Um fumo negro sobe das montanhas do Leste. Nas terras de Mordor, onde as sombras se deitam, o horror é forjado a ferro e fogo. Orcs dançam nas profundas cavernas, enquanto balrogs não ousam sequer a chegar perto. Um troll das montanhas olha pro céu, seguro que o raiar do sol não o transformará em pedra, pois está tudo escuro. Longe dali, os Homens do Oeste esperam pelo que pode vir de maligno, pois o Senhor do Escuro trabalha. E quando ele termina, ele diz: Ash nazg durbatuluk, Ash nazg gimbatul, Ash nazg thrakatuluk, Ugh burzum-ishi krimpatul, Uzg-Mordor-ishi amal fauthut burguuli.
As terras tremem e as forças nefastas se espalham… Ou pelo menos seria assim se o mundo fosse mais divertido. Como este planetinha é meio sem graça, estou apenas falando de um vulcão, mesmo.
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Não basta encontrarmos novos mundos, outros exoplanetas. Temos que saber mais detalhes sobre ele, como é, do que é feito e como é a previsão do tempo. Com ela, saberemos muito sobre o planeta, se bem que qualquer mínima pela de informação é saber muito mais do que se sabia 5 minutos antes. Agora, astrônomos estão engajados em analisar os céus amigos de um outro planeta: Kepler-7b.
Parece um contra-senso, mas todos nós adoramos vulcões. Lembro que nas embalagens do chocolate Surpresa tinha u joguinho sobre as Força da Natureza, nos moldes do Super-Trunfo; e se você sabe do que estou falando, é tão velho quanto eu.
Vulcão é uma coisa tão violenta e abrasadora que só um deus do vulcão teria a ideia maquiavélica, sacana e pérfida de criar um vulcão. Vulcões são feios, vulcões abalam geral, vulcões são muito maneiros, admita! O problema com aquela 4risteza é que, bem, quando ele está meio irritado, não sobra muita coisa. Pergunte ao pessoal de Pompeia. A questão que fica, então, é: Será que poderemos prever com boa antecedência quando um vulcão ficará de TPM e explodir?
Eu gosto de eclipses. A humanidade toda gosta… e teme. Na China Antiga, achava-se que eclipses eram maus presságios, pois o Dragão aos poucos devorava o Sol (ou a Lua), mas os poderosos deuses os restituíam. Eles até são simples. Mecânica planetária básica, mas mesmo assim fascinam (apesar de eu ser um pobre coitado que nunca presenciei um eclipse total do Sol. Enfim!).
Sim, o Todo-Poderoso Google, senhor de nossas vidas, que fofoca os fofoqueiros da NSA e sabe até a temperatura da cadeira do Obama quando ele está com a bunda sentada lá (cerca de 42ºCCitation Needed) patrocina junto com outras entidades que ninguém nunca ouviu falar, como a National Geographic, LEGO, Scientific American e o CERN.. Sim, o badass motherfucker CERN! Agora a parada ficou séria! Essa gente reunida mostra seu valor patrocinando uma Feira de Ciências em nível global, para uma faixa etária de 13 a 18 anos e… merda! Eu queria participar! :(
Cometas sempre impressionam. Eles não são como planetas, ali, redondinhos (sim, eu sei) e parados (também sei). Aquelas maravilhas caminhantes pelo frio éter interplanetário sempre cativaram as pessoas, apesar de serem bolas de neve sujas, formados por gases, água e poeira, tendo sua cauda formada quando se aproximam do Sol e tudo começa a derreter e ser iluminado.
Existe uma verdade em termos de Divulgação Científica. A verdade que dividiu todos os documentários em AC/DC: Antes de Cosmos e Depois de Cosmos. Carl Sagan foi, é e ainda será por muito tempo inigualável, mas tão certo como acontece com todas as estrelas, o brilho de Carl não mais nos acompanha em tempo real. Temos apenas o vislumbre graças aos efeitos da Relatividade e Mecânica Quântica que propiciaram o vide tape e os computadores, onde hoje podemos vê-lo e revê-lo quantas vezes quisermos. Mas se isso ainda é pouco, ainda temos seus herdeiros, como Neil deGrasse Tyson.
O Everest é por si só uma maravilha. Ele pode ser apenas uma montanhona gigantesca, intransponível, inexpugnável, mortífera e um desafio para qualquer mortal insano suficiente para tentar domá-la. Muitos tentaram, poucos conseguiram. Ao ser perguntado por que subir no Everest,
Tão antigo quanto o próprio Homem é a necessidade de medir o tempo. Enquanto éramos caçadores e coletores, até que não fazia muita diferença, mas saber quando chegava o inverno já fazia diferença. Quando passamos a plantar nossos próprios víveres, conhecer a época certo de plantio e colheita era vital. Pensamos que no foi no Crescente Fértil que todas as grandes invenções começaram, mas não é bem assim. Enquanto Egito, Assíria, Babilônia e Hititas estabeleciam uma guerra fria (não, aqueles povecos semíticos não entram nesta lista), na região que os romanos mais tarde chamariam de "Britânia" os povos já mediam e contavam o tempo, construindo megalitos, calendários e megalitos que eram calendários, como Stonehenge. Mas agora, arqueólogos descobriram o que está sendo considerado o calendário lunar mais antigo do mundo.