Pesquisa mostra que esta semana ovo faz bem e mete moral contra diabetes

Sabem a piadinha que numa semana ovo faz bem, autismo tem cura e Alzheimer ainda está na mesma, par na semana seguinte descobrirem novo tratamento pro Alzheimer, autismo pode ter outras causas e ovos fazem mal? Pois é. Tem gente que realmente levou isto a sério, como a pesquisa que apontou que comer ovos no café da manhã ajuda a diabéticos a controlar o seu açúcar.

Continuar lendo “Pesquisa mostra que esta semana ovo faz bem e mete moral contra diabetes” →

Comida vegan é tão insuportável e desnecessária que nem vegan come

Em 2013, eu postei meu artigo Veganismo Desmascarado, onde eu me propus (com muita facilidade, diga-se de passagem), refutar as bobagens que vegans propalam. Normalmente, se pegam na primeira parte do artigo, e seus “Links” acabam sendo um festival de vergonha alheia quando eu os destrincho, já que nem eles mesmos leram (se lessem, não seriam vegans, claro). A segunda e terceira parte eles nem viram (a carência nutricional lhes causou debilidade mental e incapacidade de percepção e leitura).

Veganismo, entretanto, virou modinha entre os hipsters e gente que quer se sentir especial (sem ser amados. Ninguém suporta vegans), e daí começou um festival de espertalhões se valendo disso, montando canais no YouTube com dietas vegans. E isso vai muito bem, até que flagraram uma dona que é alta defensora de dieta vegan comendo o maior peixão. Deve ser que peixe não é animal e sim planta, já que é fruto do mar. Vai saber!

Tendo um lauto banquete sem ter a necessidade de suplementação alimentar, esta é a sua SEXTA INSANA!

Continuar lendo “Comida vegan é tão insuportável e desnecessária que nem vegan come” →

Pesquisadores filmam gorilas velando seus mortos

Algumas pessoas pensam que humanos são diferentes dos outros animais, porque nós estabelecemos vínculos sociais. Lobos andam em matilhas, peixes em cardumes e elefantes em manadas. Alguns acham que nós somos especiais por velarmos os nossos mortos e sentirmos a perda, o que não é verdade. Gorilas também velam seus mortos, como mostrado nesta reportagem da National Geographic, e isso não foi um caso à parte. Entretanto, pesquisadores de Ruanda e na República Democrática do Congo puderam examinar de perto as respostas comportamentais à morte de três indivíduos entre um grupo de gorilas.

Continuar lendo “Pesquisadores filmam gorilas velando seus mortos” →

Pesquisadora banca voyeur e filma lagarto mergulhando

Répteis formam uma classe muito interessante. Há diversos deles e mostram-se como um verdadeiro sucesso em termos de evolução biológica desde o período Carbonífero, tendo surgido há cerca de 310 e 320 milhões de anos. Depois de centenas de milhões de anos, o que temos é a fina flor e animais muito bem adaptados ao ambiente, capazes de sair correndo atrás de vocês em terra e nadando caso você se julgue espertão o suficiente pra se jogar no rio, pensando que vai escapar.

Entre dragões malvados que babam veneno e tartarugas centenárias, passando por aquela lagartixa gelada que todo mundo foge, temos o caso do lagarto mergulhador da Costa Rica.

Continuar lendo “Pesquisadora banca voyeur e filma lagarto mergulhando” →

Células-tronco viram neurônios. Já sabemos o que você tem na cabeça (fora isso)

Teve época que se acreditou que as pessoas nasciam com determinada quantidade de neurônios, eles se reproduziam até certa idade e ba-bau. Já era. Eles só aumentavam de tamanho e só. Se você perdesse, problema seu. Sim, se acreditou nisso, mas Ciência não se baseia em crenças. Ciência se baseia em análise e revisão contínua do que se sabe. Ciência não é uma religião. Se alguém não prova algo em contrário, não é problema do conhecimento vigente.

O que se sabe agora é que, pelo menos, duas regiões do cérebro (os centros que processam o olfato e o hipocampo, responsável pela aprendizagem e memória) desenvolvem novos neurônios ao longo da vida.

