Vocês aprenderam a ler mapas… quer dizer, eu espero que sim. Por favor, nãosejam como os imbecis que ficam escandalizados quando a gente diz que pessoas nascidas no Oriente Médio são tão asiáticas quanto russos e chineses. O problema na leitura e representação de mapas é que estamos forçando um sistema que é tridimensional numa figura bidimensional, como é o caso da Projeção de Mercator. Esta projeção cartográfica cilíndrica foi elaborada pelo geógrafo, cartógrafo e matemático Gerhard Mercator, no século XVI, e apesar de serr a mais utilizada no mundo, tem os seus problemas.
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Vulcões são uma grande válvula de pressão da Natureza. E quando aquela bagaça entra em erupção, não convém que você fique no caminho. Também não é legal você deixar suas coisas no caminho da erupção, mas não serei eu a criticá-lo se largar tudo e sair correndo com os braços pra cima que nem em desenho animado da Hanna Barbera. Às vezes, muito raramente, resulta em algo interessante, como o cara que deixou uma GoPro pra lá enquanto fugia de uma erupção. O mais interessante é que a câmera foi capaz de gravar a lava que a atingiu.
Ajeitar a lente de um óculos é chatinho. polir o espelho do seu banheiro é fácil ou difícil, dependendo da tranqueira que você tenha comprado. Calibrar um microscópio também dá trabalho. Agora, calibrar e focalizar um monstro gigantesco com a mais linda tecnologia óptica para vasculhar o Espaço como o telescópio espacial James Webb realmente é chato, demorado, trabalhoso e tudo com a precisão de algo que faria um fio do seu cabelo algo enorme.
É modinha muitos colégios fazerem Feira de Ciências. Modinha? Sim, apenas modinha. A verdade é que não se aprende nada de uma maneira geral. Isso está se generalizando, por sinal. Com o advento do YouTube e iniciativas como o Manual do Mundo, agora todo mundo acha que sabe fazer feira de Ciências. Inclusive, alguns professores também têm esta concepção. Direção de colégio só faz para ajudar a chamar a atenção de pais, num evento mais de marketing do que efetivamente aprendizado. 
Uma das bobagens mais densamente replicadas é que o Homem não pôde ir à Lua por causa do Cinturão de Van Allen, já que a radiação lá tostaria qualquer um. Obviamente, isso é de uma estupidez galopante e eu explico isso em meu vídeo. Claro, a radiação está lá, mas cientistas são um pouquinho mais espertos que um idiota que cursou um tosco Ensino Médio em colégio público de periferia, mas que se acha esperto porque viu um vídeo no YouTube. E se um vídeo no YouTube prova alguma coisa, o meu também serve como parâmetro e terá que ser aceito.
Eu gosto de supernovas. São a prova que a Natureza está pouco se lixando para você ou qualquer ridículo ser vivo, não importando se é um pedaço de proteína em alguma poça d’água ou kryptonianos. Uma supernova manda para a vala um sistema inteiro e muito mais. As grandes emanações de radiação correm por todo o Espaço, a ponto de iluminar uma noite aqui na Terra. Se você estiver no Espaço, sem uma camadinha reforçada de proteção, vai acabar fritando por causa das emanações energéticas.
O brasileiro tem sérios problemas em entender como a mais básica atividade humana funciona. Não, não estou falando de ir ao banheiro (se bem que larga maioria não sabe que é necessário dar descarga e lavar as mãos direito). Estou falando de política. Brasileiros ainda não entenderam como ela funciona, por isso, ainda ficam chocados com o que acontece nas notícias ou quando sai foto do Lula defendendo o Temer, PSDB se aliando ao PT etc.