Dentes dos antigos eram melhores que o seu

Costumamos pensar que muito antigamente (e eu falo "mais antigamente" do que o tempo das fitas K7, calças boca de sino e discos de 78 rotações), o homem era bem mais tosco quanto os de hoje. Era uma época linda, sem luz elétrica, água encanada, saneamento básico, acesso a medicamentos, escolas etc. Praticamente como é muitas partes do Brasil hoje. Entretanto, estudos indicam que o pessoal dessa época não tinha tantos problemas bucais como fazemos crer, como defende pesquisadores australianos.

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Das extinções e de-extinções

Muitas pessoas sonham em ter seus nomes imortalizados. Almejam alguma forma de fama ou reconhecimento, de maneira que não sejam esquecidos. Bem, nem sempre isso acontece do modo esperado, como foi o caso de um certo fazendeiro de nome Wilfred Batty, morador da Tasmânia, um lugarzinho que vc amaria de paixão ficar bem longe. Batty não ficou famoso por pescar um imenso dourado ou ter descoberto petróleo em sua fazenda. Batty ostenta a ignominiosa ventura de ter mantido em cativeiro, e depois matado o último dos tigres da Tasmânia, mais conhecido como tilacino e não tão conhecido como Thylacinus cynocephalus. Agora, eles estão totalmente extintos, mas a arrogância humana pretende mudar isso, não só para o tilacino como para outras espécies. É certo isso?

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Impressoras 3D ajudando no estudo de fósseis

Fósseis são muito importantes. Eles nos ensinam mais sobre o passado da Terra e sobre os seres que viveram. A saber, todas as espécies fossilizadas que foram descobertas até hoje é uma ridícula fração de tudo o que já viveu. O processo de fossilização é demorado e difícil, e muitas das espécies do passado não tiveram a sorte de serem fossilizadas para que cientistas pudessem estudar. Por isso, cada fóssil é tratado como o tesouro que ele realmente é, e muitas vezes não se pode nem movê-lo para não destruí-lo.

Levando isso em conta, como cientistas poderiam estudar fósseis e compartilhá-los com seus colaboradores ao redor do mundo? Como um estudante da Nova Zelândia estudaria fósseis encontrados no Chile? A resposta vem através de impressoras em 3D, que literalmente imprimem uma cópia do fóssil para que possa ser compartilhado.

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Veterinária sem-noção provou que o Pé-Grande existe. Bayabaaaaaaa!

O mundo de Hades fica empavonado com muita coisa, sem nem saber direito o porque. Enquanto o pessoal acha que o Meteoro de Satã veio para ceifar as vidas dos maníacos comunistas (chegando apenas com uns 30 anos de atraso), outros metidos a "pesquisadores" aparecem com todo o tipo de absurdo. Que o diga a veterinária texana que resolveu provar para todo o mundo que dispõe de testes genéticos que provam a existência do Pé Grande.

O mundo não está indo pro Inferno. Está se tornando o próprio.

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Como o Cristianismo influenciou a biodiversidade na Amazônia

Como tudo está na onda quântica, eu poderia dizer que a afirmação cima é quântica, já que a presença de observadores afetou uma determinada ocorrência. Claro, eu não sou imbecil de fazer isso, nem mesmo para catar paraquedista. No máximo eu falo de Jesus e de como sou o maior psicólogo que já existiu.

Estudo feito por pesquisadores de Stanford, EUA, aponta como o Cristianismo vem influenciando a região amazônica no tocante a hábitos de alimentação e caça, o que causou impacto ambiental. Se há problemas com piranhas lá, Jesus é o culpado (mas hein!)

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Dos átomos ao pó

Nós não somos nada. estamos aqui simplesmente por causa de compostos químicos reunidos. Não há diferença entre eu, você e uma barata. Nossas químicas são basicamente a mesma; e toda ela veio de elementos produzidos mediante as temperaturas e pressões colossais atuando no interior de estrelas que há muito explodiram. Das cinzas às cinzas, do pó ao pó, do pó ao Homem, do Homem ao pó.

O vídeo abaixo é uma animação que ilustra o fim estupendo de uma estrela massiva, explodindo de forma magnífica, quando a relação entre as forças do interior do seu núcleo não podem ser contidos pela força gravitacional. A estrela explode e lança pelo espaço tudo que foi produzido na sua imensa fornalha nuclear. Continuar lendo “Dos átomos ao pó”

Macacada antenada. Orangotangos usam iPads e você briga com painel de micro-ondas

Enquanto você está aí, ainda tentando entender como se programa seu vetusto vídeo cassete, tratadores de orangotangos do Zoollógico Nacional Smithsonian trabalham com iPads. Não para que eles tomem anotações ou xinguem no Twitter. Os iPads são para que os orangotangos (e não os macacos pelados), e não é para jogar Angry Birds.

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Mundo Ético: Peixe kickboxer ataca e devora pombo

Todos nós sabemos que o mundo é lindo e ético. Vemos a beleza da Mãe Natureza dando mostras de como as espécies vivem em perfeita harmonia. Leões sendo amigos de zebras. Girafas se dando bem com hipopótamos e pinguins unidos em… errr, desculpem; eu me distraí e comecei descrevendo o filme Madagascar. A verdade é que a Natureza não é mãe e sim uma madrasta.

O mundo é tão maluco que o que o ser humano faz por aí é fichinha. Destruir o ambiente? Outras espécies fazem isso tão bem ou melhor que os seres humanos. O melhor é que algumas de nossas concepções (idiotas) vão por água abaixo quando nos deparamos com o fator realidade. Por exemplo, peixes, salvo tubarões e piranhas, normalmente só servem para ir para a panela e morrem silenciosamente como vítimas passivas que são. Alguns pombos parecem não concordar muito com isso.

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Cães paralíticos voltam a andar com células vindas de seus focinhos

Ninguém gosta de ver um ente querido com alguma deficiência e muito menos com uma paralisia, e isso vale para os cães, também. Mas nós podemos ajudá-los. Nós temos a tecnologia! Pelo menos, pesquisadores britânicos a têm, e ela utiliza células dos focinhos de nossos amiguinhos quadrúpedes para restabelecer sua capacidade de movimento.

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Pistas de nossas antigas chuvas esquecidas

Olhamos para o passado mediante pistas que existem hoje, no presente. Sabemos de seres vivos que já não existem mais mediante seu registro fóssil, que pode ser desde um dente até uma pegada. Sabemos de como era a superfície do planeta mediante rochas e como era a atmosfera com a análise de amostras de gelo  retiradas da Antártida. Agora, sabemos mais ainda sobre como era a atmosfera em tempos há muito esquecidos por meio de uma coisa tão simples que mal nos damos conta quando cai, a não ser se seu maravilhoso penteado foi feito à base de chapinha: a chuva.

Mas como analisar chuva antiga?

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