É como eu falo, há loucuras diversas sobre muitas coisas. Não só sobre religião, mas de tudo. Eu, por exemplo, conheci um que acreditava em sacis. Não, é sério! O miserável quando ia fazer trilha, levava consigo um pouco de fumo; se bem que não vejo diferença entre acreditar em sacis e num zumbi pregado num pau-de-arara. A semelhança é que, em ambos os casos, o “fiel” sempre acaba levando fumo*.
A loucura deste fim-se-semana é patrocinada pelo Alexandre, Silvano e o Guz, que virou para-raio de troll, mas sou eu quem atura os PTsicóticos. As notícias trazidas nos faz pensar como anda o intelecto das pessoas (não só as que elegem Tiririca), principalmente quando algumas delas acreditam em unicórnios e que a Terra é chata, mesmo sem ser boba e feia. Se de um lado achou-se chifre em cabeça de cavalo,do outro vemos que não moramos num planeta e sim numa pizza. Não temos outra coisa a dizer a respeito senão… ESTA É SUA SEXTA INSANA!
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Agora, sim! Passadas as eleições, onde o Brasil esperou que a população cumprisse com o seu dever elegendo mais uma gama de sacripantas, o Universo repousou em harmonia. Mas as hordas infernais do Império do mal faz soar os clarins. As hostes de Morgoth, o Sinistro Inimigo do Mundo, do alto do seu trono, com mitra na cabeça e um cetro nas mãos, ordena que os stormtroopers avancem. O levante dos lords Sith vai de encontro ao reconhecimento ao trabalho de um cientista, onde o Jedi Robert Edwards concebeu a técnica de fertilização in vitro em 1978, cuja técnica recebeu o apelido de Bebê de Proveta.
A essa atura do campeonato, você já sabe o que é o IgNobel, principalmente se você for alguém antenado e que acessa o Cet.net, demonstrando seu bom gosto. É um prêmio concedido anualmente para as pesquisas mais esquisitas, bizarras, doidas e totalmente hilárias. Ainda assim são científicas, e passam por revisão de pares. Nem pra isso o CriaBURRIcionismo prestou. A pesquisa desse ano tem mais contemplados, inclusive um deles foi agraciado por ter estudado o efeito pacifista de xingar com palavrões cabeludérrimos (não necessariamente “nu tuíter”).
Seu nome é paradigma entre os que prezam a Ciência. Ele é aquele que todos os divulgadores científicos gostariam de ser… que EU gostaria de ser. Carl Sagan foi aquele que divulgou a Ciência de modo nunca antes feito, com uma abrangência sem precedentes e ainda hoje é tido como uma referência. Hoje, dia 28 de setembro de 2010, é o dia que sua mais famosa obra, a série Cosmos, faz trinta anos e esta é a homenagem àquele que cativou tantas pessoas, as quais perceberam como o Universo é ao mesmo tempo lindo, mas ardiloso e selvagem ao mesmo tempo.
Saiu esta semana uma notícia imbecil sobre uma pesquisa idiota, conduzida por dois retardados. Eu sinceramente nunca entendi a ânsia de tentar provar que a bobajada do Êxodo é verdade. Pior que isso, só tentar provar que houve um dilúvio global de proporções rolandemmerichianas. As duas “estrelas” conseguiram traçar um cenário que eles consideram “relativamente próximo” ao besteirol descrito no Êxodo, onde Moisés — o maior corretor de imóveis da História — carregou consigo um mundaréu de gente, levando-os para saracotear por 40 anos no deserto só para verem um terreno. Como sempre, fato e ficção entram em choque. De um lado, Ovelhinhas do Senhor adentram ao ringue; do outro, os Jedis do Ceticismo.net. FIGHT!
Convenhamos, a população média dos Estados Unidos está num grau de desinformação tão grande quanto o Brasil. Estamos exportando nossa burrice ou até isso nós copiamos dos yankees? É o Paradoxo Tostines revisitado. Uma pesquisa feita recentemente com alunos de diversos cursos de graduação, perguntando coisas como se eles acreditavam que ETs vinham nos visitar (não necessariamente em Ipuaçu) e ajudar na construção das pirâmides. A resposta foi que em alguns cursos a resposta foi sim, ETs sem ter o mínimo do que fazer foram ao Egito, construíram as pirâmides e ralaram peito sabe-se lá para onde o Stargate levou. Com questões sobre astrologia e outras pseudociências o resultado não foi diferente. Difícil não associar com o filme Idiocracia, que eu já considero como uma obra profética.
Faz um tempinho que os lords Sith vaticanianos não se pronunciam contra a Ciência. Sentindo falta de falar bobagens, o Imperador Palpatine Ratzinger volta seus poderes malévolos contra as pesquisas de biotecnologia, advertindo que manipulações genéticas podem decair para a barbárie e produzir zumbis como os do Resident Evil. As organizações Umbrella estão de olho no velhote e Alice já está a postos.
Ao contrário do que você possa pensar, estes nanomateriais não são exatamente células como as que você tem. Os pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, conseguiram produzir um material eletrônico sensível à pressão a partir de nanofios semicondutores. A maravilha deste brinquedinhos é que ele é sensível à pressão, ou seja, poderá dar respostas a impulsos gerados por simples toque, sinalizando uma possibilidade de substituição de tecidos epiteliais danificados por queimaduras.
Eu canso de dizer, torno a repetir, mas alguém parece que não me ouve. Vou reiterar: Jornalista falando de Ciência é a mesma coisa que tartaruga tentando costurar.
Eu uso óculos com lentes multifocais. Uma maravilha da tecnologia, onde eu posso enxergar longe e perto sem precisar trocar de óculos. Melhor do que isso, só ficando em casa, tranquilamente, mesmo sob uma forte tempestade, com raios ribombando por todos os lados e mesmo assim me sentir seguro. Essas são as mais famosas invenções de um grande inventor. Ele não foi um grande inventor porque inventou invenções que ninguém inventara. Ele inventou invenções que ninguém pensaria até então inventar, inventando até mesmo um modo novo de inventar novas invenções. As invenções de Benjamin Franklin eram tão abrangentes que iam desde um simples móvel de escritório até culminar na invenção de um país totalmente do zero.