Professores + Bolinhas + Microgravidade = DIVERSÃO!

Eu perguntei uma vez o que era melhor que ser professor. Me disseram que seria esmagar os inimigos, vê-los fugindo diante de você e ouvir o lamento de suas mulheres (depois disso, parei de fazer perguntas a marombados). Melhor que ser professor é se divertir ensinando de maneira divertida. Vocês sabem, aquilo que NUNCA ACONTECE nos colégios. Na verdade, não nos divertimos, não ensinamos realmente e nem fazemos nada divertido, pois Pai Paulo Freire de Oxum não gosta.

Nós perdemos isso. Não nos divertimos, porque não ensinamos. E não ensinamos porque temos que seguir programas chatos, desinteressantes e totalmente avessos a qualquer coisa que indique que aprender tenha que ser divertido. Mas nem todo mundo pensa assim, principalmente quando se enche um 727 com professores e bolas de ping-pong.

Continuar lendo “Professores + Bolinhas + Microgravidade = DIVERSÃO!”

A Vida pode estar dando sopa em Titã

Sendo o segundo maior satélite natural do Sistema Solar (e domínio do Senhor dos Céus) Titã. A imensa sopa orgânica dele, com um imenso oceano de metano e etano, os compostos orgânicos mais simples, nos faz refletir sobre a imensa possibilidade de haver vida lá ou, pelo menos, ter um ponta pé inicial.

Titã é uma imensa sopa pré-biótica e mesmo que não vejamos vida lá agora, nos dá conhecimentos sobre como era o nosso próprio planeta há 3,5 bilhões de anos.

Continuar lendo “A Vida pode estar dando sopa em Titã”

Próxima maluquice: 4 de abril será o “dia sem gravidade”

Eu não sei de onde tiram tanta maluquice. A besteirada de agora é que no próximo dia 4 de abril será o dia de Gravidade Zero (ou Zero G Day). Neste dia, por causa de um alinhamento planetário que nunca aconteceu antes (<— sarcasmo), as forças gravitacionais estarão em equilíbrio, anulando-se mutuamente, fazendo co que tudo comece a flutuar.

Com a maluquice generalizada voando alto, esta é a sua SEXTA INSANA!

Continuar lendo “Próxima maluquice: 4 de abril será o “dia sem gravidade””

Brasil e seus jovens cientistas: SOCORROOOOO!!!!

Eu sou masoquista. Só pode ser isso! Todos sabemos como o Brasil ama a Ciência (SQN), e como o Governo Federal tem um apreço (HUAHSUHAHAHAHAHA) muito especial para com o desenvolvimento científico e tecnológico. Eu fico esperando por novos talentos nas áreas de Ciência e Tecnologia, mas os eventos sobre isso são sofríveis, como o prêmio Jovem Cientista e o FEBRACE.

Sério, gente, vendo os projetos, nenhuma imprecação na língua dos químicos, engenheiros, físicos, biólogos e matemáticos seria suficiente para dizer: FACEFUCKINGPALM!!

Continuar lendo “Brasil e seus jovens cientistas: SOCORROOOOO!!!!”

Criacionistas fazem mimimi por não serem mencionados em “Cosmos”

Eu não tenho nada contra religiosos. Eu não sou como um monte de babacas, ateus-de-fins-de-semana que acham que todo religioso é retardado, FDP e merece entrar na porrada. Conheço muito sitezinho "ateu" (nhé… vocês sabem de quem estou falando) formado por um bando de imbecis. O problema está no idiota fanatismo de ambos os lados.

Com o novo Cosmos (reboot? remake? Cosmos 2.0?), pessoal que defende a ideia idiota do criaBURRIcionismo está subindo nas tamancas, porque esperavam ter suas (tolas) ideias também discutidas no programa. Sentem e esperem.