Continuar lendo “Células-tronco viram neurônios. Já sabemos o que você tem na cabeça (fora isso)” →

Pesquisa estuda como usar seu próprio corpo para gerar eletricidade para dispositivos

Você já participou de aula de Física no colégio, em que o professor te deu um cano de PVC e um punhado de fio de lã para você ficar atritando. Você ficou com vergonha, todo mundo soltou um “esfrega aqui também”, você foi reclamar de bullying e aí mesmo que todo mundo ficou te zuando. Este fenômeno é chamado “triboeletricidade”, o processo pelo qual materiais se eletrizam em consequência de atrito. Daí você pensa: pô, seria maneiro se usasse isso para gerar eletricidade, né? Bem, seria, mas o problema é que é ineficiente para grandes cargas, tipo o seu celular. Mas e se fossem nanodispositivos?

Bem, é isso o que pesquisadores da Universidade Purdue estão pesquisando.

Continuar lendo “Pesquisa estuda como usar seu próprio corpo para gerar eletricidade para dispositivos” →

Sais de nitrato estão detonando com florestas

Eu comecei a ler um artigo sobre poluição de nitrogênio. Achei bem esquisito numa atmosfera em que 70% é nitrogênio e trata-se de um gás inerte. Como assim poluição por nitrogênio? Tão absurdo quanto isso só filme ruim que dizia que tinha um ser vivo que respirava nitrogênio e mataria todo mundo no planeta por asfixia (o fato de pessoas respirarem oxigênio pareceu irrelevante). Ao ler a publicação, soltei um palavrão, pois o que o jornaleiro responsável pelo Press Release do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos estava falando é sobre poluição por nitratos e não nitrogênio.

Morra, jornaleiro maldito!

Continuar lendo “Sais de nitrato estão detonando com florestas” →

Químico eletrocuta bactérias e elas ficam serelepes

Lembram do artigo sobre a bandagem elétrica que acaba com biofilmes de bactérias? Aí você ficou: MUAHAHAHAHA, mete eletricidade nessas disgramadas e mandem-nas pro Inferno das Bactérias. MUA-HA-HA! Agora, imagine que você está dando um rolé num parque e vê uns caras colocando eletrodos numa piscina natural para dar uns choques no que tiver á e descobre que as bactérias lá não só estavam vivinhas da silva como adorando a eletricidade a ponto de se alimentarem dela. Bizarro, não?

Continuar lendo “Químico eletrocuta bactérias e elas ficam serelepes” →

Pesquisa esclarece como bandagem elétrica ajuda a cicatrizar e mandar bactérias pro além

Bandagens são uma tecnologia de uso médico conhecida desde os antigos egípcios, que aplicavam tiras de algodão, algumas vezes embebida em betume para imobilização. Elas ajudam a cicatrização ao não expor feridas abertas ao ar, cheio de “humores capazes de fazer espíritos malignos entrarem”, se por “espírito maligno” você entender como bactérias.

Milênios depois, surgiram as bandagens elétricas, isto é, bandagens pelas quais circulam corrente elétrica. A primeira patente data de 1940. O problema é que essas bandagens elétricas até funcionam, mas não se sabia direito o motivo, só que uma pesquisa pretende explicar o que acontece quando a gente eletrocuta o local, mesmo com correntes pequenas. Afinal, isso é cadeira elétrica para bactéria?

Continuar lendo “Pesquisa esclarece como bandagem elétrica ajuda a cicatrizar e mandar bactérias pro além” →

Em 50 anos, seres humanos passarão o cerol em quase 2 mil espécies. Somos maus, não somos?

Indo direto ao ponto, estimativas apontam que lá pro ano 2070, seres humanos terão extinguido (ou quase) cerca de 1.700 espécies entre anfíbios, aves e mamíferos em maior risco de extinção. Sim, seres humanos, esses maníacos psicopatas que estão passando o rodo em geral. Mas ninguém para para pensar (merda de acordo ortográfico!) num pequeno detalhe: não somos tão especiais assim, e o ser humano ainda é parte do mundo natural.

Eu preciso explicar o que isso significa, não preciso?

Continuar lendo “Em 50 anos, seres humanos passarão o cerol em quase 2 mil espécies. Somos maus, não somos?” →