Fósseis são muito legais. E quanto mais conservados, mais legais são. Tão legais que alguns candidatos a Frankenstein correm logo para tentar reviver os bichos mortos de antigamente, mas isso seria total estupidez, como o dr. Ian Malcolm pode atestar. Mas quem liga pro que o pessoal de Exatas fala? Mas hoje não estamos falando de Jurassic Park e sim da descoberta feita por pesquisadores na região de Yakutsk, na Sibéria. O que eles conseguiram demais? Nada, não. Só extrair amostras de sangue líquido de um potro de 42 mil anos que foi encontrado num permafrost em 2018.
Voltando ao Jurassic Park, os cientistas estão achando o máximo terem encontrado sangue líquido, pulando de alegria pela possibilidade de ter algumas células viáveis ??para clonar o seu dono. Percebe, Evair, a clonagem do cavalo.
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Marte, o Planeta-Guerreiro é a nossa atual fonte de inspiração. É a ele que almejamos ir. É ele que nos fascina. Não que a Lua tenha perdido seu charme. Essa ignomínia nunca acontecerá, mas Marte é a nossa próxima meta, a nossa próxima parada, o próximo passo da Aventura Humana, que começou desde que conseguimos ficar sobre dois pés e olhamos o horizonte perdido de uma savana e nos perguntamos o que havia ali, sem Shangri-la ou apenas mais um tigre de dentes de sabre para nos dar um “oi” antes da mordida final.
Todo mundo adora cavernas. Aqueles ambientes sombrios, misteriosos, claustrofóbicos, com paredes de rochas e possivelmente pedras preciosas. Claro, todo mundo adoro mesmo pelo monitor, pois aqui ó que eu vou me enfiar num buracão no chão, com risco de ficar enterrado vivo. Para geólogos (aquele pessoal que tem pedras na cabeça), é o paraíso, principalmente quando se pode ter muitas informações nas rochas. Informações que fala como a Terra surgiu, como o relevo se formou e – olha que maneiro! – saber das mudanças climáticas que têm acontecido no imenso diário gravado em pedra pelos fenômenos naturais.
Doce Juno, esposa de Júpiter, amada rainha dos deuses. Odiada por Calisto, a quem Juno transformou em ursa e Júpiter a transformara em constelação. Amada e terrível. Gravitando em volta do seu amado, adorando-o, protegendo-o, beijando-lhe a fronte, desvendando seus segredos.
A vida do pessoal antigamente não era nada fácil. Além de não ter iFood, ter que sair para pagar as contas em banco e não terem ainda disponíveis a roda, sepultamentos também eram um tanto quanto… estranhos. Que o diga o assentamento romano encontrado em Suffolk, Inglaterra. O que tem de estranho lá? Bem, não tanto o fato de terem encontrado um cemitério com 52 esqueletos muito bem preservados. A parte estranha é que 17 deles estavam enterrados direitinho, sendo que os demais estavam decapitados.
Você já ouviu falar do corpo nomeado (486958) 2014 MU69? Ah, tá. Não, né? Você conhece mais pela forma (486958) 2014 MU69, não é mesmo? Também não? Oh, bem, talvez pelo antigo nome: PT1 e 1110113Y? Tá tudo bem, provavelmente você deve ter ouvido falar pelo apelido Ultima Thule, dado pela equipe da New Horizons. Ok, você não sabe nada, João das Neves. Ele é um objeto transnetuniano, pra lá pras bandas do Cinturão de Kuiper, a região do Sistema Solar que se estende desde a órbita de Netuno – a 30 UA do Sol até 50 UA do Sol (1 UA é a distância média entre a Terra e o Sol, aproximadamente 150 milhões de km). Os corpos lá pra depois de Netuno são, então, chamados corpos Transnetunianos, mas também são chamados de KBO (Kuiper belt object).
A primeira das grandes inovações tecnológicas foi a roda. Sem a roda, não teríamos saído do lugar, pouco nos aventurando pelas cercanias. Uma coisa é você sair pra dar um rolé. Outra é ter que ir buscar coisas e como todos os homens sabemos, o lance é fazer uma viagem só de ida e volta. A domesticação do gado foi crucial para isso. Não só para as deliciosas vaquinhas nos darem leite pra fazer manteiga como a maravilhosa picanha nossa de cada dia, mas também para o gado bovino servir como animal de tração.
Estamos acostumados a ver plantas com flores e sem flores. Normalmente, as pessoas acham que é tudo planta e planta é tudo igual, mas isso está longe da verdade. A diferença entre uma planta sem flores e uma planta com flores são vários milhões de anos de evolução biológica. Flores e frutos foram tão importantes que criou-se uma denominação exclusiva para essas plantas: angiospermas. Até agora, achava-se que plantas com flores só apareceram há coisa de 130 milhões de anos, no período Cretáceo, mas um fóssil encontrado mostra que já existiam flores muito antes disso.