Eu, sinceramente, nunca fui atraído por cozinha japonesa. Não vou com a cara de sushi, fico longe de sashimi e detesto o cheiro de yakisoba. Sem falar que eu odeio miojo; Nihil que coma aquilo. Eu sou um maldito gaijim que prefere um bom bife e danem-se as vaquinhas. Não satisfeito ainda tenho que ver que depois de anos jogando lixo de qualquer jeito pelo mundo afora, os japoneses agora são vítimas do dr. Gori. Chegou a hora do poder dos seres das profundezas tomarem o lugar e exterminarem a humanidade, onde lulas mortíferas voltarão à vida e seus tentáculos… bem, você não vai querer saber o que acontecerá.
Este é o levante das Lulas Zumbis. É mais um capítulo do Livro dos Porquês.

Hélios é a personificação do Sol. Embora, às vezes, associado a Apolo (que chegou a perder a cabeça por Aquiles), Helios é uma divindade que retrata o poder do Sol, tal qual Guaraci. Filho dos titãs Hipérion e Teia, Hélios tinha como irmãos Eos, Aurora e Selene, a Lua (ou Jaci, dependendo do mito que você mais goste). Ele está a serviço de Zeus, o deus pegador, e com seu carro de fogo percorre os céus. Se fosse um barco, ele teria outro nome, seria outro mito e este artigo não teria o menor sentido, então, vamos deixar Tolkien descansando de lado um pouquinho.
É interessante como as coisas perdem seu significado primaz com o passar do tempo. Se antes uma ação, movimento ou simplesmente um utensílio começou para ter um determinado fim, depois de certo tempo tais coisas adquirem uma nova utilização (ou nem tanto), acabando por ser muito diferente de quando começou. Um exemplo seria o Viagra, que foi desenvolvido para problemas cardíacos e terminou por ser a felicidade de muita gente, mas por outros motivos.
Divulgadores de ciência sempre temos nossas personalidades favoritas. Nunca escondi que Carl Sagan é o modelo que todos os que escrevem sobre Ciência deveriam ser. É injusto, no mais das vezes, termos que escolher um ou outro como preferido, mas isso vai de nossa opinião, onde sabemos que isso em nada desmerece o trabalho de outros. Entretanto, posso escolher mais um, na categoria "Ainda Vivos".
Um dos ramos mais interessantes da Física é o eletromagnetismo. Desde emissões de rádio-difusão até aquele maldito laser verde que algum desgraçado aponta para os seus olhos, passando por pilhas, bússolas, chuveiros elétricos, células fotoelétricas etc. a interação da eletricidade e o magnetismo mudou muito da condução de experimentos científicos. Uma parte destes experimentos podem ser feitos até por crianças de 4 anos e não estou falando em deixá-las colocar o dedo na tomada. Estou falando no ato de atritar peças diversas e ver o aparecimento de cargas. O nome disso? Eletricidade estática.
O homem com 10 segundos de vida está decidido para o que vai fazer. Sua vida foi estudar e aplicar os conhecimentos de Química, mas a Química não se importa com as pessoas. 9 segundos: o homem olha para copo que tem na mão. A Química se baseia apenas nas propriedades das substâncias e como elas interagem entre si, e como todos os elementos são capazes de originar bilhões de compostos diferentes. 8 segundos: o homem olha para frente, mas não pensa em nada; ele fecha os olhos. A Química e suas leis são inflexíveis e amorais, pouco se importando com o bem ou o mal que farão. 7 segundos: o homem leva o copo à boca. As mesmas propriedades que ajudaram as construir impérios são as mesmas que causaram a destruição destes mesmos impérios. 6 segundos: o homem sente um leve gosto de amêndoas misturado ao sabor do suco de limão e sabe o que acontecerá em seguida, pois fora planejado. Nossa arrogância acha que tudo o que existe no Universo está lá para nos servir, mas nem de longe é isso que acontece. 5 segundos: o suco é bebido até a última gota, e nos 5 segundos a seguir, a solução ingerida chegará ao estômago e as leis da Química farão o que sempre fizeram: regular como uma reação química se processa, sendo os produtos resultantes absorvidos pelo organismo do homem e farão parte do metabolismo, onde outras reações químicas decretarão a morte de Wallace Hume Carothers, o homem responsável por uma revolução têxtil.
A comunicação é uma arte. Foi através dela que formamos famílias, tribos, cidades e impérios, mas pouco usada em comentários de blogs. Fazer-se entender não é tarefa simples. Se fosse, teríamos algo decente nos escritos religiosos e não coisas toscas "abertas à interpretação".
Estamos acostumados com várias ideias, normalmente difundidas no Ensino Fundamental, com as “tias” do CA à 4ª série (ou 1º ao 5º ano; dá no mesmo). Cabral estudou na Escola Náutica de Sagres e descobriu o Brasil, Colombo foi quem descobriu a América e “homenageou” Américo Vespúcio, Gagarin disse que a Terra é azul, plantas respiram pelas folhas, o Universo é infinito, Deodoro da Fonseca proclamou a República, orcas são baleias, Mercúrio é o planeta mais quente e a Terra é redonda. Nada disso é verdade, mas o que talvez cause maior estranheza é o fato da Terra não ser redondinha como uma bola de futebol, já que todas as representações a mostram como esférica. Tentando fugir disso, muitas referências mencionam que ela é “geoide”, ou seja, não é esférica e sim um elipsoide ou, melhor ainda, “oval”.
O homem que sobe as escadas sabe que está com sua morte decretada. Ele sabe que suas horas estão contadas, mas ele não tem medo, pois é isso que ele quer fazer. Passo a passo, ele entra na cápsula que lhe servirá de carrasco. A Rodina decidiu que a glória do Partido está sobre todos os mortais e que um homem teria que cumprir a missão, mas um laço mais forte que a opressão poupou a vida de outro homem, o homem que viu que a Terra era azul. Por causa desse lado de amizade, o homem que está condenado chega até o seu destino e olha para fora, sendo este o último relance do céu e a última lufada de vento em seu rosto sério. O homem entra na cápsula; não há volta e ele nem pensaria em desistir, pois era um homem decidido.
Poucas belezas naturais se comparam ao Grand Canyon, no estado norte-americano do Arizona. Sua beleza e imponência mostram como somos ridículos perante escalas geológicas e só mesmo um imbecil acha que aquilo foi feito para agradar a estúpidas amebas de duas pernas. É chocante saber que seus 446 km de extensão (maior que a distância entre Rio de Janeiro e São Paulo), sua largura máxima de 29 km e quase 2 km de profundidade nada mais são que o efeito da água. Sim, água, pois o Grand Canyon foi esculpido durante bilhões de anos de erosão, tendo como principal agente erosivo o rio Colorado. Maiores informações poderão ser encontradas no