vida moderna, mas quem disse que o senso comum serve para muita coisa? Alguém aqui sinceramente acha que caçar mamutes era algo tranquilo? Na verdade, só o nome é recente, mas o seu significado já era conhecido na Antiguidade. Continuar lendo “Cientistas descobrem altos índices de stress em antigas populações pré-colombianas”

A vida moderna traz sobrecarga de informações ao cérebro

O mundo antigamente era menos complicado. Acordava-se de manhã cedinho, ia pra labuta (eu disse “labuta”), parava-se um pouco para comer, voltava-se ao batente e ia pra casa de noite, onde uma refeição quentinha (ou não) estava esperando, junto com uma esposa quentinha (ou não). Pelo visto, não se mudou muita coisa ao longo da história.

O homem não sabia grandes coisas, não tinha acesso à informação, não sabia nada. Outra coisa semelhante aos nossos dias, com a diferença que hoje somos bombardeados com todos os tipos de informação, como TV, rádio, jornais, revistas da Avon, propagandas, outdoors, galhardetes, placas, carros de som, celulares, fax, homens-sanduche, animadores de lojas etc. Com o tempo, chegou a Internet, com e-mail, websites, vídeos pornô de amadoras educativos, documentários, TV do restante do mundo, conteúdo pirateado e até um vídeo com a vergonha que você passou na formatura, quando bebeu todas e quase morre afogado na privada, devidamente postado no Youtube por algum “amigo seu”. É muita informação. Mas quanto dela é realmente útil? O quanto dela é realmente conhecimento (informação NÃO É conhecimento). Continuar lendo “A vida moderna traz sobrecarga de informações ao cérebro”

Bactérias são a solução contra o aquecimento global?

Está havendo uma corrida para diminuir os efeitos do aquecimento global. Duas classes estão em disputa: Os eco-chatos – para quem tudo tem que ser “verde” e “orgânico” (isopor é uma substância orgânica, caso não saibam), preocupados em sequestrar carbono, pedindo sua alma como resgate – e os eco-céticos, que afirmam que o mundo é assim mesmo, sempre foi e sempre será.

É bem verdade que a Terra passa por ciclo climáticos, mas também é fato que desde a Revolução Industrial estamos jogando pra atmosfera toneladas de CO2 e, sim, ele ajuda na absorção de energia térmica, intensificando o Efeito Estufa, que é natural. Isso aliado ao metano, amplia os efeitos do Efeito Estufa e podemos dizer que sim, há interferência humana no clima. A construção de uma hidrelétrica muda totalmente o clima da região, já que temos uma grande massa de água, a qual foi responsável pela remoção de árvores e vida nativa. Tal massa de água vai evaporar, transformar-se em vapor e, dependendo do local, ajudará no que eu chamo Efeito Sauna. Continuar lendo “Bactérias são a solução contra o aquecimento global?”

Rabinos ultra-ortodoxos querem proibir Internet em Israel

Nem todo mundo está preparado para novas tecnologias, como a roda e a escrita por exemplo. Quando é algo um pouco mais recente como liberdade de opinião e possibilidade de externar seus pensamentos, danou-se! Que o digam os rabinos ultra-ortodoxos daquele cantinho empoeirado do mundo chamado Israel, onde os baby-sitters de cabras decidiram que acessar a Internet não é coisa que YHWH permitiria nos áureos tempos de Moisés, e se fosse realmente necessário, José não teria visões, receberia as informações por e-mail.

Isto posto, os perclaros rabinos estão revoltadíssimos com as modernidades do ciberespaço, a fronteira final, e resolveram que a Internet não é Kosher e querem boicotá-la Esta é a 3ª edição da sua SEXTA INSANA. Continuar lendo “Rabinos ultra-ortodoxos querem proibir Internet em Israel”

Polímero regenera ossos

Um polímero combinado com células-tronco foi implantado por pesquisadores em defeitos ósseos no crânio de ratos. Os animais tinham perfurações na calota craniana de cerca de 5 milímetros de diâmetro, dimensão considerada crítica, uma vez que está além da capacidade de regeneração natural do organismo.

O resultado da bioimplantação foi observado em duas, quatro e oito semanas. Em duas semanas foi observada diferença na quantidade de tecido ósseo e de vasos sanguíneos nos três tipos de materiais utilizados – com diferença no tamanho dos poros. Continuar lendo “Polímero regenera ossos”

Obesidade infantil é ligada a mutação genética

Cientistas da Universidade de Cambridge, Inglaterra, afirmam que a obesidade infantil pode ser causada por uma mutação genética. Os resultados de sua pesquisa mostram pela primeira vez que a condição pode ser genética, e não o resultado puramente com relação à alimentação.

O estudo pode cair como uma bomba em cima dos serviços sociais, já que ele mostra que não é uma questão simplesmente de comer no McDonald’s que você ficará balofo. Isso pode ser ruim pois poderá estimular os jovens a continuar comendo aquela tosqueira que chamam de sanduíche. Continuar lendo “Obesidade infantil é ligada a mutação genética”

Cientistas sintetizam carne em laboratório

Se você é daqueles que aprecia o sabor suculento de uma deliciosa picanha, mas fica com dor de consciência por estar comendo uma vaca (no sentido carnívoro da coisa), pode relaxar um pouco, pois segundo algumas pesquisas, cientistas conseguiram fazer crescer uma forma de carne em laboratório pela primeira vez!

Pesquisadores na Holanda criaram o que foi descrito como sendo carne de porco sintética, e agora estão investigando maneiras de melhorar o tecido muscular, na esperança de que um dia as pessoas possam querer comê-la, já que ninguém teve coragem de meter os dentes no produto, mas acredita-se que a carne artificial poderia estar à venda dentro de cinco anos.

Vegans, uni-vos em prol das vaquinhas, porquinhos e cabritinhas. Mas eu ainda adoro uma picanha e feijoada no modo tradicional. Continuar lendo “Cientistas sintetizam carne em laboratório”

Altos índices de gás carbônico podem aumentar tamanho dos crustáceos

O aumento de gás carbônico (CO2) na atmosfera não causa apenas intensificação do efeito estufa (não confunda efeito estufa com aquecimento global). O aumento da concentração de CO2 afeta a química dos oceanos também, produzindo maior quantidade de ácido carbônico (H2CO3) e, de quebra, pode fazer com que alguns crustáceos se tornem maiores e mais fortes, conforme sugere pesquisa da Universidade de North Carolina em Chapel Hill.

A descoberta pode ter implicações importantes para a cadeia alimentar marinha (além de nos dar a sensação que algum alien do Distrito 9 apareça para dar um “olá”). Continuar lendo “Altos índices de gás carbônico podem aumentar tamanho dos crustáceos”