Existem muitas teorias sobre a formação da Lua, nosso satélite natural. Alguns acham que a Lua e a Terra tiveram formação conjunta, vindo da mesma poeira de estrela. Outros, que a Lua se separou da Terra. Há aqueles que acham que a Lua foi formada em outro lugar, nada a ver com a Terra e acabou por aqui porque veio zanzando pelo Universo. Mas a teoria mais aceita é que um planeta meio que do tamanho de Marte veio em direção à Terra, deu-lhe uma porrada e mandou um naco deste tamanhão, com rochas, lava etc. Estes detritos se aglutinaram gravitacionalmente, formando a Lua.
A teoria do impacto colossal – que teria tido lugar lá pela bacia do Oceano Pacífico – que sustenta que um corpo chamado Theia parece ter agora mais evidências, encontradas na própria Lua.
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O reino dos planetas-deuses é desolado. A partir do planeta-guerreiro, o sistema solar já está muito frio, espaçado, praticamente morto. Quando chegamos no planeta-deus Netuno, não há água líquida, seu reino marinho repousa apenas na mitologia. É muito frio, deserto, sem vida; mas, nem por isso, vazio. Há uma imensa vizinhança circundando o reino de Netuno, magnífica, mas indiferente, com uma frieza de dar dó, pois além de não dar bola para as bactérias que andam sobre a Terra e constroem mísseis balísticos, os longínquos mundos perto de Netuno estão longe demais do Sol para serem paraísos caribenhos. No máximo são como Zamhareer , o infeno de gelo.
Eu recebo muitas mensagens. Algumas me elogiam, outras tiram dúvidas, outras reclamam que eu sou muito ácido e ofendo o coraçãozinho puro das pessoas. Agora, uma mensagem que eu recebi chegou a ser tocante. Uma menina de 18 anos que quer fazer Ciência, mas ninguém disse como, e vemos que há algo muito errado no Brasil, quando nem mesmo professores parecem ter amor pelo que ensinam nem se entusiasmam.
Sendo o segundo maior satélite natural do Sistema Solar (e domínio do Senhor dos Céus) Titã. A imensa sopa orgânica dele, com um imenso oceano de metano e etano, os compostos orgânicos mais simples, nos faz refletir sobre a imensa possibilidade de haver vida lá ou, pelo menos, ter um ponta pé inicial.
Eu sou masoquista. Só pode ser isso! Todos sabemos como o Brasil ama a Ciência (SQN), e como o Governo Federal tem um apreço (HUAHSUHAHAHAHAHA) muito especial para com o desenvolvimento científico e tecnológico. Eu fico esperando por novos talentos nas áreas de Ciência e Tecnologia, mas os eventos sobre isso são sofríveis, como o prêmio Jovem Cientista e o FEBRACE.
O titânico satélite de Saturno não é um lugar bem-humorado. Ali, não é pra fracos. Sendo o maior satélite de Saturno, o Senhor dos Céus, e o segundo maior do sistema solar, com um diâmetro equatorial de 5.150 km (Terra = 12.756 km e Marte = 6.792 km). Titã tem uma atmosfera que é predominantemente nitrogênio (95%) e metano, além de outros pouquíssimos gases. Possuindo imensos oceanos de metano em estado líquido (previstos por Carl Sagan muito antes da sonda Cassini ir até lá), Titã parece que não está muito afeito a visitantes.
O Brasil é excelente em produzir preciosidades; não só nas profundas do seu solo, como acima da crosta terrestre também. Um exemplo disso foi o caso de um diamante com um mineral em seu interior que encerrava água lá dentro. Uma espécie de mineraception. Este mineral foi encontrado em Juína, no Mato Grosso e está sendo estudado por cientistas canadenses, já que… né?… brasileiro não se interessa por coisas de pouca importância como Ciência, por exemplo…
A história da Vida na Terra é uma historia de assassinos, silenciosos ou não. Desde meteoros até inundações. De terremotos até ação humana. De vulcões até… algas? Sim, algas. E alguma coisa estava clara que não ia dar certo quando muitas baleias começaram a morrer.
Eu sempre gostei de museus. A cultura de milênios à sua disposição. Uma história da vida na Terra de BILHÕES de anos. Tudo ali, em armários, cristaleiras, vitrines ou bem na sua frente, podendo até ser tocado (ou não, na maioria dos casos). O problema, entretanto, é a gente ir pra casa, sem poder levar nada daquilo de lembrança. No máximo, se comprar na lojinha (o que não é a mesma coisa, já que um meteorito não é a mesma coisa que uma camiseta com desenho custando quase 100 merréis).