Ei! É, você, mesmo! Não finja que não é contigo, seu.. seu… seu PORCO ANTIÉTICO! Você que acha que pode fazer qualquer coisa ao seu bel-prazer, escravizando e sacrificando de forma horrenda pobres bichinhos. Você, animal pérfido que não liga para a Moral e Ética do mundo natural, que só porque sua mulher pode ter câncer de mama, você pode agir de forma toscamente irresponsável, você que se regozijou com os resultados positivos de uma vacina que está sendo desenvolvida contra o câncer de mama, e foi absurdamente testada em ratos de laboratório, demonstrando sua eficácia. Você deveria estar muito envergonhado a essa altura! E não me venha com aquela historinha idiota que é pro bem da humanidade, sendo que a humanidade é que está destruindo o planeta. Vamos parar com isso, pessoal! CHEGA DISSO TUDO! CHEGA DE TESTES LABORATORIAIS!
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São 3 coisas que cortam o tesão de qualquer um: Camisinha, Filtro Solar e Comida Vegetariana, mas a gente costuma utilizar em prol da saúde e se proteger de corpos estranhos que possam prejudicar nosso corpo, do jeitinho
Talvez, vocês tenham presenciado uma cena semelhante: Você vem andando pela calçada e é abordado por uma moça. Ela pede um minuto de sua atenção e você, como todo bom idiota, para para (maldito acordo ortográfico!) dar atenção – e depois lamentar de não ter continuado andando. Ela diz que quer falar com você e lhe entrega um panfleto. Ela, com seu sorrisinho, fala pra você mudar de postura, pois a mesma é errada, que você deveria ver o mundo com outros olhos, ser mais ético. Que, assim que mudar, sua vida melhorará e ajudará a fazer um mundo sem sofrimento.
As pessoas são extremamente burras de um modo geral. Vemos isso todos os dias, onde percebemos que larga maioria insiste em fazer algo de maneira errada, SABENDO que é errado, mas mesmo assim o faz por pura teimosia idiota.
É uma coisa interessante que existe em nós, animais vertebrados. Nosso genoma não foi repetido uma vez, mas muitas e muitas vezes. Achava-se que o excesso de genes acaba sendo descartado e perdido para todo o sempre, mas parece que não é bem assim, como mostra a pesquisa de Aoife McLysaght do Trinity College em Dublin, Irlanda.
Muito dificilmente você se lembrará – ou mesmo terá conhecimento – deste nome. Não só pela difícil pronúncia, como pelo fato dele ter nascido nos cafundós do Judas lá no meio da África, num lugar desolado, pobre e abandonado chamado
Prahlad Jani é mais um daqueles velhinhos com cara de coitadinho, mas que se você der mole afana sua carteira na boa. Ele também alega que não é muito chegado a banho, e não vê água e sabão em todos esses anos também. Claro que muitos idiotas estão acreditando na conversa mole e o Ministério da
O mundo muçulmano é estronho e esquésito! Através de imposições morais questionáveis, que datam da Idade Média, muitas pessoas já morreram (no sentido de “foram morridas”). Mulheres principalmente, basicamente as que não eram virgens, pois Alá se preocupa muito com um pedaço de tecido nas partes íntimas. Matar pode, perder o “selinho”, não. Uma mulher que fosse pega não sendo mais virgem era (e ainda é assim em muitos lugares) condenada à morte por apedrejamento.
Lesões na medula não são coisas agradáveis. Normalmente, ela adquire complicações devido a uma necrose progressiva, ou seja, o tecido da medula começa a morrer. Daí começam os problemas e as pessoas acabam paraplégicas. Entretanto, ao invés de ficar ajoelhados implorando para um deus qualquer que ajude a pessoa enferma, cientistas preferem gastar suas energias em busca da cura. Entre eles, o
A botânica é uma ciência surpreendente. Vemos no mundo natural plantas que nem imaginávamos existir, cada vez nos surpreendendo mais. Zoologia também é legal, mas as plantas guardam uma afinidade conosco, desde os tempos que vivíamos no topo delas, para depois descermos e ficarmos embaixo delas. Depois, as cultivamos, nos alimentamos, nos enfeitamos com elas. Fazemos remédios, produzimos vestimentas, tempêros, utensílios etc. Plantas são independentes de nós, torpes animais. Algumas plantas são muito, muito interessantes, como a clitoria (não, não escrevi errado), que nos desperta interessantes relações anatômicas.