Continuar lendo “Criacionistas fazem mimimi por não serem mencionados em “Cosmos””

O frio cintilar das estrelas e o calor do brilho dos flocos de neve

"Você já pensou o que é a diferença entre minúsculos flocos frágeis e estrelas extremamente grandes e eternas? Não há nenhuma". É assim que o fotógrafo Tadas Janušonis começa na descrição do seu vídeo. Para quem ficou acordado à noite contando estrelas ou esperou pelos primeiros flocos de neve de um inverno bem frio (e, para mim, qualquer temperatura abaixo de 20ºC É bem frio), a diferença é tão pequena, ainda mais olhando para cima e se confundindo em apontar quem é um e quem é outro.

No time lapse a seguir, Janušonis nos traz as maravilhas do céu. Sejam em formas de pontos brilhantes devido os zilhões de joules produzidos nos seus corações nucleares, seja num tímido pedaço de água congelado, refletindo a luz da miríade de estrelas à nossa volta.

Continuar lendo “O frio cintilar das estrelas e o calor do brilho dos flocos de neve”

Uma carta ao mestre, com carinho

Eu creio que a parte mais emocionante do primeiro episódio da nova série Cosmos, apresentada por Neil deGrasse Tyson, é o relato dele quando conheceu Carl Sagan. Os olhos de Neil faiscaram ao se lembrar do homem que Carl Sagan era, a ponto de oferecer sua casa para o jovem Neil, com então 17 anos, passar a noite, caso não houvesse ônibus por causa da nevasca.

Neil escreveu uma carta a Carl, com a dedicação e apreço que um padawan se dirigiria ao mestre Jedi. E esta carta diz:

Continuar lendo “Uma carta ao mestre, com carinho”

Os ondulantes mares de Titã

O titânico satélite de Saturno não é um lugar bem-humorado. Ali, não é pra fracos. Sendo o maior satélite de Saturno, o Senhor dos Céus, e o segundo maior do sistema solar, com um diâmetro equatorial de 5.150 km (Terra = 12.756 km e Marte = 6.792 km). Titã tem uma atmosfera que é predominantemente nitrogênio (95%) e metano, além de outros pouquíssimos gases. Possuindo imensos oceanos de metano em estado líquido (previstos por Carl Sagan muito antes da sonda Cassini ir até lá), Titã parece que não está muito afeito a visitantes.

Agora novas imagens da sonda Cassini trazem algo incrível: ondas. Dá pra se surfar em Tita. YEHAAAAAAAAAA!!!!!

Continuar lendo “Os ondulantes mares de Titã”

Nas margens do Oceano Cósmico, eu sentei e chorei

Eu vi Cosmos ontem. Não quis ver em streaming, não corri para ver assim que apareceu para baixar (sim, baixei. Chama a Polícia Federal aí, anda!). Cosmos não é como uma série qualquer como CSI. Séries assim são que nem cerveja, pode-se ver a qualquer hora, em qualquer lugar, sem precisar de motivo. Cosmos é um vinho fino, digno de ser saboreado com uma companhia especial, à luz de velas e o crepitar da lareira ao fundo. Cosmos é tudo o que houve, tudo oque existe e tudo o que haverá. É algo que nos esmaga frente à sua grandiosidade do sabor de uvas bem colhidas e a sensibilidade de um delicado copo de cristal.

Cosmos sou eu e você.

Continuar lendo “Nas margens do Oceano Cósmico, eu sentei e chorei”

Tenha o seu Mini Museu em casa. Sim, vais ter que meter a mão no bolso

Eu sempre gostei de museus. A cultura de milênios à sua disposição. Uma história da vida na Terra de BILHÕES de anos. Tudo ali, em armários, cristaleiras, vitrines ou bem na sua frente, podendo até ser tocado (ou não, na maioria dos casos). O problema, entretanto, é a gente ir pra casa, sem poder levar nada daquilo de lembrança. No máximo, se comprar na lojinha (o que não é a mesma coisa, já que um meteorito não é a mesma coisa que uma camiseta com desenho custando quase 100 merréis).

Não seria legal ter uma pequena amostra do que tinha lá no museusão? Que tal ter algo em cima da sua mesa, para tentar impressionar seus parentes, que não darão a mínima, mas mesmo assim você achará o máximo?

SEUS PROBLEMAS ACABARAM!

Continuar lendo “Tenha o seu Mini Museu em casa. Sim, vais ter que meter a mão no bolso”