O Projeto Apollo foi uma das maiores maravilhas tecnológicas e científicas do século XX. Tivemos que inventar maravilhas tecnológicas do zero, e nada do que foi aprendido foi perdido (se bem que travesseiros não são bem o que eu tenho em mente. De qualquer forma, muitos aparatos de hoje em em dia vieram ou foram baseados em materiis desenvolvidos para/pela corrida espacial. Não que eu sequer imagine que foi tudo for the Science. Políticos não liberam toneladas de verbas por amor à Ciência. De qualquer forma, nós aprendemos muito sobre Aeronáutica, Espaço, a Lua propriamente dita e nossa própria biologia. Aprendemos sobre o macrocosmos e o microcosmo.
As pegadas de todos os astronautas ainda estão lá, protegidos dos ventos, pois não existem ventos. Imunes a tempestades, pois, não há tempestades. O que não tinha se encontrado até agora eram outras pegadas: as pegadas da Apollo 16.
Até agora.

Dizem os relatos apócrifos que plutônio era tranquilamente comercializado em farmácias lá pela década de 80. Infelizmente, quando eu era menininho cabeçudinho lá em Barbacena, essas mudernidades não existiam, não, sinhô. A saber, o plutônio que nós usamos nas usinas, armas e máquinas do tempo é totalmente artificial, tendo sua tecnologia de produção desenvolvida durante o Projeto Manhattan, mas inicialmente, não havia tecnologia suficiente para se fazer uma bomba com o Pluto-do-Mal, preferindo-se usar urânio, mesmo. Só com a fatman, pôde-se usar Plutônio-239. Deu no que deu.
O Paradoxo de Fermi nos faz questionar como um universo tão enorme não nos deu evidências de outras civilizações tecnologicamente avançadas. Onde elas estão? Por que não vieram aqui? Será que os OVNIs provam que ETs existem? Por que não estamos rodeados de alienígenas?
O que ajudou a Terra ser… a Terra e Marte a não ser a Terra é a questão da existência ou não de uma magnetosfera. O Sol, além de luz e calor, tenta a todo momento mandar todos nós para a vala com suas emissões de alta energia O vento solar é uma emissão de partículas de baixa densidade (normalmente prótons e elétrons), que se propagam pelo sistema solar a aproximadamente 450 km/s. Como a Terra tem um núcleo ferroso em movimento, gera-se um campo magnético em volta do planeta que nos protege, desviando essas emissões e gerando as belíssimas auroras (boreal e austral). Marte não tem esse núcleo em movimento e, por isso, não teve como se proteger e, por isso, (e graças à sua gravidade menor), sua atmosfera deu tchauzinho e foi embora.
Todo mundo ficou maravilhado com a descoberta de córregos em Marte, mesmo não tendo a NASA dito nada a esse respeito.
No dia 28 de setembro, a NASA noticiou a descoberta de sais hidratados em Marte. Mais do que isso, a sazonalidade na qual esses sais aparecem indicam que há uma boa possibilidade de ter água líquida sob o solo do planeta vermelho. Mas com é esse negócio de água de hidratação?
Não é de hoje que a NASA procura água em Marte (na verdade, em todos os planetas, meteoros, aerolitos, aerolotes etc.) Mas parece que finalmente encontraram água líquida. Será? Não se sabe. Então, antes de prosseguir, devemos ter em mente que todas as medições foram indiretas, isto é, ninguém viu água por lá, propriamente dita. Ou viram, mas em forma de 

Nós não temos noção do tamanho das coisas. Somos um bando de sem-noção, mesmo. Qualquer coisa que seja muito grande ou muito pequeno foge à nossa capacidade de racionalização, e temos que apelar para o pensamento abstrato, e isso nos leva a cometer erros.