
HOLD MY BEER!
A Ciência busca entender muitas coisas, em especial o que causa dor-de-cabeça nas mulheres. Um dos motivos pode ser o namorado delas como esse aí da foto. O que a Ciência não tenta entender, pois é perda de tempo, é POR QUE este Zé Ruela resolveu fazer isso (droga! Não tem piscina debaixo da minha janela).
Depois que a Ciência parou de se importar com o estúpido comportamento masculino, passou a se dedicar a coisas muito mais simples, como qual é o último dígito de Pi e por que mulheres têm mais enxaquecas que homens, e o que causa essas enxaquecas (cínicas dizem que é por causa dos homens, mas eu não tocarei neste assunto).
Continuar lendo “Pesquisa estuda por que homens não são a única causa da enxaqueca em mulheres”

A mente humana é misteriosa, idiossincrática, confusa e totalmente gambiarrenta, sendo a coisa mais louca que se tem notícia. Ainda assim, é melhor ter ou se vira nuteleiro. Há um sem-número de condições e/ou síndromes psicológicas de toda espécie. Algumas bem mais esquisitas que outras, como alguém que acha que o pênis está diminuindo (redução genital) ou acha que todos são cópias ou robôs e vivem em um mundo de conspirações.
Eu sempre digo que religião é um câncer sociológico. Ele se alastra fundo, causa metástase e acaba sendo mais do que maléfico. E mortal! Eu aceito que a pessoa resolva se conectar com uma esfera que ele não compreende, passe a acreditar que haja seres supranaturais ou, pelo menos, sobrenaturais, mas tenho verdadeiro asco por institucionalização da fé, em que um líder diz o que você tem que fazer, pensar e agir ou um Deus bom, justo e misericordioso vai destruir a sua vida de forma selvagem. 
Atualmente, há um grande movimento para liberar geral a maconha para tratamento médico. Claro, quem fala isso é uma besta, já que tem muita diferença entre usar canabinoides e o jererê. Alguns pacientes fumam maconha para combater a epilepsia, a esclerose múltipla e ocorrências de dores crônicas, mas em países em que isso é permitido é preciso de receituário específico. Em alguns estados norte-americanos, tratamentos com maconha são permitidos, apesar de haver lei federal criminalizando o uso. Sim, é uma bagunça, mas ter estados com leis independentes acabam nisso.
Verificar o que as pessoas têm na cabeça é uma tarefa nem sempre muito fácil. A parte fácil não é lá muito bem aceita; além de sujar o machado e a sala, os comitês de ética faça enchendo o saco para que o paciente, no mínimo, saia vivo. Outros procedimentos, apesar de não serem tão divertidos, envolve eletrodos e/ou maquinário de grande porte, o que complica muito. Enfiar eletrodos no cérebro seria um meio-termo, mas também causa problemas, como tudo ser muito bem esterilizado e ter fios, muitos fios, de um lado pro outro. Seria legal se pudéssemos colocar um implante definitivo (ou quase) no cérebro e ele mandar de lá de dentro todas as informações que precisássemos, sem necessariamente usarmos fios conectores.
Os diferentes tipos de cânceres e tumores são uma droga. O incrível projeto feito por um designer inteligente errou feio, errou rude. E se já não batava ter células tumorais em órgãos que você jamais gostaria que tivesse células tumorais (a rigor, nenhum de nós quer ter célula de tumor em canto algum), ainda tem as chamadas “células tumorais circulantes”. Estas celulinhas sacanas estão à solta no sangue de pessoas que sofrem da maioria dos cânceres, mas são raras (felizmente), e por causa dessa raridade, elas são difíceis de serem detectadas (infelizmente).
Eu costumo dizer que brasileiro odeia Ciência, mas é uma forma simplista. De uma maneira geral, as pessoas odeiam algo que lhes tire do conforto, de suas crenças, da vontade que tudo aconteça por mágica. É puro comodismo. Isso explica a quantidade enorme de pessoas que acreditam em médiuns, videntes, líderes religiosos e políticos (têm diferença?), veganismo e terapias alternativas. As pessoas preferem a crença ao saber. Preferem as religiões, de alguma forma. Elas querem que seus mundinhos mágicos fiquem estáveis e tudo se resolva por si só.
Muito por causa da frescura de um monte de homens idiotas, o câncer de próstata é o tipo de câncer que apresenta a maior incidência entre homens de 18 anos ou mais que descobriram a doença no primeiro diagnóstico. Quanto? 36%. Altíssimo. E não, não é coisa de velho. Releia: