Em setembro deste ano aconteceu o festival de humor negro da Internet brasileira (não que isso não aconteça todos os dias). Uma distinta senhorita que assina como Cah Nabis postou no Twitter dando boa noite a todos depois de ter perdido uma perna, pois estava lindamente com a cabeça voada no jererê, fazia surf ferroviário, e quando foi pular do trem, fez alguma caca tão grande que teve que amputar a perna.
O presente artigo não tem nada a ver diretamente com a Cah, mas uma explicação do que aconteceu: Uma pesquisa mostra que o uso da maconha cada vez mais precoce resulta em função anormal do cérebro, baixo QI e, segundo informações paralelas não confirmadas, uma louca vontade de comentar em portais de notícia.
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Eu não sei se você foi a alguma praia. Espero que tenha ido e visto aves mergulhando para “pescar”, isto é, pegar a sua refeição peixística, descendo rápido à beça, muitas vezes chegando a 80 km/h. se eu e você mergulhássemos rápido assim, estaríamos ferrados, mas isso porque não fomos selecionados para fazer esta insanidade.
Todo mundo ama soluções tidas como “verdes”. Parecem esquecer a velha máxima que não existe almoço grátis. Um exemplo são as usinas eólicas (você sabe… um cataventão gigantão que é movido pelo vento – duh! – e faz girar uma turbina, gerando eletricidade). Elas são um exemplo ótimo de geração de energia com fonte renovável (ventos, né?) e sem poluição nenhuma, certo? Errado! Já começa que aquela bagaça faz um barulho infernal, além de matar aves e morcegos. Poderia ser pior?
Você curte um vinhozinho nas refeições, né? Ouviu aquela história do seu tatatatataravô que sempre tomou uns vinhos e por isso viveu até os 166 anos, certo? Daí você mete a cara na manguaça e ainda tem a páchorra de dizer “é pra fins medicinais”. Pois bem, você se ferrou!
Sequenciamento de DNA já virou carne de vaca. Isso se faz em qualquer porqueira de lugar, como o interior da Somália, nos confins do sudeste asiático e até no Brasil. O que antes era caríssimo, hoje tá bem baratinho de se fazer. Mas daí vem a pergunta: E no caso de precisarmos fazer isso no Espaço? Vai que a gente pousa em Europa (eu sei! Nada de pousar em Europa. Mas vai que…) e encontra alguma forma de vida lá? Sequenciar seu DNA seria um dos primeiros passos, certo?
Eu já falei tanto dos olhos que não preciso me repetir o quão gambiarrento esta bagaça é, certo? Principalmente no quesito de como ocorrem ilusões de óptica, muitas vezes causadas pelo movimento dos olhos. O que não se sabia direito até agora é quem controla esses movimentos.
“Convergência” é o nome que se dá ao processo evolutivo em que duas espécies distintas – até mesmo de classes diferentes – acabam convergindo para alguma característica semelhante. Um perfeito exemplo são os golfinhos (mamíferos) e tubarões (peixes), que possuem morfologia externa semelhante, ainda mais que ambos vivem no mar, e qualquer diferencial que propicie uma vantagem hidrodinâmica garante o almoço ou escapar de ser o almoço. Por convergência, eles acabaram com um formato bem parecido.
Os céus plúmbeos do Rio de Janeiro anunciam a fatalidade fatalista fatal. Os céus amigos da Cidade Maravilhosa, fechados para pouso e decolagem no Santos Dumont mostram que teremos coisa boa vinda por aí. Ou não! é sempre uma satisfação, ainda que masoquista, compartilhar o melhor do que alguns dos nossos mais inteligentes comentaristas têm a contribuir.
Equilíbrio natural é uma coisa delicada. Plantas, por mais que pareçam resistentes, são sujeitas a ações de intempéries, como secas prolongadas ou chuvaradas torrenciais. Aqui mesmo no Brasil, no semi-árido nordestino, plantas não sobrevivem muito por causa da imensa estiagem. Plantio, nessas condições, fica extremamente difícil, quando falta de água e excesso de Sol manda as genovevas pro céu das plantas.
Já vimos sobre os